Nesta entrevista com a Estudante Rosacruz e Martinista, soror Odete Julio da Silva Cardozo, é possível conhecer um pouco da história de Jean Baptiste Willermoz e como ele chegou na ordem dos Elus Cohen de Pasqually. Algumas simbologias místicas trazem muito sentido no legado que Willermoz deixou para todos nós, pois ele era admirado pela consistência de seus conhecimentos transmitidos para outros esoteristas. *A abordagem apresentada neste vídeo se refere ao estudo e pesquisa do(a) entrevistado(a) e não representa a palavra oficial da Ordem Rosacruz, AMORC.
Cerimônia In Memoriam
No dia 23, na data mais próxima possível do equinócio da primavera (no hemisfério sul), a Ordem Rosacruz realiza a Cerimônia In Memoriam, uma atividade aberta a não-rosacruzes em que se é comemorada a construção da Grande Pirâmide de Quéops, no Egito. Os Rosacruzes consideram que a Grande Pirâmide foi um Templo consagrado às Iniciações místicas praticadas pelas Escolas de Mistério egípcias, não tendo sido erigida para servir de mero túmulo. Esta Cerimônia homenageia a Tradição Rosacruz como um todo através das eras.
Dia Mundial de Limpeza de Rio e Praias
A Ordem Rosacruz – AMORC participou ativamente da ação do Dia Mundial de Limpeza de Rio e Praias A Ordem Rosacruz, AMORC é comprometida com ações de conscientização ambiental e, pela quarta vez, participou ativamente da ação do “Dia Mundial de Limpeza de Rio e Praias”. Um dia dedicado a retirar lixos dos rios marcou o sábado dia 21 de setembro, e o escolhido foi o Rio Atuba. Com organização da ONG Ocean Conservancy, todo o lixo coletado pelos voluntários é catalogado, pesado e fotografado. Depois de compilados esses dados são mandados para o Centro de Conservação dos Oceanos (Ocean Conservancy) para análise estatística que será encaminhada para a ONU, responsável pela Comissão Intergovernamental Oceanográfica (IOC). Essa ação faz parte de um movimento internacional (International Coastal Cleanup) que reúne voluntários em todo o mundo para a conscientização da importância da conservação de rios e praias. O mutirão de limpeza dos rios e praias faz parte de um programa de educação ambiental que mobiliza milhares de pessoas em todo o planeta e é realizado em mais de 100 países. Para o colaborador Luciano Bastos, a Ordem Rosacruz atua ativamente em apoio ao evento assumindo responsabilidades como patrocinador e com um número expressivo de voluntários para a ação, “a sede da Ordem é o ponto de encontro onde todas as pessoas envolvidas com a ação se encontram. Aqui é oferecido o café da manhã, realiza-se a organização para o credenciamento e é o ponto de partida do deslocamento até o local da ação”, explica Luciano. O Dia Mundial de Limpeza de Rio e Praias reforça o compromisso da AMORC com o Pacto Global da ONU e a Carta da Terra. A participação da AMORC é orientada através do projeto dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis – ODS em prol do meio ambiente que sustenta o compromisso da AMORC com o Planeta. E neste ano foi possível incluir um dos projetos dos ODS da AMORC (Grupo D – Limpeza do Rio Atuba) na ação. “O objetivo deste trabalho além de contribuir com uma meta global é, sem dúvida, mostrar que, muito mais que belas palavras, é fundamental uma ação prática e voluntária. Pensar e fazer é um compromisso de todos!”, ressaltam os colaboradores frisando a importância de se trabalhar em equipe para alcançar um resultado positivo e satisfatório. Todos os representantes do Grupo D – Limpeza do Rio Atuba, dos trabalhos dos ODS da AMORC, estiveram presentes e comprometidos com o evento. Para eles foi muito importante poder contribuir com esta ação envolvendo um trabalho que já está sendo desenvolvido há meses na organização com uma atividade que inclui outras instituições. Cerca de 180 pessoas, entre voluntários e organizadores, participaram desta ação e a quantidade de lixo retirada do Rio Atuba foi de 2,8 toneladas em 2,5 km percorridos. Itens de higiene pessoal, sacolas e sacos, embalagens de alimentos, garrafas PET e garrafas em geral, foram retirados de dentro do rio. Porém o que mais chamou