A Antiga e Mística Ordem Rosae Crucis é uma Escola que tem como um de seus objetivos preservar uma Tradição. Ela tem resistido ao teste do tempo, pois é uma Organização milenar. Embora herdeira de um conhecimento tradicional, para muitos Sagrado, seus olhos estão voltados para o futuro porque tem incorporado, para o benefício de seus membros, as mais recentes pesquisas das áreas das ciências em geral. Consciente da concepção ideológica que a sociedade moderna impõe em nossas vidas através da frenética procura pelo ter, resultado do imediatismo que costuma pautar a vida da grande maioria, a Ordem Rosacruz, AMORC prima pelo ser numa perspectiva de longo alcance que dá um sentido especial para a vida. A metodologia rosacruz pretende suprir as necessidades de seu corpo, mente e alma. Neste sentido é um ensinamento útil que pode e deve ser praticado. Sua didática é especial porque contém além dos ensinamentos das monografias, a aplicação dos princípios por meio de experimentos e sobretudo, a vivência do processo iniciático. Sabedoria Profunda Preservada Esta profunda sabedoria, cuidadosamente preservada pelas escolas de mistério durante séculos, é hoje transmitida através da Ordem Rosacruz a cada pessoa sincera, com uma mente aberta e um motivo positivo. Seu grande poder pode ser aplicado aos assuntos cotidianos da sua vida com resultados surpreendentes. Imagine ter a capacidade de realizar o seu potencial mais elevado em todas as áreas da vida, incluindo relações familiares e sociais, carreira, saúde e desenvolvimento pessoal. Imagine desenvolver maior criatividade e disciplina para superar os problemas da vida. Imagine definir um novo rumo para o seu futuro; aquele que promete estar mais alinhado com quem você realmente é e mais gratificante do que qualquer coisa que você já experimentou! Os ensinamentos da Ordem Rosacruz contêm as chaves da Sabedoria Universal. Quer você veja sua jornada como uma jornada de desenvolvimento pessoal, ou de florescimento de conhecimento e realização, ou de aproveitamento de habilidades psíquicas, ou de alcançar os mais elevados reinos de espiritualidade e consciência cósmica, os ensinamentos da Ordem Rosacruz são as chaves para abrir as portas para Sabedoria Universal. Comece sua jornada agora! Clique aqui para saber mais. ✅
Egrégora
Egrégora “Egrégora (do grego agrêgorein=vigiar) é uma palavra que no livro de Enoch designa os anjos que juraram vigiar e proteger o Monte Hermon. O termo pode ser traduzido por “entidade vigilante”. Assim, a Egrégora (egrégore) é uma entidade, um ser vigilante coletivo produzido por uma assembleia (…) que o alimenta.” – Jules Boucher (1933-1999). Nós, rosacruzes e martinistas da AMORC, nos familiarizamos com o termo já no início de nossa jornada; aprendemos que “egrégora” é a essência da “Consciência Cósmica”. Ela foi, é e sempre será. Não é algo do qual estamos separados; como rosacruzes e martinistas, somos parte integrante dessa poderosa união de mentes. Quando nos colocamos em sintonia com as Sagradas Vibrações que dela são emanadas, temos acesso aos seus mais elevados planos, tornando-nos agentes da Divindade. E como podemos chegar a essa Comunhão? O recolhimento em nosso “Sanctum Sanctorum” e em nosso Oratório, as Convocações Ritualísticas, os Conventículos e as Iniciações são exemplos muito próximos de como podemos, a qualquer momento, buscar auxílio e conforto para situações do dia a dia e agradecer pelas graças recebidas. Em seu princípio místico, a “egrégora” está associada também à consciência de grupo, mas ela é, ao mesmo tempo, algo mais que isso. Para compreendermos as implicações maiores, é importante lembrarmos o axioma rosacruz: os pensamentos são coisas.Definida também como uma Assembleia de personalidades terrestres e supraterrestres, constituindo uma unidade hierarquizada e movida por um certo ideal, a egrégora está em permanente atividade, dia e noite, por anos e séculos desde o início. “Assim como é em cima, é em baixo”. Ela ocorre em todos os planos de consciência; porém, quanto mais nobre e puro for o seu propósito, mais conscientes estaremos dessa Comunhão. Fratres e Sorores, Irmãos e Irmãs, a mente é o limite de nossas possibilidades. Somos primeiro o que pensamos ser, depois aquilo que sentimos, e isso se completa como agimos em nossa vida. – SI
ERIN GLP ARTESÃO – Os Essênios – Uma Sagrada Herança de Conhecimento – 24 a 28 de abril
