INSCREVA-SE! EMENTA: O curso tem por objetivo um estudo inicial da gramática do Egípcio Clássico, isto é a língua da primeira fase utilizada desde o Primeiro Período Intermediário até a XVIII dinastia (c. 2200 – 1350 a.C.), e conservada como língua de tradição, reservada para monumentos em épocas posteriores (c.1350 a.C. – 400 d.C.), para possibilitar a compreensão do sistema de escrita. Outrossim, verificaremos diversos tópicos relacionados a escrita, como a mitologia, o ofício dos escribas, a modificação da língua, a filologia e a decifração dos hieróglifos, que permitirão aos participantes adquirirem um amplo conhecimento sobre eles. METODOLOGIA: As aulas expositivas serão ministradas presencialmente, por meio de PowerPoint, contendo todo o conteúdo previsto para o curso. Semanalmente serão distribuídos materiais produzidos pelo docente, como os tópicos da gramática e os exercícios. A cada aula os exercícios serão corrigidos visando um melhor entendimento sobre eles. Será feita uma visita mediada a atual exposição “Medw-Netjer – Palavras Divinas” que trata da escrita. OBJETIVOS GERAL E ESPECÍFICOS: • Conhecer os elementos gramaticais mais simples do Egípcio Médio. • Compreender a lógica da escrita a partir de elementos gramaticais iniciais; • Apresentar a mitologia, a história da língua egípcia e os tipos de escrita em todas as suas fases; • Analisar como foi o processo de decifração que culminou com a publicação da obra de Jean-François Champollion; PÚBLICO-ALVO: Estudantes de Ensino Médio, estudantes universitários, historiadores, arqueólogos, professores de Ensino Fundamental e Médio, pessoas com interesse em línguas antigas e na área de Egiptologia. ESTRUTURA DO CURSO E CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: O curso de extensão é dividido em 4 aulas, totalizando 20 horas presenciais em formato presencial. Ao longo das aulas serão apresentados todos os temas descritos no conteúdo programático, sempre alternando com uma parte de gramática e outra voltada para a história relacionada à escrita. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: A mitologia e a escrita A invenção da escrita como algo divino. Os deuses relacionados a escrita: Toth e Seshat. Os escribas: A importância social. A escola: casa da vida. O aprendizado: ler e escrever. As diferentes funções dos escribas por meio da titulatura. Os materiais de escrita: O equipamento do escriba, paletas, tintas e os suportes de escrita: ostraca (figurativas, votivas e literárias) e papiro (da planta a confecção do papel). O Sistema Hieroglífico: A família linguística: Afro-Asiática; O surgimento e o desenvolvimento da língua egípcia na primeira e na segunda fases. As formas de escrita (hieroglífica, hierática, demótica e copta). História da filologia e a decifração dos hieróglifos: A conquista do Egito pelos romanos e o esquecimento dos hieróglifos; As tentativas na compreensão da língua egípcia por autores da Antiguidade, da Idade Média e do Renascimento; Os passos para a decifração, de Bartelémy até Champollion. O sentido da leitura e os Sinais: Os diferentes sentidos de leitura; A organização da escrita; Sinais pictográficos; Ideográficos; Fonéticos (uniliterais, biliterais e triliterais); e Determinativos; Complementos fonéticos. Algumas características da língua: Transposição honorífica; O sistema de transliteração; Consoantes fracas; Abreviação; Regras sobre a transliteração e transcrição dos textos. Substantivos: Gênero (masculino e feminino); Número (singular, dual e plural); Falsos plurais; Aposição, conexão e posse. Genitivo e Pronomes: Genitivo direto e indireto; Pronomes sufixos, independentes e dependentes; Pronomes demonstrativos; Pronomes possessivos e interrogativos. Numerais: Numerais cardinais e ordinais. PALESTRANTE: Dr. Moacir Elias Santos Graduado em Arqueologia pela Universidade Estácio de Sá (1999), é mestre (2002) e doutor (2012) em História Social pela Universidade Federal Fluminense, com pesquisas na área de História Antiga, com ênfase em Egiptologia. Realizou estágio de pós-doutorado em História na Universidade Estadual de Ponta Grossa (2014), desenvolvendo pesquisa sobre os “usos do passado” em cemitérios paranaenses. Ministra regularmente cursos sobre língua egípcia, história e arqueologia de sociedades antigas, atuando tanto no Brasil quanto no exterior. Datas: 13, 20, 27/6 e 04/07 das 13h30 às 17h30 Local: Sala de cursos Tônio Luna – Auditório H. Spencer Lewis Investimento: R$400,00
Curso: Os Mitos e sua Simbologia no Egito Antigo
