[tdc_zone type=”tdc_content”][vc_row tdc_css=”eyJhbGwiOnsicGFkZGluZy10b3AiOiI0OCIsImJhY2tncm91bmQtY29sb3IiOiIjZmZmZmZmIiwiY29sb3ItMS1vdmVybGF5IjoiI2ZmZmZmZiIsImNvbG9yLTItb3ZlcmxheSI6IiNmZmZmZmYiLCJkaXNwbGF5IjoiIn0sInBob25lIjp7InBhZGRpbmctdG9wIjoiMjQiLCJwYWRkaW5nLXJpZ2h0IjoiMCIsInBhZGRpbmctbGVmdCI6IjAiLCJkaXNwbGF5IjoiIn0sInBob25lX21heF93aWR0aCI6NzY3LCJwb3J0cmFpdCI6eyJkaXNwbGF5IjoiIn0sInBvcnRyYWl0X21heF93aWR0aCI6MTAxOCwicG9ydHJhaXRfbWluX3dpZHRoIjo3Njh9″ full_width=”stretch_row_1200 td-stretch-content” el_class=”scroll_here”][vc_column tdc_css=”eyJhbGwiOnsiZGlzcGxheSI6IiJ9fQ==”][td_block_title title_tag=”h4″ custom_title=”I Viagem Cultural Rosacruz ao Egito” block_template_id=”td_block_template_13″ content_align_horizontal=”content-horiz-center” f_header_font_family=”325″ f_header_font_spacing=”6″ f_header_font_size=”eyJhbGwiOiI1MCIsImxhbmRzY2FwZSI6IjM2IiwicG9ydHJhaXQiOiIzNiIsInBob25lIjoiMjYifQ==” header_text_color=”var(–dreamland-black)” tdc_css=”eyJhbGwiOnsibWFyZ2luLWJvdHRvbSI6IjAiLCJwYWRkaW5nLWJvdHRvbSI6IjQwIiwiZGlzcGxheSI6IiJ9LCJwaG9uZSI6eyJwYWRkaW5nLWJvdHRvbSI6IjIwIiwiZGlzcGxheSI6IiJ9LCJwaG9uZV9tYXhfd2lkdGgiOjc2N30=” big_title_text=”AMORC GLP”][td_block_title title_tag=”h4″ custom_title=”10 a 23 de Fevereiro de 2024″ block_template_id=”td_block_template_12″ content_align_horizontal=”content-horiz-center” f_header_font_family=”325″ f_header_font_spacing=”6″ f_header_font_size=”eyJhbGwiOiIzMCIsImxhbmRzY2FwZSI6IjM2IiwicG9ydHJhaXQiOiIzNiIsInBob25lIjoiMjYifQ==” header_text_color=”var(–dreamland-black)” tdc_css=”eyJhbGwiOnsibWFyZ2luLWJvdHRvbSI6IjAiLCJwYWRkaW5nLXRvcCI6IjUiLCJwYWRkaW5nLWJvdHRvbSI6IjIwIiwiZGlzcGxheSI6IiJ9fQ==”][tdm_block_inline_text description=”RW1iYXJxdWUlMjBjb25vc2NvJTIwbmElMjBJJTIwVmlhZ2VtJTIwQ3VsdHVyYWwlMjBhbyUyMEVnaXRvJTIwZSUyMGRlc3ZlbmRlJTIwb3MlMjBlbmlnbWFzJTIwZGUlMjB1bWElMjBjaXZpbGl6YSVDMyVBNyVDMyVBM28lMjBtaWxlbmFyISUyMCUzQ2JyJTNFJTBBRXN0ZSUyMGNvbnZpdGUlMjAlQzMlQTklMjBhYmVydG8lMjBhJTIwdG9kb3MlMkMlMjBtZW1icm9zJTIwZSUyMG4lQzMlQTNvJTIwbWVtYnJvcyUyMGRhJTIwT3JkZW0lMjBSb3NhY3J1ei4lMjAlMEFWZW5oYSUyMHZpdmVuY2lhciUyMGElMjBncmFuZGlvc2lkYWRlJTIwZGFzJTIwcGlyJUMzJUEybWlkZXMlMkMlMjBleHBsb3JhciUyMHRlbXBsb3MlMjBhbmNlc3RyYWlzJTIwZSUyMG1lcmd1bGhhciUyMG5hJTIwaGlzdCVDMyVCM3JpYSUyMGZhc2NpbmFudGUlMjBkbyUyMEVnaXRvJTIwYW50aWdvLiUyMCUzQ2JyJTNFJTBB” content_align_horizontal=”content-horiz-left” description_color=”var(–dreamland-black)” f_descr_font_size=”eyJsYW5kc2NhcGUiOiIxNSIsInBvcnRyYWl0IjoiMTMiLCJwaG9uZSI6IjEzIn0=” tdc_css=”eyJhbGwiOnsicGFkZGluZy1yaWdodCI6IjcyIiwicGFkZGluZy1sZWZ0IjoiNzIiLCJkaXNwbGF5IjoiIn0sInBob25lIjp7InBhZGRpbmctcmlnaHQiOiIwIiwicGFkZGluZy1sZWZ0IjoiMCIsImRpc3BsYXkiOiIifSwicGhvbmVfbWF4X3dpZHRoIjo3Njd9″][/vc_column][/vc_row][vc_row tdc_css=”eyJhbGwiOnsicGFkZGluZy10b3AiOiI0OCIsInBhZGRpbmctcmlnaHQiOiI0OCIsInBhZGRpbmctYm90dG9tIjoiNjAiLCJwYWRkaW5nLWxlZnQiOiI0OCIsImJhY2tncm91bmQtY29sb3IiOiIjZmZmZmZmIiwiY29sb3ItMS1vdmVybGF5IjoiI2ZmZmZmZiIsImNvbG9yLTItb3ZlcmxheSI6IiNmZmZmZmYiLCJkaXNwbGF5IjoiIn0sInBob25lIjp7InBhZGRpbmctdG9wIjoiMjQiLCJwYWRkaW5nLXJpZ2h0IjoiMCIsInBhZGRpbmctbGVmdCI6IjAiLCJkaXNwbGF5IjoiIn0sInBob25lX21heF93aWR0aCI6NzY3fQ==” full_width=”stretch_row_1200 