ERIN GLP ARTESÃO – Os Essênios – Uma Sagrada Herança de Conhecimento 24 a 28 de abril de 2024 Quem pode participar: Artesão Iniciado em Loja Rosacruz ao 12° GT. INSCREVA-SE AQUI! Início das atividades – QUARTA FEIRA 24/04/2024 16h – saída do transporte da GLP (chegar à GLP com pelo menos 1h de antecedência). 17h – chegada do transporte da GLP na Morada do Silêncio. 17h30 – Início das atividades. 19h30 – Jantar. Encerramento das atividades – DOMINGO 28/04/2024 13h30 – Almoço de Confraternização. 14h30 – Saída do transporte para GLP, Terminal Rodoviário, e Aeroporto. Caro estudante Rosacruz, que perseverou em seu caminhar na senda, conquistou o Grau de Artesão, já foi iniciado, em Loja Rosacruz, em todos os Graus Superiores e especialmente no 12ºGT, a você, em especial, nosso Digno Grande Mestre, Frater Heverton Douglas Guzzi faz um irrecusável convite para participar deste ERIN GLP ARTESÃO. Os textos das Convocações, dos Discursos e dos Experimentos foram elaborados por nosso Digno Imperator Emérito Frater Christian Bernard, num sutil processo de regeneração espiritual, sob a égide da Hierarquia Esotérica, o que vai viabilizar experiências místicas aos participantes. A Terapêutica Rosacruz perpetua a herança que os Essênios nos transmitiram em termos de cura. Vamos compreender melhor a nossa prática de Tratamento Rosacruz. Vamos compreender melhor o valor místico das práticas ritualísticas de abluções e de imersão para purificação de erros passados, introduzidas por Mestre Moria na comunidade essênia de El Fayum, no Egito, a qual, juntamente com as Escolas de Mistérios, era parte integrante da Ordem fundada por Tutmés III dirigida, na época, por Akhenaton. Os Essênios das comunidades de Engaddi e de Qumram levavam vida em comunidade de modo austero e na simplicidade, dando total primazia à busca espiritual e à prática do altruísmo. Dedicavam-se mais à prática de exercícios, objetivando o despertar de centros psíquicos, do que a colóquios filosóficos. Maria e José, pais de Jesus, eram Essênios. Jesus foi confiado a Mestres Essênios. Recebeu esmerada formação, sendo instruído e iniciado nos Mistérios, elevado à condição de Cristo, tendo recebido o influxo pelo qual se tornou uno com o Pai e instrumento da Vontade Divina para cumprir sua missão de Reparador e Conciliador da Humanidade terrena. Se você se sente preparado, por longos anos de Estudo Rosacruz. Se você sente necessidade da prática do silêncio na solitude interior. Então, e somente então, esta será uma grande oportunidade, pois um Portal se abre a você. Uma oportunidade especial e única para você, Artesão Iniciado, de coração puro e sincero! A decisão de aceitar esse convite e o compromisso de praticar o silêncio são unicamente seus! Participe!
Você conhece a Biblioteca Alexandria – AMORC?
Aberta aos Rosacruzes e ao público em geral para leitura e pesquisa, a Biblioteca Alexandria AMORC oferece um excelente acervo abrangendo cultura geral, porém o esoterismo é sua especialidade. É possível consultar o acervo da Biblioteca Alexandria – AMORC clicando aqui!
O Colégio da Fraternidade
Muitos dos leitores já ouviram falar de um ilustrador britânico, William Heath-Robinson (1872-1944), que desenhava projetos de máquinas inacreditáveis com eixos, rodas, botões e alavancas e de outras que pressupostamente fariam limpeza e muitas outras tarefas. A ilustração aqui apresentada poderia ser tomada como sendo uma das invenções de Heath-Robinson. Ela aparece com o título Colégio da Fraternidade numa publicação de Daniel Mogling, também chamado Theophilias Schweighart, intitulada Speculum Sophicum Rhodo-stauroticum. Ela foi desenhada, e talvez mesmo publicada, por volta de 1604, dez anos antes do Fama Fraternitatis, normalmente considerado como o primeiro livro anunciador da presença dos Rosacruzes. Este manifesto também é citado como a primeira publicação indubitavelmente rosacruz. Todavia, ele não surgiu subitamente do nada. As ideias que nele encontramos são fundadas em bases sólidas. Os escritos de Mogling mostram claramente sua convicção rosacruz. Além de seus escritos, encontramos indícios visuais suficientes e evidentes em nossa ilustração para mostrar seus laços com o Rosacrucianismo. Trata-se em particular da rosa e da cruz que se encontram dos lados da porta desse castelo móvel. Schweighart aconselha aqueles que buscam a senda rosacruz dizendo que sejam pacientes e que perseverem, como as pombas de Noé, que vemos alçando voo da arca, à esquerda no fundo da imagem, e que coloquem suas esperanças em Deus e em suas preces. Para começar, vejamos o simbolismo do castelo, antes de nos dedicarmos a certos elementos que o rodeiam nessa ilustração. Os castelos são o símbolo