Harvey Spencer Lewis “Levanta-te, minha amada, formosa minha, vem a mim, Vê o inverno: já passou! Olha a chuva: já se foi! As flores começam a aparecer na Terra, O tempo do canto dos pássaros está chegando, E o arrulho da rola já pode ser ouvido.” – Cântico dos Cânticos, 2:10-12 Como a primavera é linda! Quanta promessa e quanta esperança ela contém! Quando retira a máscara da tragédia, a vida revela seu aspecto radiante de amor, de alegria e de beleza. Toda a natureza nos ensina a nos alegrarmos. Somos testemunhas de um renascimento da natureza, da encarnação das árvores e das flores – de uma nova promessa. A vida nos incentiva sempre. O fato de a vida ser encorajadora prova que o universo é amigável. “Amigável?”, pergunta você com surpresa, pensando nos conflitos e nas revoluções que acontecem em tantas partes do mundo. Sim, repito, o universo é amigável porque cabe a nós governá-lo. As leis que o governam são imutáveis. A resposta é invariável. É como um automóvel magnífico muito poderoso ou uma peça de um mecanismo complicado que nos prestam serviços maravilhosos uma vez que aprendemos a utilizá-los convenientemente e a prestar atenção neles de maneira adequada. É como acontece com nosso corpo. Que alegria suprema um corpo saudável, flexível e belo pode nos dar! Mas quanto conhecimento e quanto esforço são necessários para cultivar e manter a graça, o vigor e a força! O mundo é mais que uma simples máquina. É um elemento de beleza e uma fonte de inspiração e de alegria perpétuas. Segundo as palavras de Goethe, nosso corpo é “a veste do Deus Vivo, tecida no tear do tempo”. Na natureza, o artista, o poeta e o sábio encontram um alimento perpétuo. Ela descansa aquele que está cansado e tranquiliza o inconsolável; cura o doente; propicia uma cena viva e um pano de fundo no panorama da vida. O primeiro dom da vida é a lei do amor, que é a lei suprema do universo. Não há nada no mundo mais magnífico que o amor. Exatamente porque o amor existe é que a vida vale a pena ser vivida sempre. O amor é uma transfiguração. As tarefas mais sórdidas se tornam sublimes quando o amor entra em cena. A mãe envolve seu filho de amor e esquece as dores por que passou. O amor suscitou todas as realizações e todos os atos heroicos. Aquele que não passou pela experiência do amor é verdadeiramente pobre. O que importa a pobreza do presente? O que importam as provações e as tribulações do passado? O amor, como o arco-íris, projeta sua beleza sobre todas as coisas. A força do amor A amizade entre Davi e Jônatas se tornou imortal na literatura. Durante catorze anos, Jacó serviu a Labão para merecer sua filha Raquel; Emily Sedwick esperou vinte anos pelo poeta Tennyson. O grande ensaísta inglês Charles Lamb dedicou sua vida à sua irmã Mary, quando ela foi tomada por crises de loucura. O interesse brilha em nossos olhos quando ouvimos pronunciar os nomes de Romeu e Julieta, de Tristão e Isolda, de Paolo e Francesca – os amantes mais famosos do mundo. O amor! “Ah, doce mistério da vida, pelo menos eu o encontrei… É o amor, e apenas o amor, que o mundo procura”. Ele não ouve o dinheiro. Ele não se comanda. É um atributo de Deus. Quando a vida tem um dom tão maravilhoso a oferecer, pode ela alguma vez perder seu sabor e seu charme? Esse dom está à nossa disposição – será que alguém está privado dele? Não, meus amigos. Basta que vocês ouçam seus corações e Deus os inundará com uma corrente tão poderosa que vocês tocarão o alto dos Céus no mais divino êxtase e felicidade. Não temos necessidade de suspirar diante do sonho de amor dos jovens porque a amizade pode pertencer a quem a saiba ver. Isso pode parecer uma afirmação bem banal, mas uma grande amizade se conquista e não se ganha como um prêmio de loteria. Falo de alegrias que todos podem alcançar. Ainda mais sublime que a amizade, há um amor que se irradia