td-stretch-content”][vc_column tdc_css=”eyJhbGwiOnsiZGlzcGxheSI6IiJ9fQ==” width=”1/1″][vc_column_text tdc_css=”eyJhbGwiOnsibWFyZ2luLWJvdHRvbSI6IjYwIiwiZGlzcGxheSI6IiJ9fQ==”] NÃO PERCA ESSA CHANCE ÚNICA DE IMERSÃO CULTURAL. RESERVE SEU LUGAR HOJE MESMO! BAIXE AGORA O FOLDER DA VIAGEM E EMBARQUE NESSA JORNADA! INFORMAÇÕES: WHATSAPP: (+21) 995560066 [/vc_column_text][td_block_text_with_title] PROGRAMA PROGRAMA 10/02/24 – SÁBADO – 1º DIA – SAÍDA DE SÃO PAULO Comparecimento ao Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, para embarque no voo Emirates 262 às 01:25h, com jantar e cinema a bordo. Chegar ao aeroporto 4 horas antes, ou seja, às 21:00h do dia 09-02-24. 11/02/24 – DOMINGO – 2º DIA – DUBAI – CAIRO Chegada as 22:35h em Dubai. Embarque no voo Emirates 923 de conexão para o Cairo às 15:00h. Chegada prevista às 17:15h. Recepção no aeroporto, traslado ao Hotel Marriott, categoria cinco estrelas ou similar. Jantar. Noite livre. 12/02/24 – SEGUNDA-FEIRA – 3º DIA – SAQQARA – MÊNFIS Café da manhã. Saída para visitarmos Saqqara com a Pirâmide Escalonada do Rei Zozer, da terceira Dinastia, construída em 2630 a.C. pelo arquiteto Imhotep. Pela primeira vez adentraremos ao subsolo da pirâmide aberto ao público recentemente. Visitaremos também a Mastaba e o Museu de Hermes Trimegisto. Durante seus mais de 3000 anos de história, Mênfis foi um importante centro político-religioso e lugar de veneração do deus Ptah, além de ser a cidade de coroação dos faraós. Atualmente Mênfis é considerada um museu a céu aberto, onde se encontram diversas relíquias do país, destacando-se duas das estátuas mais importantes do Egito; o Colosso de Ramsés II, que apesar da falta de duas pernas, mede 10 metros de altura e, a Esfinge de Alabastro, esculpida a partir de uma única pedra de alabastro, medindo 4 metros de altura e 7 de largura; devido às suas feições e detalhes, acredita-se que representa a rainha Hatshepsut. 13/02/24 – TERÇA-FEIRA – 4º DIA – CAIRO ANTIGO BAIRRO COPTA – SALAH EL DIN CITADEL Café da manhã. Saída para visitarmos o Cairo antigo, através do bairro Copta onde se encontra a Igreja de São Sergio. Segundo a tradição cristã, este foi um dos lugares onde a Sagrada Família se refugiou. Panorâmica da Salah El Din Citadel com parada para visita a Mesquita de Mohammad Ali Pasha. Retorno ao hotel. 14/02/24 – QUARTA-FEIRA – 5º DIA – MUSEU DAS ANTIGAS CIVILIZAÇÕES – BAZAR KHAN-EL-KHALILI Visita ao Museu Nacional da Civilização Egípcia. O museu expõe 50.000 artefatos da antiga civilização egípcia, refletindo o desenvolvimento dessa civilização desde as datas mais remotas até os dias de hoje. Ali estão 22 múmias reais e 127 caixões reais que datam das dinastias XVII, XVIII, XIX e XX. Entre essas múmias estão as de Ramsés II, Tutmés III e Seth I. A seguir visitaremos o famoso Bazar Khan El Khalili. Retorno ao hotel. 