quase universal do refúgio interior – de um local onde a alma se comunica intimamente com Deus, com o Absoluto ou, segundo os rosacruzes, com o Cósmico. Ao lado de seus túmulos piramidais, os faraós ordenavam a construção de templos funerários a que chamavam de “palácios para milhões de anos”. Assim como os túmulos reais, eles eram destinados a durar eternamente, a fim de ligar o destino da obra humana à dos Deuses. Nestes “palácios”, os pais do rei finado podiam cultuá-lo e comemorar eternamente sua existência, comungando com todos os deuses necessários e fazendo-lhes oferendas. Nos salmos da Bíblia, um castelo, ou cidade fortificada, é utilizado como metáfora da própria Divindade. Isso leva a metáfora a outro plano. Ao invés de ser simplesmente um lugar onde é possível comungar com a Divindade, o castelo torna-se efetivamente o próprio Deus. O Mestre Eckhart diz, em um de seus sermões: “Existe na alma um castelo no qual nem o próprio olhar de Deus pode penetrar”. E ele prossegue explicando que isto se deve ao fato de que se trata do castelo de pura Unidade. Nos pensamentos judaico e cristão, e ainda em outros mais, o castelo representava a calma imóvel no cerne da natureza humana. No tratado taoísta O Mistério da Flor de Ouro, é dito que devemos fortificar e defender o Castelo Primitivo que é a casa de Hsing, ou seja, do Espírito. Os castelos são habitualmente construídos como lugares fortificados no cume de colinas, onde eram mais eficientemente protegidos. Assim como as casas, eles evocam um sentimento muito forte de proteção e de segurança. No entanto, seu posicionamento os torna isolados e longínquos, o que, dada a sua inacessibilidade, os torna ainda mais atraentes. De fato, parece que uma parte da natureza humana consiste em desejar aquilo que é inatingível. Nas pinturas, a Jerusalém Celeste é representada como um castelo com torres e ameias localizado no alto de um pico de uma montanha. Ainda que de difícil acesso, uma vez tendo-o alcançado, o peregrino lá encontra segurança e proteção. O Rosacrucianismo, simbolizado pelo colégio fraternal, ensina, entre outras coisas, como entrar em comunhão com as influências cósmicas. Essa parte interior de si, a qual é acessada durante a meditação e a contemplação e que conduz à comunhão com o Cósmico, também é remota e de difícil acesso. Porém, uma vez alcançada, todas as contingências exteriores se desvanecem e pode-se então repousar conscientemente na proteção do Cósmico até o retorno ao estado que precedia a meditação. Na ilustração de Schweighart, observamos que esse castelo tem certos laços com a Divindade. A palavra hebraica “Yahweh”, ou “Ieschouah”, está inscrita no céu, indicada como o Leste, acima de nosso castelo, assim como os escudos dos quatro defensores posicionados em cada uma das ameias dos quatro ângulos. Fato notável é que esses defensores não estão armados com espadas, mas com folhas de palma, que lembram a entrada do Cristo em Jerusalém, anunciada pelas mesmas palmas. Simbolicamente, somos levados a compreender que a existência provém do Cósmico e que esse dom é tão importante para cada um individualmente quando foi a entrada de Jesus na Cidade Santa para a população cristã. A Cidade Modelo, símbolo dos ideais utópicos, pode ser percebida pelas janelas do castelo, onde um irmão procura no globo o lugar de sua última existência humana. Um braço que se projeta de um dos ângulos com uma espada na mão indica que toda luta para atingir a realização não se produz pela entrada no castelo. Quando se progride na Senda, devesse estar sempre em guarda, a fim de se evitar certas emboscadas. Ainda que essas armadilhas não sejam numeradas, é claro que deve haver um elo com um “poço de falsa opinião”, pois a espada o domina. Como é muito difícil ser sincero para consigo mesmo e para com seus próprios ideais, é provavelmente isto que é sugerido aqui. A inspiração cósmica brilha sobre um peregrino, no canto inferior direito da ilustração. Sua espada e seu chapéu repousam no solo, próximos à bolsa contendo seusparamentos e seus sapatos. As inscrições em latim indicam que ele declara ser ignorante mas que roga ao Pai que o ilumine. Mas por que ele traz uma âncora nas mãos, já que não tem nenhum barco ou uma grande extensão d’água em vista? A âncora, último recurso dos marinheiros num mar revolto, tornou-se mais ou menos o símbolo da esperança. Como ela segura o barco, indica a firmeza e a fé infalível. Ela simboliza a ideia de que é possível pôr fim a uma vida muito turbulenta ancorando-se firmemente na fonte