a atenção dos voluntariados nesta ação foi a coleta de alguns itens exóticos como: sofás, louças, vaso sanitário, pneus, cadeiras de escritório, roupas e tecidos. Impressiona o fato de ver tanto lixo descartado incorretamente, mas é necessário fazer ações nesse sentido para conscientizar as pessoas de que é importante cada uma fazer a sua parte e descartar corretamente o seu lixo. Certamente evitar o descarte de qualquer tipo de lixo, por menor que seja, em locais não apropriados, já ajuda. As sacolas e tecidos quando encontram pedras ou galhos nas beiras de rios se tornam uma rede de acúmulo de muitos outros resíduos”, ressalta Luciano que foi voluntário em todas as ações que a Ordem Rosacruz participou. Para ele é animador o crescimento de voluntários a cada ano em que acontece o mutirão, esforço que não termina ao final do dia do evento e que também não pode ser limitado somente em um trabalho coletivo, mas sim, diário e individual. O trabalho de conscientização deve surtir efeito na comunidade para a diminuição de descarte de resíduos nos rios, mares, vias fluviais e na natureza com um todo, evitando por fim poluição, contaminação e diversas consequências já conhecidas, pois tais componentes prejudicam a vida nesses ambientes e impactam diretamente no equilíbrio da natureza. É um trabalho que deixou de ser preventivo, mas sim, necessário por conta das consequências atuais. “O planeta anseia por uma atitude da humanidade: façamos individualmente o nosso papel preventivo e corretivo com compromisso e em colaboração”, finaliza Luciano.
Claudio Mazzucco, Imperator da AMORC, concede entrevista para TVR1 da Romênia
Meditação pela Paz – Sou Responsável
MEDITAÇÃO PELA PAZ Sou Responsável PELA GUERRA… Quando orgulhosamente faço uso da minha inteligência para prejudicar o meu semelhante. Quando menosprezo as opiniões alheias que diferem das minhas próprias. Quando desrespeito os direitos alheios. Quando cobiço aquilo que uma outra pessoa conseguiu honestamente. Quando abuso da minha superioridade de posição, privando outros de sua oportunidade para progredir. Se considero apenas a mim próprio e a meus parentes pessoas privilegiadas. Quando me concedo direitos para monopolizar recursos naturais. Se acredito que outras pessoas devem pensar e viver da mesma maneira que eu. Quando penso que sucesso na vida depende exclusivamente do poder, da fama e da riqueza. Quando penso que a mente das pessoas deve ser dominada pela força e não educada pela razão. Se acredito que o Deus de minha concepção é aquele em que os outros devem acreditar. Quando penso que o país em que nasce o indivíduo deve ser necessariamente o lugar onde ele tem de viver. PELA PAZ… Se direciono correta e construtivamente os poderes da minha mente. Se concedo ao meu semelhante o direito pleno de se expressar, de acordo com seu próprio entendimento das verdades da vida. Se reconheço que os meus direitos cessam quando se iniciam os direitos de outros, e aceito isso como um mínimo indispensável de disciplina. Se faço uso dos poderes interiores para criar as minhas próprias oportunidades. Se consigo promover a evolução dos que me cercam, sem considerar ameaçada a minha posição, e entendo que esta é a minha maior fonte de sucesso. Se compreendo que as Leis Divinas diferem das criadas pelo Homem, e que nenhum direito divino especial é concedido a alguém unicamente por seu berço. Se reconheço que os recursos naturais devem servir indistintamente a todas as formas de vida, e que não me cabem direitos exclusivos sobre eles. Se compreendo que nada é mais livre do que o pensamento e que o pensamento construtivo transforma o Homem, direcionando-o à sua verdadeira meta. Quando sinto que toda felicidade depende do simples fato de existir… de estar de bem com a vida. Se percebo que todo ser humano pode vir a ser um grato amigo, quando convencido pela argumentação sincera. Se considero que “a Alma de Deus adquire personalidade no Homem”, e que este só pode conceber Deus a partir de sua própria percepção da Divindade. Se reconheço a mim e ao meu semelhante como partes integrantes do universo e que a cada um cabe a busca do lugar onde melhor possa servir. “Se estou em paz, eu promovo a paz dos que me cercam. Por sua vez, eles promovem a paz daqueles que estão à sua volta e que também farão o mesmo. Então, a paz começa por mim! E sem ela não pode haver a necessária transformação social.” – Ralph Maxwell Lewis, FRC