15/02/24 – QUINTA-FEIRA – 6º DIA – CAIRO – ASWAN ABU SIMBEL (ÔNIBUS) Após o café da manhã, traslado ao aeroporto para embarque com destino a Aswan, onde faremos uma conexão com destino a Abu Simbel, que está localizada a 280 km ao sul de Aswan. Chegada. Check-in no Seti Abu Simbel Hotel. Após o jantar sairemos para assistir ao show de som e luzes no Templo de Abu Simbel. 16/02/24 – SEXTA-FEIRA – 7º DIA – ABU SIMBEL (ÔNIBUS) ASWAN Café da manhã. Saída para visitar o famoso Templo de Abu Simbel que foi salvo das águas do Nilo quando da construção da represa de Aswan. Pedra a pedra ele foi reconstruído em um novo local, sendo o mais completo, gigantesco e artístico templo existente na região. Após a visita, almoço no hotel e em seguida iniciaremos a viagem em ônibus de volta a Aswan. Chegada. Check in no navio hotel 5* Sonesta Moon Godess. À tarde passeio de Felucca no Nilo, passando pelo Mausoléu de Agha Khan, a Ilha de Elefantina e assistir ao pôr-do-sol. Lindo! 17/02/24 – SÁBADO – 8º DIA – TEMPLO PHILAE CRUZEIRO NO NILO Após o café da manhã, saída para visita ao templo de Philae consagrado a deusa Isis, que é considerada a Mãe Divina do Egito. No trajeto de volta, visita à represa de Aswan. Retorno ao navio e prosseguiremos navegando em direção a Kom Ombo. 18/02/24 – DOMINGO – 9º DIA – KOM OMBO – EDFU- ESNA Desembarque para visita ao Templo dedicado aos deuses Hórus e Sebek. Retorno ao navio. Desembarque em Edfu para visitarmos o templo cuja arquitetura é a mais conservada em todo o Egito, o qual é dedicado ao Deus Hórus. Retorno ao Navio. Ao longo da rota do cruzeiro teremos oportunidade para observar alguns dos aspectos da vida rural às margens do Rio Nilo que, em determinadas áreas, dá a impressão de que estamos vendo o Egito de milhares de anos atrás. Passaremos também pelas eclusas de Esna que foram construídas em 1906, com o objetivo de melhorar a navegação no rio Nilo. Chegada a Luxor. Noite livre. 19/02/24 – SEGUNDA-FEIRA – 10º DIA – VALE DOS REIS – TEMPLO DE LUXOR – AVENIDA DAS ESFINGES Após o café da manhã, desembarque para visitar o Vale dos Reis com entrada em algumas das mais famosas tumbas. Os gigantescos Colossos de Memnon, com seus vinte metros de altura, esculpidos em um monólito cada, os quais delimitavam a entrada do Templo de Amenóphis III, Deir El Bahari, Templo da Rainha Hatshepsut, a única mulher que governou o Egito. Almoço. Check-in no Sonesta St. George Luxor hotel, categoria 5*. Visita ao Templo de Luxor com seu famoso obelisco cujo par se encontra na Praça da Concórdia em Paris e finalmente uma caminhada pela avenida das Esfinges iluminadas. Retorno ao hotel. Jantar. 20/02/24 – TERÇA-FEIRA – 11º DIA – MUSEU DE LUXOR – TEMPLO DE KARNAK Após o café da manhã saída para visitar o Museu de Luxor um dos melhores museus de todo o Egito, expõe uma grande coleção de itens funerários do Egito Antigo e estátuas encontradas em áreas de
XXIV Viagem Místico-Iniciática Rosacruz ao Egito – ATENÇÃO – ÚLTIMAS INSCRIÇÕES NAS CONDIÇÕES ATÉ 28.07.2023