INSCREVA-SE! PROFESSORES Profª Esp. Vivian Noitel Valim Tedardi. Licenciada em história, possui especialização em História do Brasil e História Antiga e Medieval, além de Patrimônio Cultural e Museografia. Atua como historiadora no Museu Egípcio e Rosacruz Tutankhamon desde 2003. Prof. Esp. Ewerson Thiago da Silva Dubiela. Licenciado em História e Museologia, possui especialização em História Antiga e Medieval e Cenografia. Atua como historiador no Museu Egípcio e Rosacruz Tutankhamon desde 2015. O Que você vai Aprender O curso irá surpreendê-lo pelo amplo universo de temas que reúne sobre as mitologias que explicavam, para os egípcios antigos, a criação do mundo, a ordem que o estruturava, quem o habitava, suas transformações e hierarquias. Você conhecerá alguns dos principais mitos do Egito Antigo relacionados à criação do cosmos e de tudo o que existe: o mito da cidade de Heliópolis, o Mito de Mênfis, o Mito Tebano e o Mito de Esna. E irá ainda mais além: compreenderá o conceito de Maat para o egípcio antigo e sua profunda relação com o mito da criação do mundo e com a monarquia divina, entendendo como esses conceitos se traduziram na arquitetura templária e na função exercida pelo faraó. Serão abordados também textos funerários, como o Mito da Vaca do Céu e o Mito do Nascimento Divino, que apresentam interpretações sobre a divisão do universo após a criação, sua ordem, os seres que o habitavam, suas hierarquias, seu formato geográfico e até o fim do mundo — além de revelar como o contexto funerário servia à legitimação do governo real. Surpreso até aqui? Há mais! O curso explora ainda as concepções de vida além-túmulo dos antigos egípcios, as primeiras formas de enterramento, o desenvolvimento das práticas funerárias e a produção das obras literárias desse importante ramo da cultura egípcia. CONTEÚDO Aula 1: Os Mitos Cosmogônicos Profa. Vivian Noitel Valim Tedardi • Os Mitos Cosmogônicos • O Mito de Heliópolis • O Mito de Hermópolis • O Mito de Memphis • Mito Tebano • Mito de Esna Aula 2: O Mito Fundador Da Monarquia Egípcia Profa. Vivian Noitel Valim Tedardi • O Mito fundador da monarquia egípcia Aula 03: Os Templos Como Microcosmo Da Criação Do Mundo Profa. Vivian Noitel Valim Tedardi • Maat – A Ordenação Cósmica • A Arquitetura Templária • O Rito Diário Aula 04: O Mito Da Destruição Da Humanidade Prof. Ewerson Thiago da Silva Dubiela • As Fontes do Mito da Vaca do Céu • Características • Aplicação do Mito • Significados do Mito • Formato do Mundo •Fim do Mundo Aula 05: O Nascimento Divino Prof. Ewerson Thiago da Silva Dubiela • As fontes sobre o Mito do Nascimento Divino • O Mito do Nascimento Divino de Deir El-Bahari • Objetivo do Mito do Nascimento Divino Aula 06: Como Explicar A Morte? Prof. Ewerson Thiago da Silva Dubiela • O Pré-Dinástico e suas Culturas • O cemitério Pré-Dinástico de Umm El-Qaab • Shunet El-Zebib • Hierakompolis • Explicações da outra vida e a separação dos Indivíduos • Biografias • Texto das Pirâmides • Texto dos Sarcófagos • Livro dos Mortos • Livros do outro mundo
Viagem Místico-Iniciática Rosacruz ao Egito – 18 de janeiro a 5 de fevereiro de 2026
XXVI Viagem Místico-Iniciática Rosacruz ao Egito 18 de JANEIRO a 05 de FEVEREIRO de 2026 TRADIÇÃO E SABEDORIA PRESENTE DO CÓSMICO – “Estar no Egito, terra onde floresceram a história e a Tradição da nossa Venerável Ordem, e poder trilhar o mesmo caminho que tantos buscadores do passado percorreram em busca da da Luz, é um verdadeiro presente do Cósmico. O processo de interiorização aumenta conforme penetramos nos mistérios dos templos e com o coração e a alma sentimos as vibrações de Philae, Kom Ombo, Edfu, Tutmés III, Medinet Abu, Dendera, Abidos, Karnac, Luxor, Dashur e Tell El-Amarna. Nossa peregrinação alcança o seu ápice quando, harmonizados com o Cósmico e com a atmosfera da terra dos faraós temos o privilégio de vivenciar o Lago Moeris, a Esfinge e a Grande Pirâmide de Queóps. Visualize a oportunidade concedida pelos Mestres pela dádiva em participar da XXVI Viagem Iniciática ao Egito sob os auspícios da Rosacruz ! Acesse o programa completo clicando aqui. Inscrições diretamente por contato com a soror Nininha Barbosa, pelo WhatsApp (+21) 9 9556-0066 ou e-mail: nininhabarbosa.rc.2012@gmail.com PROGRAMA DA VIAGEM 18/01/26- DOMINGO – 1º DIA – SAÍDA DE SÃO PAULO Comparecimento ao Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, para embarque no voo AZ 675 às 15h45, com jantar e cinema a bordo. Chegar ao aeroporto 4 horas antes, ou seja, às 1lh45 do dia 18/01/26. 