Tothmea – Reconstrução facial forense
Quem é “Tothmea” “Tothmea” foi uma egípcia que viveu provavelmente no final do Terceiro Período Intermediário (1070 – 712 a. C.) ou no início do Período Tardio (c. 712 – 332 a. C.) – entre os séculos VI ou VII a. C.. Isto significa que ela é pelo menos 500 anos mais velha do que Jesus Cristo. Não sabemos muito sobre sua vida, até mesmo seu nome verdadeiro não é conhecido. Ela recebeu o apelido de “Tothmea” de um senhor chamado Farrar, em 1888, como homenagem aos faraós Tothmés, os quais governaram o Egito durante a 18ª dinastia (entre os anos de 1504 e 1425 a. C.). De acordo com uma das fontes escritas que consultarmos, datada de 1888, havia uma inscrição no ataúde de “Tothmea” a qual mencionava que ela teria se dedicado a serviço de Ísis. Sabemos que suas funções não eram propriamente sacerdotais, mas não podemos descartar a possibilidade de que ela tenha atuado como cantora ou até mesmo como musicista de um santuário da deusa. Do Egito para os Estados Unidos: “Tothmea” foi descoberta em uma necrópole de Tebas Ocidental na segunda metade do século XVIII. Em 1885, um secretário do governo americano chamado Samuel Sulivan Cox que visitava o Egito recebeu duas múmias do khediva Mohamed Pasha Tewfik. Ao retornar para Washington, em 1886, doou uma das múmias para o Smithsonian Institution ainda no mesmo ano. A outra, chamada posteriormente “Tothmea”, foi adquirida por H. C. Farrar, diretor do Museu George West em Round Lake. Em agosto de 1888, a múmia foi parcialmente desenfaixada em um auditório na Vila de Round Lake. A foto ao lado nos mostra a aparência de “Tothmea” e os experts que conduziram a realização da “cerimônia de desenfaixar”. Da esquerda para a direita aparecem: Prof. Lancing, “Tothmea”, Capitão Rogers (ao fundo), Bispo Newman e o Dr. Farrar (?). “Tothmea” permaneceu em exposição no Museu George West até 1918. No ano seguinte a instituição foi fechada. O acervo do museu foi desfeito, e a múmia acabou em um celeiro sob a responsabilidade de um senhor chamado Garnsey. Nesta época “Tothmea” era vista “perambulando” por Round Lake, pois garotos costumavam levá-la a passeio em uma carruagem. Provavelmente na década de trinta um professor, chamado Flanking Clute, se responsabilizou pela curadoria de “Tothmea”. Em 1939, ele decidiu deixá-la no Museu Schenectady. Nesta instituição a múmia foi exposta algumas vezes, mas acabou sendo esquecida, permanecendo guardada no porão. Posteriormente a 1975, o diretor George H. Cole decidiu exibi-la para um programa educativo em uma estação de televisão local. O Processo de Mumificação de “Tothmea”: De acordo com as informações referentes ao estado atual de conservação da múmia, pesquisadas durante os anos de 1997-1998, e a análise das imagens obtidas pela tomografia, cujo exame foi realizado no dia 11 de agosto de 1999, com o auxílio do Dr. Ênio Rogacheski (Chefe do Setor de Radiologia do Hospital das Clínicas/UFPR) foi possível reconstituir-mos o processo de mumificação ao qual “Tothmea” foi submetida. As cerimônias funerárias devem ter sido realizadas por sua família, em seguida “Tothmea” foi levada para o local do embalsamamento. Após um ritual de purificação, os embalsamadores iniciaram o processo com a extração do cérebro, realizada através das narinas. No interior do crânio foi injetado uma resina de origem vegetal (vestígios da mesma podem ser vistos na foto). Posteriormente dois tampões, feitos com pedaços de linho torcido, foram colocados nas cavidades nasais, lacrando-as. Os globos oculares não foram retirados, ambos encontram-se em bom estado de conservação. A evisceração foi realizada pelo método tradicional: uma incisão no lado esquerdo do abdômen. Os intestinos, rins, estômago e fígado foram extraídos. O diafragma foi