Programa da XXIV Viagem Místico-Iniciática Rosacruz ao Egito 15 de Outubro a 02 de Novembro de 2023 Não deixe passar esta oportunidade única! Se você está iniciado no 1º Grau de Templo, junte-se a nós nesta jornada emocionante pela Terra dos Faraós. Inscreva-se agora mesmo e faça parte dessa experiência inesquecível. Clique aqui e entre em contato! 15/10/23 – DOMINGO – 1º DIA – SAÍDA DE SÃO PAULO Comparecimento ao Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, para embarque no voo Emirates 262 às 01:25h, com jantar e cinema a bordo. Chegar ao aeroporto 4 horas antes, ou seja, às 21:00h do dia 14-10-23. 16/10/23 – SEGUNDA-FEIRA – 2º DIA – DUBAI – CAIRO Chegada as 22:35h em Dubai. Embarque no voo Emirates 923 de conexão para o Cairo às 15:00h. Chegada prevista às 17:15h. Recepção no aeroporto, traslado ao Hotel Marriott, categoria cinco estrelas ou similar. Jantar. Noite livre. 17/10/23 – TERÇA-FEIRA – 3º DIA – DASHOUR Após o café da manhã sairemos para visitar Dashour, área onde estão localizadas as Pirâmides Branca, Preta e Vermelha, onde será realizada a cerimônia Rosacruz. Esta área esteve fechada para visitantes por 25 anos e foi reaberta recentemente. Retorno ao hotel. 18/10/23 – QUARTA-FEIRA – 4º DIA –– CAIRO – ASWAN – ABU SIMBEL (ÔNIBUS) Após o café da manhã, traslado ao aeroporto para embarque com destino a Aswan, onde faremos uma conexão com destino a Abu Simbel, que está localizada a 280 km ao sul de Aswan. Chegada. Check-in no Seti Abu Simbel Hotel. Após o jantar sairemos para assistir ao show de som e luzes no Templo de Abu Simbel. 19/10/23 – QUINTA-FEIRA – 5º DIA – ABU SIMBEL (ÔNIBUS) – ASWAN Café da manhã. Saída para visitar o famoso Templo de Abu Simbel que foi salvo das águas do Nilo quando da construção da represa de Aswan. Pedra a pedra ele foi reconstruído em um novo local, sendo o mais completo, gigantesco e artístico templo existente na região. Após a visita, almoço no hotel e em seguida iniciaremos a viagem em ônibus de volta a Aswan. Chegada. Traslado ao Hotel Movenpick. À tarde passeio de Felucca no Nilo, passando pelo Mausoléu de Agha Khan, a Ilha de Elefantina e assistir ao pôr-do-sol. Lindo! Retorno ao hotel. 20/10/23 – SEXTA-FEIRA – 6º DIA – TEMPLO PHILAE – CRUZEIRO NO NILO De manhã cedo, saída para visita ao templo de Philae consagrado a deusa Isis, que é considerada a Mãe Divina do Egito, onde haverá a cerimônia Rosacruz. No trajeto de volta, visita à represa de Aswan. Check in no navio-hotel cinco estrelas Sonesta Moon Goddess ou similar, ou similar. Prosseguiremos navegando em direção a Kom Ombo. 21/10/23 – SÁBADO – 7º DIA – KOM OMBO – EDFU – ESNA Desembarque para visita ao Templo dedicado aos deuses Hórus e Sebek, onde faremos um período de meditação. Em Edfu, visitaremos o templo cuja arquitetura é a mais conservada em todo o Egito, o qual é dedicado ao Deus Hórus, onde acontecerá outra cerimônia Rosacruz. Retorno ao Navio. Ao longo da rota do cruzeiro teremos oportunidade para observar alguns dos aspectos da vida rural às margens do Rio Nilo que, em determinadas áreas, dá a impressão de que estamos vendo o Egito de milhares de anos atrás. Passaremos também pelas eclusas de Esna que foram construídas em 1906, com o objetivo de melhorar a navegação no rio Nilo. Chegada a Luxor. Noite livre. 