a serviço do mundo. É o amor que você dá e não o amor que você recebe que transforma sua personalidade. Como diz com grande propriedade a poetisa americana Sara Teasdale: “O que te dou, a ti Que me amas profundamente e há tanto tempo? Que nunca deu asas à minha mente, Nem deu a meu coração uma canção? Mas, oh! a ele, que amei, Que jamais me amou, Dou a pequena porta Que atravessa a parede dos céus.” Todos aqueles que não têm amor na vida podem encontrar uma alma solitária, decepcionada, para derramar seu amor desmedido, divino, sem pensar em retribuição ou recompensa. Não pense nem por um instante que seu amor está perdido. Quem ama divinamente faz de Deus seu devedor. Que prêmio mais elevado o universo pode lhe oferecer? Cada um de nós pode encontrar uma obra, uma causa a servir para uma elevada dedicação da alma – para servir porque assim o desejamos, porque assim acreditamos, porque queremos ser uma pedra na construção do templo e um soldado a mais no glorioso exército de nossos sonhos. A força do momento Nesta magnífica estação, quero de todo o meu coração partilhar com vocês o amor e a alegria que enchem meu ser. Desejo que vocês sintam seus corações mais leves, suas almas em paz, seu desejo de viver mais forte, sua determinação de fazer e ousar mais firmes, sua confiança em si mesmos e no trabalho de nossa tão amada Ordem inabalável. No Bhagavad-Gita, Krishna diz ao trêmulo Arjuna que se esquivava da batalha: “Por que todo esse medo? A vitória é tua. Entra na batalha e luta.” Diz-se que o momento mais sombrio é aquele que precede a aurora. Vocês podem estar nesse momento decisivo em suas vidas. Seus rostos estão voltados para o oeste e está bem escuro. Tudo o que
A Ecologia
Jean-Philippe Deterville, FRC Durante muitos séculos o homem não se preocupou em proteger a Terra, considerando-se rei e mestre por direito divino. Neste sentido, a chegada de certo progresso industrial e técnico serve para racionalizar o desperdício sistêmico dos recursos naturais, a destruição da biosfera e o envenenamento da agua e dos alimentos. Este balanço pode parecer grave, por isso a humanidade está em uma encruzilhada e o homem deve entender que é hora de salvar o que ainda pode ser salvo. A ciência deve ser colocada a serviço da mais pura ética. Voltando à ecologia, para um Rosacruz não significa simplesmente proteger o meio ambiente natural. Na verdade, há ecologia espiritual na origem da ciência ecológica moderna. Em outras palavras, para compreender o valor da ecologia é preciso unir conhecimento e espiritualidade. O ambiente natural e sua proteção deveriam vir principalmente de uma abordagem espiritual, ou seja, se o homem não é capaz de cuidar da integridade do seu corpo físico, voluntariamente empobrecendo-o com falta de higiene de vida e pensamentos negativos, não pode restaurar a harmonia do ecossistema. Pais e mães, a nossa responsabilidade como místicos é muito grande neste período em que o obscurantismo tende a prevalecer e a irresponsabilidade tornou-se um modelo de vida. Não é preciso ser um iluminado para perceber que a humanidade já está pagando pelos erros do passado. A água está se tornado um dos bens de consumo mais raros do planeta, várias espécies de animais correm o risco de extinção, a camada de ozônio está seriamente ameaçada, pela falta do cuidado para manter nosso ar sem poluição, nossas terras estão sendo exploradas sem uma conscientização de regeneração etc. E o que é pior ainda, o abismo entre os ricos e pobres aumenta visivelmente, a desigualdade cresce na mesma proporção que a população e, por conseguinte, aumenta a intolerância, a pobreza e a injustiça. Precisamos aprender o cuidado com o nosso lar planetário e passar os conceitos para a sustentabilidade, para nossas crianças e jovens. Este é o momento de se envolver. Mesmo porque, sob a ótica da