perfurado para retirada dos pulmões e estranhamente, neste caso, o coração. As imagens do tórax revelaram que somente o saco pericárdico (membrana que envolve o coração), conserva-se acima da coluna vertebral. Este órgão, retirado por engano, deveria ter sido recolocado de acordo com os preceitos religiosos. As vísceras foram tratadas e guardadas, provavelmente, em vasos canópicos. Seguiu-se, neste ponto, uma nova etapa: o enchimento temporário do corpo. No caso de “Tothmea” os enchimentos só foram colocados na região do abdômen, e em pouca quantidade. O corpo foi então recoberto com natrão (mistura de carbonato, bicarbonato, sulfato e cloreto de sódio) por aproximadamente 35 dias. Após a desidratação, o excesso de natrão bem como os enchimentos temporários foram removidos. Os embalsamadores provavelmente lavaram o corpo e iniciaram a colocação do enchimento permanente. A tomografia revelou que as cavidades torácica e abdominal não foram completamente preenchidas. Apenas dois grandes rolos de linho foram colocados em ambos os lados da coluna vertebral, e sobre estes foi vertida resina (observe as duas setas na foto). Após a preparação final do interior do corpo, inúmeros pedaços de linho foram inseridos pela abertura, vedando-a. Verificamos que a face de “Tothmea” foi coberta com resina e, posteriormente, tal como o crânio, envolvida por inúmeras faixas de linho. Os embalsamadores enfaixaram os membros superiores separados do restante do tórax. Posteriormente estes foram dispostos ao longo do corpo, com as mãos sobre a região pubiana. Os membros inferiores foram, envolvidos separadamente com várias camadas de faixas, e posteriormente com uma nova seqüência unindo-os. Grande parte das faixas restantes de “Tothmea” contém vestígios de resina. Esta foi aplicada somente nas camadas internas para mantê-las unidas. Ao término do processo, “Tothmea” deve ter sido devolvida, como de costume, à sua família para a realização dos ritos funerários, a fim de que ela pudesse viver para sempre. Texto de autoria do arqueólogo Prof. Moacir Elias Santos (Pesquisador do Projeto “Tothmea” criado no Museu Egípcio e Rosacruz em 1997).
Cerimônia Anual da Columba
Na primeira Convocação ritualística de maio, as Lojas e Capítulos de nossa Ordem realizam a Cerimônia Anual da Columba, a fim de prestar uma justa homenagem a todas as jovens que aceitaram servir à nossa Ordem em tão nobre e sagrada função. O significado de Columba é “pomba”, e a pomba é um símbolo profundamente místico e esotérico. A história das Columbas remonta ao tempo em que nos Templos havia um “fogo sagrado”, que era guardado por uma jovem denominada “Vestal”. As Vestais eram cuidadosamente preparadas especialmente para cumprir o honroso dever de manter acesa a Chama Sagrada, em todos os Templos. Sua presença constante nos rituais rosacruzes, simboliza a eterna presença da Consciência Divina, parte integrante de nossa alma.
Harmonização Rosacruz – Mensagem para reflexão e exercício prático de harmonização.
Mensagem para reflexão e exercício prático de harmonização. A metodologia rosacruz propõe uma técnica especial, desenvolvida através dos séculos, pela qual o Eu é preparado para alcançar a completa harmonização e identificação com a Consciência Interior. Durante as nossas meditações poderemos ser inspirados com ideias e soluções para as questões importantes da nossa vida, bem como experimentaremos paz e harmonia. A prática regular proporcionar-nos-á estímulo, coragem e energia, não apenas para nós mesmos, mas ajudando assim todos aqueles com quem nos relacionamos.
Meditação guiada para crianças
Sabendo da importância e dos benefícios da meditação, a Ordem Guias do Graal – OGG disponibiliza conteúdo para meditação guiada para crianças.
Humanidade – Christian Bernard, Imperator Emérito da AMORC
Sejamos uma luz e uma voz a serviço da humanidade! Unidos num só coração, aceitemos nossa condição humana e, quando chegar o momento de partirmos, não reneguemos nossa humanidade, não partamos descontentes com a vida e o façamos de forma que nosso último olhar pouse em rostos sorridentes.