22/10/23 – DOMINGO – 8º DIA – MUSEU DE LUXOR – TEMPLO DE LUXOR – AVENIDA DAS ESFINGES Após o café da manhã saída para visitar o Museu de Luxor um dos melhores museus de todo o Egito, expõe uma grande coleção de itens funerários do Egito Antigo e estátuas encontradas em áreas de Luxor. Tempo livre. Almoço. À tarde, visita ao Templo de Luxor com seu famoso obelisco cujo par se encontra na Praça da Concórdia em Paris e finalmente uma caminhada pela avenida das Esfinges iluminadas. Retorno ao hotel. Noite livre. 23/10/23 – SEGUNDA-FEIRA – 9º DIA – VALE DOS REIS Após o café da manhã, desembarque para visitar o Vale dos Reis com entrada em algumas das mais famosas tumbas, onde teremos a oportunidade de meditar à entrada da Tumba de Tutmés III, precursor da Tradição Rosacruz. Os gigantescos Colossos de Memnon, com seus vinte metros de altura, esculpidos em um monolito cada, os quais delimitavam a entrada do Templo de Amenóphis III, Deir El Bahari, Templo da Rainha Hatshepsut, a única mulher que governou o Egito e Medinet Habu, com o templo dedicado a Ramsés III. Check-in no Sonesta St. George Luxor hotel. Jantar. Noite Livre. 24/10/23 – TERÇA-FEIRA – 10º DIA – KARNAK – DENDERAH Saída pela manhã para visitar o Templo de Karnak com suas fileiras de esfinges e colunas monumentais, onde será realizada cerimônia Rosacruz. Retorno ao hotel. Após o café da manhã, sairemos para visitar o Templo de Dendarah dedicado a Hathor, a Deusa do Amor, onde haverá cerimônia Rosacruz. 25/10/23 – QUARTA-FEIRA – 11º DIA – LUXOR – ABYDOS Após o café da manhã sairemos com destino a Abydos, para visitar o Templo de Abydos, consagrado ao Deus Osíris, onde no passado todos os egípcios deveriam fazer uma peregrinação, ao menos uma vez na vida. Almoço. Check-In no Resort House of Life. Tempo livre para atividades independentes. 26/10/23 – QUINTA-FEIRA – 12º DIA – ABYDOS – ASYUT – EL MUHRRAQ MONASTERY Após o café da manhã partiremos em direção a Asyut, durante o trajeto faremos a visita ao Monastério Copta El Muhrraq, local utilizado pela Família Sagrada pelo maior período quando de sua fuga para o Egito, por essa razão, é considerado como a segunda Belém. Chegada a Asyut. Acomodação no hotel El Watanya Palace, hotel de categoria mais modesta, por estar localizado numa cidade onde não há hotelaria de grande porte. 27/10/23 – SEXTA-FEIRA – 13º DIA – ASYUT – TEL EL AMARNA – EL FAYOUM – CAIRO Após o café da manhã prosseguiremos com destino a Tel
Mito de Ísis e Osíris – Programa Presença e Harmonia
Ordem Rosacruz AMORC · Mito de Ísis e Osíris – Programa Presença e Harmonia O tema deste podcast é “Mito de Ísis e Osíris” com a soror Lucia Rodrigues Alves. O que podemos aprender com o antigo mito de Ísis e Osíris para nosso autoconhecimento? Este programa Presença & Harmonia apresenta uma cativante entrevista sobre o mito e sua interpretação e que reflexões podem ser conhecidas ao estudarmos a antiga tradição egípcia.