reencarnação, estamos preparando o nosso futuro e o de nossas crianças. Nosso dever é tomar consciência da situação e agir. Naturalmente temos que continuar orando, meditando e visualizando, mas também temos que dar o exemplo, praticando ações para o bem comum. Assim, gostaria de propor que neste mês todos refletissem e meditassem sobre a maneira como poderiam contribuir para a defesa do meio ambiente. Nossa Terra é o santuário de todos os seres vivos que nela habitam e, como tal, temos que protegê-la. Certamente suas meditações sobre este tema serão uma ajuda preciosa para o futuro da humanidade. Gostaria de insistir que é nosso dever manter em todas as circunstancias uma atitude positiva baseada na tolerância, na não-violência e na coragem e justiça. O universo inteiro está ligado e o menor pensamento vibra no diapasão do todo. Portanto, os pensamentos constituem os elementos espirituais da nossa biosfera. Ciente disso, os pais rosacruzes também podem agir de forma eficaz a serviço do belo e do bem, tanto no nível espiritual quanto físico e no material. É importante fazer todo o possível para que a humanidade possa usar todos os meios à sua disposição para proteger a nossa Mãe Terra.
Sementeira – Bosque Rosacruz
Visando beneficiar a sociedade e o meio ambiente através da campanha da Ecologia Espiritual, em 2012 foi inaugurada pelo frater Christian Bernard, uma sementeira no Bosque Rosacruz com a finalidade de produzir mudas de árvores nativas da região para doação à comunidade.
Movimento Rosacruz para uma Ecologia Espiritual
Ecologia Espiritual A Antiga e Mística Ordem Rosae Crucis, AMORC esteve, ao longo da história, atenta, sensível e atuante nas sociedades onde participou, como uma Organização místico-filosófica em busca do bem-estar das pessoas e das nações. No início do século XVII o velho mundo atravessava um momento muito peculiar marcado por guerras religiosas, doenças, explorações marítimas, o Renascimento em curso permeado de Humanismo e o advento de uma nova forma de fazer ciência. Os recém descobrimentos da pólvora, da bússola, do tipo para impressão moldavam um cenário que ainda tinha muito do que chamamos de medieval. No início da idade moderna havia um aspecto que exercia uma influência fundamental no progresso e desdobramento de todos os outros que viriam a seguir, e que os Rosacruzes da época, notadamente Francis Bacon, René Descartes, John Dee e Johann Valentim Andreae se empenharam para alterar: o paradigma religioso centrado em um modelo construído desde o século V da nossa era, a partir da queda do Império Romano. Baseado na sociedade feudal esse modo de vida se acentuou nos séculos seguintes fundamentado em valores anacrônicos cuja ética paternalista viria a ser tão bem criticada por Max Weber no século XIX, em sua célebre obra “A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo”. Havia a necessidade de mudança e de se lançar um novo olhar para o mundo e a sociedade. Neste momento, importante para o lado ocidental do planeta com intervalos breves os Rosacruzes anunciaram a sua volta através de três Manifestos – o Fama Fraternitatis, o Confessio Fraternitatis e o Bodas Alquímicas de Christian Rosenkreuz. Eles representaram para muitos uma luz no final do túnel, sendo chamados por alguns historiadores como verdadeiras tábuas para náufragos. Esses Rosacruzes se empenharam em alterar o status quo vigente através de um conjunto de medidas e ações que historicamente foi denominado de Movimento Rosacruz. O intento foi vitorioso na medida em que as tábulas de Bacon, o método cartesiano, a humanização da arte, o advento de um novo paradigma científico, o Iluminismo e até o Positivismo surgiram em decorrência deste Movimento. Hoje, os Rosacruzes se ocupam em perpetuar esta milenar Tradição e se empenham em torná-la o mais conhecida possível a um número cada vez