19/01/26 – SEGUNDA-FEIRA – 2º DIA – ROMA- CAIRO Chegada às 6h45 em Roma. Embarque no voo AZ 896 de conexão para o Cairo às 12h40. Chegada prevista às 16h55. Recepção no aeroporto, traslado ao Hotel Marriott, categoria cinco estrelas ou similar. Jantar. Noite livre. 20/01/26- TERÇA-FEIRA – 3º DIA – DASHOUR Após o café da manhã sairemos para visitar Dashour, área onde estão localizadas as Pirâmides Branca, Preta e Vermelha, onde será realizada uma cerimônia rosacruz. Esta área esteve fechada para visitantes por 25 anos e foi reaberta recentemente. Retorno ao hotel. 21/01/26– QUARTA-FEIRA – 4º DIA – CAIRO ASWAN – ABU SIMBEL Após o café da manhã, traslado ao aeroporto para embarque com destino a Aswan, onde faremos uma conexão com destino a Abu Simbel, que está localizada a 280 km ao sul de Aswan. Chegada. Check-in no Seti Abu Simbel Hotel. Após o jantar sairemos para assistir ao show de som e luzes no Templo de Abu Simbel. 22/01/26 – QUINTA-FEIRA – 5º DIA – ABU SIMBEL – ASWAN Café da manhã. Saída para visitar o famoso Templo de Abu Simbel que foi salvo das águas do Nilo quando da construção da represa de Aswan. Pedra a pedra ele foi reconstruído em um novo local, sendo o mais completo, gigantesco e artístico templo existente na região. Após a visita, almoço no hotel e em seguida iniciaremos a viagem em ônibus de volta a Aswan. Chegada. Traslado ao Hotel Movenpick. À tarde passeio de Felucca no Nilo, passando pelo Mausoléu de Agha Khan, a Ilha de Elefantina e assistir ao pôr-do-sol. Lindo! Retorno ao hotel. 23/01/26 – SEXTA-FEIRA – 6º DIA – TEMPLO PHILAE – CRUZEIRO NO NILO De manhã cedo, saída para visita ao templo de Philae consagrado a deusa Isis, que é considerada a Mãe Divina do Egito, onde haverá uma cerimônia rosacruz. No trajeto de volta, visita à represa de Aswan. Check in no navio-hotel Sonesta Moon Goddess ou similar. Prosseguiremos navegando em direção a Kom Ombo. 24/01/26 – SÁBADO – 7º DIA – KOM OMBО – EDFU – ESNA Desembarque para visita ao Templo dedicado aos deuses Hórus e Sebek, onde faremos um período de meditação. Em Edfu, visitaremos o templo cuja arquitetura é a mais conservada em todo o Egito, o qual é dedicado ao Deus Hórus, onde acontecerá outra cerimônia rosacruz. Retorno ao Navio. Ao longo da rota do cruzeiro teremos oportunidade para observar alguns dos aspectos da vida rural às margens do Rio Nilo que, em determinadas áreas, dá a impressão de que estamos vendo o Egito de milhares de anos atrás. Passaremos também pelas eclusas de Esna que foram construídas em 1906, com o objetivo de melhorar a navegação no rio Nilo. Chegada a Luxor. Noite livre. 25/01/26 – DOMINGO – 8º DIA – MUSEU DE LUXOR – TEMPLO DE LUXOR – AVENIDA DAS ESFINGES Após o café da manhã, saída para visitar o Museu de Luxor um dos melhores museus de todo o Egito, uma grande coleção de itens funerários do Egito Antigo e estátuas encontradas em áreas de Luxor. Tempo livre. Almoço. À tarde, visita ao Templo de Luxor com seu famoso obelisco cujo par se encontra na Praça da Concórdia em Paris e, finalmente, uma caminhada pela avenida das Esfinges iluminadas. Retorno ao navio. Noite livre. 26/01/26 – SEGUNDA-FEIRA – 9º DIA – VALE DOS REIS Após o café da manhã, desembarque para visitar o Vale dos Reis com entrada em lgumas das mais famosas tumbas, onde teremos a oportunidade de meditar à entrada da Tumba de Tutmés III, precursor da Tradição Rosacruz. Veremos os gigantescos Colossos de Memnon, com seus vinte metros de altura, esculpidos em um monolito cada, os quais delimitavam a entrada do Templo de Amenóphis III, Deir El Bahari, Templo da Rainha Hatshepsut, a única mulher que governou o Egito. Checkin no Sonesta St. George Luxor hotel. Jantar. Noite livre. 27/01/26- TERÇA-FEIRA – 10º DIA – KARNAK Saída pela manhã para visitar o Templo de Karnak com suas fileiras de esfinges e colunas monumentais, onde será realizada cerimônia rosacruz. Retorno ao hotel para o café da manhã. Tempo livre. À tarde, saída para compras no mercado El-Souk onde se encontra uma variedade de produtos locais. Jantar no hotel e noite livre. 28/01/26 – QUARTA-FEIRA – 11º DIA – LUXOR – DANDARAH – ABYDOS Logo cedo, saída para visitar o Templo de Dandarah dedicado a Hathor, a Deusa do Amor, onde haverá cerimônia rosacruz. Depois, partiremos com destino a Abydos, para visitar o Templo consagrado ao Deus Osíris, onde no passado todos os egípcios deveriam fazer uma peregrinação, ao menos uma vez na vida. Almoço. Checkin no Resort House of Life.