O Passado tem muito a Revelar – Ralph M. Lewis
Os poetas têm-se referido à vida como um palco, no qual cada um de nós desempenha um papel. Para alguns ela é o melodrama; para outros, a tragédia horrível ou o simulacro da comédia. Mas, para a maioria dos mortais, a vida é um entremeado de todas as gamas de emoções. A confrontação com as realidades da existência produz miríades de experiências. Algumas revivemos com alegria e orgulho; outras, no entanto, preferiríamos que o tempo e a idade velassem de nossa consciência. O passado já foi um presente fugaz. Com mais frequência, seus acontecimentos nos foram impostos. Como resultado, o que poderíamos ter aprendido com eles muitas vezes foi obscurecido pela atividade a que nos dedicávamos. Portanto, recordar não é fugir às exigências e responsabilidades do amanhã. A recordação pode nos dar uma perspectiva melhor e mais íntima de nossa vida. Pesquisador incansável, Fr. Ralph percorreu pessoalmente culturas até então não muito divulgadas, como Egito, Índia e Tibet, e nos traz destas paragens aquilo que aos olhos do místico é muito importante: a atenção ao que aconteceu verificado, quando possível, in loco, comprovando que o passado tem muito a revelar. A narrativa é suave, permeada de reflexões profundas à medida que o roteiro da viagem vai se desdobrando. Observamos pensamentos de contexto histórico e místico daquelas culturas. Ralph Lewis é um pensador que sabe valorizar a história porque a entende como um potencial de conhecimento. Ele prima por validar tradições que estão cobertas pela poeira dos tempos, mas que, não obstante, ainda conservam todo o seu frescor para aqueles que sabem extrair o “vinho novo de odres velhos”. Conheça a biblioteca rosacruz e vivencie emoções diferentes através da leitura! Clique aqui
Tothmea – Reconstrução facial forense
Quem é “Tothmea” “Tothmea” foi uma egípcia que viveu provavelmente no final do Terceiro Período Intermediário (1070 – 712 a. C.) ou no início do Período Tardio (c. 712 – 332 a. C.) – entre os séculos VI ou VII a. C.. Isto significa que ela é pelo menos 500 anos mais velha do que Jesus Cristo. Não sabemos muito sobre sua vida, até mesmo seu nome verdadeiro não é conhecido. Ela recebeu o apelido de “Tothmea” de um senhor chamado Farrar, em 1888, como homenagem aos faraós Tothmés, os quais governaram o Egito durante a 18ª dinastia (entre os anos de 1504 e 1425 a. C.). De acordo com uma das fontes escritas que consultarmos, datada de 1888, havia uma inscrição no ataúde de “Tothmea” a qual mencionava que ela teria se dedicado a serviço de Ísis. Sabemos que suas funções não eram propriamente sacerdotais, mas não podemos descartar a possibilidade de que ela tenha atuado como cantora ou até mesmo como musicista de um santuário da deusa. Do Egito para os Estados Unidos: “Tothmea” foi descoberta em uma necrópole de Tebas Ocidental na segunda metade do século XVIII. Em 1885, um secretário do governo americano chamado Samuel Sulivan Cox que visitava o Egito recebeu duas múmias do khediva Mohamed Pasha Tewfik. Ao retornar para Washington, em 1886, doou uma das múmias para o Smithsonian Institution ainda no mesmo ano. A outra, chamada posteriormente “Tothmea”, foi adquirida por H. C. Farrar, diretor do Museu George West em Round Lake. Em agosto de 1888, a múmia foi parcialmente desenfaixada em um auditório na Vila de Round Lake. A foto ao lado nos mostra a aparência de “Tothmea” e os experts que conduziram a realização da “cerimônia de desenfaixar”. Da esquerda para a direita aparecem: Prof. Lancing, “Tothmea”, Capitão Rogers (ao fundo), Bispo Newman e o Dr. Farrar (?). “Tothmea” permaneceu em exposição no Museu George West até 1918. No ano seguinte a instituição foi fechada. O acervo do museu foi desfeito, e a múmia acabou em um celeiro sob a responsabilidade de um senhor chamado Garnsey. Nesta época “Tothmea” era