maior de homens e mulheres de boa vontade. Entretanto, tal qual os Rosacruzes do Século XVII há um aspecto que não quer calar e que tem sido uma preocupação constante desde a edição do mais novo Manifesto Rosacruz, o IV Manifesto – chamado mui apropriadamente de Positio Fraternitatis Rosae Crucis, editado no 1º dia do Terceiro Milênio. Trata-se da questão ambiental. A saúde do planeta vem recebendo uma atenção muito especial por parte do nosso Imperator e Presidente da Suprema Grande Loja, Frater Christian Bernard que tem defendido um posicionamento ético em relação ao meio ambiente, visando a preservação e a conscientização dos nossos membros e até mesmo da sociedade em geral. Como um Manifesto contemporâneo a favor do meio ambiente e suas imbricações, os Rosacruzes têm, através do seu presidente mundial, uma posição clara na manutenção do bem estar das pessoas, povos e nações. Esta posição foi resumida num convite para uma tomada de consciência, séria, ética, responsável e mística sobre a Terra e à humanidade. Ela está resumida no documento que ele mesmo denominou “Exortação Rosacruz para uma Ecologia Espiritual”. Este documento, mais do que lido e meditado deve ser praticado através de pequenas e grandes ações que certamente no futuro poderão fazer muita diferença para o nosso mundo. Convidamos a ler e praticar o convite do nosso Imperator Émerito para uma nova Consciência a nosso respeito e de nossa relação com a Mãe-Terra. DOWNLOAD LITERATURA
Compensar a Natureza
Ronaldo Navarro Diniz, FRC Ao lançarmos um olhar para algumas décadas passadas, chegamos à conclusão de que hoje há, sem dúvida, um despertar de consciência para os problemas do meio-ambiente que antes não havia. Mas é possível viver na nossa atual sociedade sem agredir de maneira alguma o meio-ambiente? Pode-se dizer que isso é praticamente impossível, ainda. Digamos ainda, porque com o desenvolvimento da consciência humana, muita coisa está em vias de melhorar. Entretanto, apesar de não ser possível no nosso cotidiano ter somente hábitos que não agravem ainda mais a situação já bastante crítica do meio-ambiente, é certo que o Ser Humano pode se reeducar e aprender a fazer muito para diminuir consideravelmente essa agressão. E esse fazer muito às vezes é mais fácil do que se imagina. Óbvio que primeiramente é necessário ter a vontade de fazer algo. Nunca podemos esquecer a importância da Natureza na nossa vida. Somos todos interligados. Sem a Natureza nós não existiríamos. E se ela corre algum risco de desequilibrar-se, conseqüentemente acontecerá o mesmo com todos os seres vivos, a começar pelos humanos. Está mais do que claro que a nossa saúde depende da qualidade do ar que respiramos, da água que bebemos e dos alimentos que ingerimos. Ou seja, sem a Natureza não há sobrevivência humana possível no nosso planeta. Além da sobrevivência no que se refere à parte fisiológica do nosso ser, a Natureza exerce também uma forte influência no nosso psíquico. Quem não admira a Natureza? Diga-me uma única pessoa. Não há. Não há quem não admire um pôr-do-sol no oceano. Não há quem não se encante com uma paisagem natural de um lago tranqüilo e cristalino cercado por montanhas. Que dizer da exuberante vegetação das florestas, das cascatas, da variedade de flores e plantas? Dos pássaros? Dos animais? E quanto à beleza do mundo submerso? Dos mais variados peixes e corais? O ser humano ama a natureza porque ele é procedente dela e vive integrado com ela, tenha ele consciência disso ou não. Mas não basta somente amar a Natureza e cuidar das áreas naturais mais belas, cercando cada vez mais reservas ecológicas e incentivando o eco-turismo. Isso já é um grande passo, mas não o suficiente. A preocupação ambiental da atualidade vai muito além disso. Para citar apenas um exemplo, as reservas de água doce do planeta correm riscos graves