Feliz dia da múmia 12! Museu Egípcio e Rosacruz – 17 de maio
Feliz dia da múmia 12! Oficina para crianças “Nos tempos de Tothmea” Data: 17 de maio de 2025 Horários disponíveis: Período da manha: 9h30 às 12h00 Período da tarde: 14h30 às 17h00. Local: Sala de cursos Museu Tutankhamon (Rua Nicarágua, 2620 – Bacacheri). Sinopse: Oficina para crianças de 06 a 12 anos com atividades que farão os pequenos conhecerem sobre o cotidiano de Tothmea, uma dama egípcia que viveu cerca de 2.700 anos atrás. Realizadores: Museu Egípcio e Rosacruz Tutankhamon e Museu de Arqueologia Ciro Flamarion Cardoso. Inscrição: R$60,00 por criança. https://www.ordemrosacruz.org.br/br/feliz-dia-da-mumia-12-oficina-para-criancas-nos-tempos-de-tothmea Informações: (41) 3351-3006 ou cultural@amorc.org.br
30 anos da Múmia Tothmea no Museu Egípcio – Data: 12 de abril à 04 de maio de 2025.
No dia 12 de abril para comemorar os 30 anos de Tothmea no Museu Egípcio e Rosacruz Tutankhamon serão realizadas as seguintes atividades: Exposição: “Trajetórias de Tothmea” A exposição “Trajetórias de Tothmea”, organizada pelo Museu Egípcio e Rosacruz Tutankhamon e pelo Museu de Arqueologia Ciro Flamarion Cardoso, apresenta documentação inédita que foi reunida pelo arqueólogo Moacir Elias Santos nos últimos 28 anos, incluindo livros, gravuras, cartões postais, fotografias e desenhos que estão diretamente relacionadas à história de Tothmea, desde sua saída do Egito, em 1886, até sua chegada ao Brasil, em 1995. A exposição traz também fotografias das análises realizadas no decorrer do projeto, imagens tomográficas que foram obtidas com o exame de tomografia axial computadorizada, realizado em 1999, e uma impressão 3D da primeira aproximação facial forense, realizada por Cícero Moraes. Todo esse acervo, devidamente estudado, tornou possível a compreensão de diversos aspectos da vida e da morte dessa egípcia antiga que há 30 anos foi trazida para Curitiba. Serviço: Exposição “Trajetórias de Tothmea” Local: Museu Egípcio & Rosacruz Tutankhamon – Curitiba/PR Endereço: Rua Nicarágua, 2453 – Bacacheri – 82515-260 – Curitiba, Paraná. Período: 12 de abril à 04 de maio de 2025. Palestra “Tothmea”: trinta anos no Museu Egípcio e Rosacruz A chegada de Tothmea em Curitiba, em 11 de abril de 1995, tornou possível, dois anos depois, a realização de um projeto de pesquisa denominado “Projeto Tothmea”. Dentre os objetivos elencados, estavam a recuperação da história dessa egípcia antiga, incluindo aspectos de sua vida, por meio de estudos do próprio corpo, bem como de sua preparação para a vida além-túmulo, por meio da análise de mumificação. Outrossim, almejávamos recuperar sua trajetória, desde sua saída do Egito para os Estados Unidos, onde passou mais de 100 anos, até sua transferência para o Brasil, em 1995. Nessa palestra trataremos dos pontos mais significativos do projeto, apresentando também as novas contribuições a ele incorporadas, como as duas aproximações faciais forenses, realizadas em 2013 e 2019. Serviço: 30 anos da Múmia Tothmea no Museu Egípcio Local: Museu Egípcio & Rosacruz Tutankhamon – Curitiba/PR Endereço: Rua Nicarágua, 2453 – Bacacheri – 82515-260 – Curitiba, Paraná. Data: 12 de abril Horário: 15h00 Inscrições para a palestra: Sympla – https://www.sympla.com.br/evento/palestra-tothmea-trinta-anos-no-museu-egipcio-e-rosacruz/2899430 Fonte: https://museuegipcioerosacruz.org.br/30-anos-da-mumia-tothmea-no-museu-egipcio/
Museu Egípcio e Rosacruz