vista “perambulando” por Round Lake, pois garotos costumavam levá-la a passeio em uma carruagem. Provavelmente na década de trinta um professor, chamado Flanking Clute, se responsabilizou pela curadoria de “Tothmea”. Em 1939, ele decidiu deixá-la no Museu Schenectady. Nesta instituição a múmia foi exposta algumas vezes, mas acabou sendo esquecida, permanecendo guardada no porão. Posteriormente a 1975, o diretor George H. Cole decidiu exibi-la para um programa educativo em uma estação de televisão local. O Processo de Mumificação de “Tothmea”: De acordo com as informações referentes ao estado atual de conservação da múmia, pesquisadas durante os anos de 1997-1998, e a análise das imagens obtidas pela tomografia, cujo exame foi realizado no dia 11 de agosto de 1999, com o auxílio do Dr. Ênio Rogacheski (Chefe do Setor de Radiologia do Hospital das Clínicas/UFPR) foi possível reconstituir-mos o processo de mumificação ao qual “Tothmea” foi submetida. As cerimônias funerárias devem ter sido realizadas por sua família, em seguida “Tothmea” foi levada para o local do embalsamamento. Após um ritual de purificação, os embalsamadores iniciaram o processo com a extração do cérebro, realizada através das narinas. No interior do crânio foi injetado uma resina de origem vegetal (vestígios da mesma podem ser vistos na foto). Posteriormente dois tampões, feitos com pedaços de linho torcido, foram colocados nas cavidades nasais, lacrando-as. Os globos oculares não foram retirados, ambos encontram-se em bom estado de conservação. A evisceração foi realizada pelo método tradicional: uma incisão no lado esquerdo do abdômen. Os intestinos, rins, estômago e fígado foram extraídos. O diafragma foi perfurado para retirada dos pulmões e estranhamente, neste caso, o coração. As imagens do tórax revelaram que somente o saco pericárdico (membrana que envolve o coração), conserva-se acima da coluna vertebral. Este órgão, retirado por engano, deveria ter sido recolocado de acordo com os preceitos religiosos. As vísceras foram tratadas e guardadas, provavelmente, em vasos canópicos. Seguiu-se, neste ponto, uma nova etapa: o enchimento temporário do corpo. No caso de “Tothmea” os enchimentos só foram colocados na região do abdômen, e em pouca quantidade. O corpo foi então recoberto com natrão (mistura de carbonato, bicarbonato, sulfato e cloreto de sódio) por aproximadamente 35 dias. Após a desidratação, o excesso de natrão bem como os enchimentos temporários foram removidos. Os embalsamadores provavelmente lavaram o corpo e iniciaram a colocação do enchimento permanente. A tomografia revelou que as cavidades torácica e abdominal não foram completamente preenchidas. Apenas dois grandes rolos de linho foram colocados em ambos os lados da coluna vertebral, e sobre estes foi vertida resina (observe as duas setas na foto). Após a preparação final do interior do corpo, inúmeros pedaços de linho foram inseridos pela abertura, vedando-a. Verificamos que a face de “Tothmea” foi coberta com resina e, posteriormente, tal como o crânio, envolvida por inúmeras faixas de linho. Os embalsamadores enfaixaram os membros superiores separados do restante do tórax. Posteriormente estes foram dispostos ao longo do corpo, com as mãos sobre a região pubiana. Os membros inferiores foram, envolvidos separadamente com várias camadas de faixas, e posteriormente com uma nova seqüência unindo-os. Grande parte das faixas restantes de “Tothmea” contém vestígios de resina. Esta foi aplicada somente nas camadas internas para mantê-las unidas. Ao término do processo, “Tothmea” deve ter sido devolvida, como de costume, à sua família para a realização dos ritos funerários, a fim de que ela pudesse viver para sempre. Texto de autoria do arqueólogo Prof. Moacir Elias Santos (Pesquisador do Projeto “Tothmea” criado no Museu Egípcio e Rosacruz em 1997).