devido ao desperdício e à acelerada contaminação por parte de indústrias descuidadas. Sendo assim, não há tempo suficiente para que a água se regenere e se purifique. Está na hora do ser humano mudar seu relacionamento com a água e passar a vê-la como um líquido preciosíssimo, pois na realidade, é exatamente isso o que ela é. Apesar de ter consciência que sua vida depende da Natureza, infelizmente não são ainda todas as pessoas que têm a vontade de fazer algo para cuidar dela, protegê-la de agressões, ameaças e extinções. Em alguns, essa vontade é nata. Em outros, precisa ser despertada. Depois de se ter a vontade de fazer algo é preciso informar-se de como fazer. Aqui entra o importantíssimo papel de publicações e eventos ecológicos, além das organizações protetoras do meio-ambiente, como por exemplo, o Greenpeace, não somente com seu valioso trabalho de informação, como também de ação. Mas não basta contribuir com uma parcela de dinheiro para essas organizações, o que na verdade já seria uma grande ajuda! Importante é também modificar algo no nosso dia-a-dia que possa estar direta ou indiretamente prejudicando o equilíbrio do meio-ambiente. De acordo nosso hábito comum de passar a culpa aos outros e não assumir responsabilidades, é muito fácil dizermos que quem deve tomar alguma providência a favor do meio-ambiente são os governos e as grandes empresas, as multinacionais poluidoras, que são quase sempre as maiores culpadas pelas catástrofes ambientais. Mas quem se encontra dentro das multinacionais? Seres humanos. E se o ser humano despertar seu interesse e sua vontade de fazer o mínimo pelo meio-ambiente já na sua própria casa, no seu cotidiano, ao invés de esperar que outros o façam? Como foi dito acima, é praticamente impossível que a forma de vida da atual sociedade seja cem por cento de acordo com a proteção ambiental. Para que assim fosse, deveríamos retornar para a o Período Paleolítico, retomando os hábitos dos homens das cavernas. Entretanto isso não estaria de acordo com a as leis cósmicas que regem nosso processo evolutivo. Para citar alguns pequenos exemplos, há pessoas que, por motivos profissionais e também particulares fazem várias viagens áreas no decorrer do ano. Todos sabem que a aviação é uma das inimigas do meio-ambiente por inúmeras razões. Entretanto, algumas dessas pessoas por não possuírem automóveis e utilizarem o transporte público e também bicicleta, já estão compensando um ato pelo outro. Alguns talvez sejam muito conscientes na utilização moderada de energia elétrica e água dentro de casa. outra importante atitude a favor do meio-ambiente. Há pessoas que talvez não possam abdicar do carro para ir trabalhar e mesmo para o lazer. Entretanto, raramente fazem uma viagem aérea e talvez sejam pessoas muito cuidadosas e atentas para evitar desperdícios desnecessários dentro de casa, procurando reaproveitar tudo o que seja possível ao invés de jogar facilmente no lixo. Talvez haja outros que precisam utilizar muita energia elétrica, mas por outro lado, evitam usar o carro sem necessidade e ainda por cima não comem carne bovina, ou a comem raramente apenas. A criação e manutenção do gado para corte exigem valores altíssimos de recursos ambientais. Outros são disciplinados na forma de separar lixo para ser reciclado, um hábito imprescindível que todo o mundo deveria fazer, além disso dão preferência para alimentos frescos provenientes da redondeza, procuram sempre que possível comprar artigos sem embalagens desnecessárias, informam-se quais produtos agridem o meio-ambiente e o evitam, procurando assim, com todos esses seus hábitos “verdes” compensar as viagens aéreas que fazem esporadicamente. Há quem trabalha em escritório de uma forma muito cuidadosa para não desperdiçar papel, sempre reutilizando o que for possível, além de usar papel reciclado