O Museu Egípcio e Rosacruz foi inaugurado em 17 de outubro de 1990, durante a XIII Convenção Nacional Rosacruz, pelo Imperator, frater Christian Bernard, e pelo então Grande Mestre, frater Charles Vega Parucker. A casa ao lado do auditório foi transformada em museu e os detalhes da arquitetura egípcia foram inseridos à construção, que ficou semelhante a uma mastaba – estilo de tumba egípcia construída durante o Reino Antigo. A princípio, no mesmo prédio, funcionavam tanto o Museu Egípcio quanto a Biblioteca Alexandria. O acervo inicial do museu foi constituído por réplicas de peças autênticas confeccionadas e doadas pelo artista plástico Eduardo D’Ávila Vilela. Este realizava reproduções da arte egípcia antiga desde a década de 1970 e, durante alguns anos, levou para diversas cidades sua exposição, além de manter na cidade de Aparecida um museu com as peças que mais tarde pertenceriam à AMORC-GLP. Na década de 1980 confiou esse acervo primeiramente à Loja Rosacruz São Paulo, e depois à Grande Loja de Língua Portuguesa. Assim, em seu início, o Museu Egípcio e Rosacruz contava com 340 réplicas. Com o passar do tempo novas peças foram adquiridas. Estas foram realizadas por outros artistas plásticos como Aylton Thomás, Christopher Zoellner, Luiz César Vieira Branco, Moacir Elias Santos, Tathy Zimmermann e Fernando Cunha. Em seus primeiros anos o museu possuía duas salas, e na primeira exposição foram expostas 150 peças, sendo que a mostra de inauguração se dedicou aos períodos históricos do Egito Antigo, além da religião e mumificação. Em 1992 a Biblioteca Alexandria ganhou uma sede própria e o ambiente que a abrigava transformou-se em sala de exposição temporária. Em 11 de abril de 1995 chegou ao Museu Egípcio e Rosacruz a múmia Tothmea, doada pelo Museu Egípcio e Rosacruz de San José – Califórnia. Para abrigá-la, no ano anterior foi criada uma sala com pinturas inspiradas em tumbas do Egito Antigo, dividida em antecâmara e câmara funerária. Esta foi inaugurada no dia 10 de outubro de 1994, como atividade pré-convencional, sendo que o projeto e execução foram realizados pelo artista plástico Luiz César Vieira Branco. Para sua modernização, em 2012, a AMORC-GLP iniciou a construção de um novo prédio para o Museu Egípcio. No mesmo local de sua sede antiga foi construído um prédio de quatro andares e o museu passou a abrigar o seu piso térreo. Este novo local foi inaugurado no dia 22 de outubro de 2014, durante a XX Convenção Nacional Rosacruz, pelo Imperator, frater Christian Bernard, e pelo Grande Mestre Emérito, frater Hélio de Moraes e Marques. Neste novo local a múmia Tothmea recebeu uma nova tumba – sua “Casa da Eternidade”, com pinturas que seguem o modelo das tumbas egípcias do Reino Novo, mais especificamente da XVIII dinastia. Esta foi realizada por Eduardo D’Ávila Vilela e o projeto foi elaborado pelo arqueólogo Moacir Elias Santos. A cada dois anos o Museu Egípcio e Rosacruz oferece uma nova exposição ao público visitante, para que as cerca de 750 peças que compõem atualmente seu acervo possam estar disponíveis para o conhecimento do público. Museu Egípcio e Rosacruz – Localização e Horários Localização: O Museu Egípcio e Rosacruz está situado no endereço Rua Nicarágua, 2620, no bairro Bacacheri, em Curitiba, PR. Horário da Bilheteria: Terça a Sexta-feira: 10h às 16h30, com entrada permitida até as 17h30. Sábados, Domingos e Feriados (exceto Segundas-feiras): 10h às 16h30, com entrada permitida até as 17h00. Observação: Os ingressos estarão disponíveis para compra até 1 hora antes do horário de encerramento. Para verificar os preços dos ingressos, acesse nossa página de valores disponível aqui!
XXIV Viagem Místico-Iniciática Rosacruz ao Egito – ATENÇÃO – ÚLTIMAS INSCRIÇÕES NAS CONDIÇÕES ATÉ 28.07.2023
Programa da XXIV Viagem Místico-Iniciática Rosacruz ao Egito 15 de Outubro a 02 de Novembro de 2023 Não deixe passar esta oportunidade única! Se você está iniciado no 1º Grau de Templo, junte-se a nós nesta jornada emocionante pela Terra dos Faraós. Inscreva-se agora mesmo e faça parte dessa experiência inesquecível. Clique aqui e entre em contato! 15/10/23 – DOMINGO – 1º DIA – SAÍDA DE SÃO PAULO Comparecimento ao Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, para embarque no voo Emirates 262 às 01:25h, com jantar e cinema a bordo. Chegar ao aeroporto 4 horas antes, ou seja, às 21:00h do dia 14-10-23. 16/10/23 – SEGUNDA-FEIRA – 2º DIA – DUBAI – CAIRO Chegada as 22:35h em Dubai. Embarque no voo Emirates 923 de conexão para o Cairo às 15:00h. Chegada prevista às 17:15h. Recepção no aeroporto, traslado ao Hotel Marriott, categoria cinco estrelas ou similar. Jantar. Noite livre. 17/10/23 – TERÇA-FEIRA – 3º DIA – DASHOUR Após o café da manhã sairemos para visitar Dashour, área onde estão localizadas as Pirâmides Branca, Preta e Vermelha, onde será realizada a cerimônia Rosacruz. Esta área esteve fechada para visitantes por 25 anos e foi reaberta recentemente. Retorno ao hotel. 18/10/23 – QUARTA-FEIRA – 4º DIA –– CAIRO – ASWAN – ABU SIMBEL (ÔNIBUS) Após o café da manhã, traslado ao aeroporto para embarque com destino a Aswan, onde faremos uma conexão com destino a Abu Simbel, que está localizada a 280 km ao sul de Aswan. Chegada. Check-in no Seti Abu Simbel Hotel. Após o jantar sairemos para assistir ao show de som e luzes no Templo de Abu Simbel. 19/10/23 – QUINTA-FEIRA – 5º DIA – ABU SIMBEL (ÔNIBUS) – ASWAN Café da manhã. Saída para visitar o famoso Templo de Abu Simbel que foi salvo das águas do Nilo quando da construção da represa de Aswan. Pedra a pedra ele foi reconstruído em um novo local, sendo o mais completo, gigantesco e artístico templo existente na região. Após a visita, almoço no hotel e em seguida iniciaremos a viagem em ônibus de volta a Aswan. Chegada. Traslado ao Hotel Movenpick. À tarde passeio de Felucca no Nilo, passando pelo Mausoléu de Agha Khan, a Ilha de Elefantina e assistir ao pôr-do-sol. Lindo! Retorno ao hotel. 20/10/23 – SEXTA-FEIRA – 6º DIA – TEMPLO PHILAE – CRUZEIRO NO NILO De manhã cedo, saída para visita ao templo de Philae consagrado a deusa Isis, que é considerada a Mãe Divina do Egito, onde haverá a cerimônia Rosacruz. No trajeto de volta, visita à represa de Aswan. Check in no navio-hotel cinco estrelas Sonesta Moon Goddess ou similar, ou similar. Prosseguiremos navegando em direção a Kom Ombo. 21/10/23 – SÁBADO – 7º DIA – KOM OMBO – EDFU – ESNA Desembarque para visita ao Templo dedicado aos deuses Hórus e Sebek, onde faremos um período de meditação. Em Edfu, visitaremos o templo cuja arquitetura é a mais conservada em todo o Egito, o qual é dedicado ao Deus Hórus, onde acontecerá outra cerimônia Rosacruz. Retorno ao Navio. Ao longo da rota do cruzeiro teremos oportunidade para observar alguns dos aspectos da vida rural às margens do Rio Nilo que, em determinadas áreas, dá a impressão de que estamos vendo o Egito de milhares de anos atrás. Passaremos também pelas eclusas de Esna que foram construídas em 1906, com o objetivo de melhorar a navegação no rio Nilo. Chegada a Luxor. Noite livre. 22/10/23 – DOMINGO – 8º DIA – MUSEU DE LUXOR – TEMPLO DE LUXOR – AVENIDA DAS ESFINGES Após o café da manhã saída para visitar o Museu de Luxor um dos melhores museus de todo o Egito, expõe uma grande coleção de itens funerários do Egito Antigo e estátuas encontradas em áreas de Luxor. Tempo livre. Almoço. À tarde, visita ao Templo de Luxor com seu famoso obelisco cujo par se encontra na Praça da Concórdia em Paris e finalmente uma caminhada pela avenida das Esfinges iluminadas. Retorno ao hotel. Noite livre. 23/10/23 – SEGUNDA-FEIRA – 9º DIA – VALE DOS REIS Após o café da manhã, desembarque para visitar o Vale dos Reis com entrada em algumas das mais famosas tumbas, onde teremos a oportunidade de meditar à entrada da Tumba de Tutmés III, precursor da Tradição Rosacruz. Os gigantescos Colossos de Memnon, com seus vinte metros de altura, esculpidos em um monolito cada, os quais delimitavam a entrada do Templo de Amenóphis III, Deir El Bahari, Templo da Rainha Hatshepsut, a única mulher que governou o Egito e Medinet Habu, com o templo dedicado a Ramsés III. Check-in no Sonesta St. George Luxor hotel. Jantar. Noite Livre. 24/10/23 – TERÇA-FEIRA – 10º DIA – KARNAK – DENDERAH Saída pela manhã para visitar o Templo de Karnak com suas fileiras de esfinges e colunas monumentais, onde será realizada cerimônia Rosacruz. Retorno ao hotel. Após o café da manhã, sairemos para visitar o Templo de Dendarah dedicado a Hathor, a Deusa do Amor, onde haverá cerimônia Rosacruz. 25/10/23 – QUARTA-FEIRA – 11º DIA – LUXOR – ABYDOS Após o café da manhã sairemos com destino a Abydos, para visitar o Templo de Abydos, consagrado ao Deus Osíris, onde no passado todos os egípcios deveriam fazer uma peregrinação, ao menos uma vez na vida. Almoço. Check-In no Resort House of Life. Tempo livre para atividades independentes. 26/10/23 – QUINTA-FEIRA – 12º DIA – ABYDOS – ASYUT – EL MUHRRAQ MONASTERY Após o café da manhã partiremos em direção a Asyut, durante o trajeto faremos a visita ao Monastério Copta El Muhrraq, local utilizado pela Família Sagrada pelo maior período quando de sua fuga para o Egito, por essa razão, é considerado como a segunda Belém. Chegada a Asyut. Acomodação no hotel El Watanya Palace, hotel de categoria mais modesta, por estar localizado numa cidade onde não há hotelaria de grande porte. 27/10/23 – SEXTA-FEIRA – 13º DIA – ASYUT – TEL EL AMARNA – EL FAYOUM – CAIRO Após o café da manhã prosseguiremos com destino a Tel
Podcast Sobek – O crocodilo – Museu Egípcio e Rosacruz
Ordem Rosacruz AMORC · Sobek – O crocodilo – Museu Egípcio e Rosacruz Sobek – O crocodilo era um animal temido pelos egípcios, porém, eles também observavam questões positivas em relação ao animal, tanto que o relacionaram ao deus Sobek. Conheça um pouco mais sobre este deus ouvindo este podcast do Museu Egípcio e Rosacruz Tutankhamon.
Tothmea – Reconstrução facial forense
Quem é “Tothmea” “Tothmea” foi uma egípcia que viveu provavelmente no final do Terceiro Período Intermediário (1070 – 712 a. C.) ou no início do Período Tardio (c. 712 – 332 a. C.) – entre os séculos VI ou VII a. C.. Isto significa que ela é pelo menos 500 anos mais velha do que Jesus Cristo. Não sabemos muito sobre sua vida, até mesmo seu nome verdadeiro não é conhecido. Ela recebeu o apelido de “Tothmea” de um senhor chamado Farrar, em 1888, como homenagem aos faraós Tothmés, os quais governaram o Egito durante a 18ª dinastia (entre os anos de 1504 e 1425 a. C.). De acordo com uma das fontes escritas que consultarmos, datada de 1888, havia uma inscrição no ataúde de “Tothmea” a qual mencionava que ela teria se dedicado a serviço de Ísis. Sabemos que suas funções não eram propriamente sacerdotais, mas não podemos descartar a possibilidade de que ela tenha atuado como cantora ou até mesmo como musicista de um santuário da deusa. Do Egito para os Estados Unidos: “Tothmea” foi descoberta em uma necrópole de Tebas Ocidental na segunda metade do século XVIII. Em 1885, um secretário do governo americano chamado Samuel Sulivan Cox que visitava o Egito recebeu duas múmias do khediva Mohamed Pasha Tewfik. Ao retornar para Washington, em 1886, doou uma das múmias para o Smithsonian Institution ainda no mesmo ano. A outra, chamada posteriormente “Tothmea”, foi adquirida por H. C. Farrar, diretor do Museu George West em Round Lake. Em agosto de 1888, a múmia foi parcialmente desenfaixada em um auditório na Vila de Round Lake. A foto ao lado nos mostra a aparência de “Tothmea” e os experts que conduziram a realização da “cerimônia de desenfaixar”. Da esquerda para a direita aparecem: Prof. Lancing, “Tothmea”, Capitão Rogers (ao fundo), Bispo Newman e o Dr. Farrar (?). “Tothmea” permaneceu em exposição no Museu George West até 1918. No ano seguinte a instituição foi fechada. O acervo do museu foi desfeito, e a múmia acabou em um celeiro sob a responsabilidade de um senhor chamado Garnsey. Nesta época “Tothmea” era vista “perambulando” por Round Lake, pois garotos costumavam levá-la a passeio em uma carruagem. Provavelmente na década de trinta um professor, chamado Flanking Clute, se responsabilizou pela curadoria de “Tothmea”. Em 1939, ele decidiu deixá-la no Museu Schenectady. Nesta instituição a múmia foi exposta algumas vezes, mas acabou sendo esquecida, permanecendo guardada no porão. Posteriormente a 1975, o diretor George H. Cole decidiu exibi-la para um programa educativo em uma estação de televisão local. O Processo de Mumificação de “Tothmea”: De acordo com as informações referentes ao estado atual de conservação da múmia, pesquisadas durante os anos de 1997-1998, e a análise das imagens obtidas pela tomografia, cujo exame foi realizado no dia 11 de agosto de 1999, com o auxílio do Dr. Ênio Rogacheski (Chefe do Setor de Radiologia do Hospital das Clínicas/UFPR) foi possível reconstituir-mos o processo de mumificação ao qual “Tothmea” foi submetida. As cerimônias funerárias devem ter sido realizadas por sua família, em seguida “Tothmea” foi levada para o local do embalsamamento. Após um ritual de purificação, os embalsamadores iniciaram o processo com a extração do cérebro, realizada através das narinas. No interior do crânio foi injetado uma resina de origem vegetal (vestígios da mesma podem ser vistos na foto). Posteriormente dois tampões, feitos com pedaços de linho torcido, foram colocados nas cavidades nasais, lacrando-as. Os globos oculares não foram retirados, ambos encontram-se em bom estado de conservação. A evisceração foi realizada pelo método tradicional: uma incisão no lado esquerdo do abdômen. Os intestinos, rins, estômago e fígado foram extraídos. O diafragma foi perfurado para retirada dos pulmões e estranhamente, neste caso, o coração. As imagens do tórax revelaram que somente o saco pericárdico (membrana que envolve o coração), conserva-se acima da coluna vertebral. Este órgão, retirado por engano, deveria ter sido recolocado de acordo com os preceitos religiosos. As vísceras foram tratadas e guardadas, provavelmente, em vasos canópicos. Seguiu-se, neste ponto, uma nova etapa: o enchimento temporário do corpo. No caso de “Tothmea” os enchimentos só foram colocados na região do abdômen, e em pouca quantidade. O corpo foi então recoberto com natrão (mistura de carbonato, bicarbonato, sulfato e cloreto de sódio) por aproximadamente 35 dias. Após a desidratação, o excesso de natrão bem como os enchimentos temporários foram removidos. Os embalsamadores provavelmente lavaram o corpo e iniciaram a colocação do enchimento permanente. A tomografia revelou que as cavidades torácica e abdominal não foram completamente preenchidas. Apenas dois grandes rolos de linho foram colocados em ambos os lados da coluna vertebral, e sobre estes foi vertida resina (observe as duas setas na foto). Após a preparação final do interior do corpo, inúmeros pedaços de linho foram inseridos pela abertura, vedando-a. Verificamos que a face de “Tothmea” foi coberta com resina e, posteriormente, tal como o crânio, envolvida por inúmeras faixas de linho. Os embalsamadores enfaixaram os membros superiores separados do restante do tórax. Posteriormente estes foram dispostos ao longo do corpo, com as mãos sobre a região pubiana. Os membros inferiores foram, envolvidos separadamente com várias camadas de faixas, e posteriormente com uma nova seqüência unindo-os. Grande parte das faixas restantes de “Tothmea” contém vestígios de resina. Esta foi aplicada somente nas camadas internas para mantê-las unidas. Ao término do processo, “Tothmea” deve ter sido devolvida, como de costume, à sua família para a realização dos ritos funerários, a fim de que ela pudesse viver para sempre. Texto de autoria do arqueólogo Prof. Moacir Elias Santos (Pesquisador do Projeto “Tothmea” criado no Museu Egípcio e Rosacruz em 1997).








