Ordem Rosacruz AMORC · Museu Egípcio e Rosacruz Tutankhamon
Claudio Mazzucco, Imperator AMORC
Imperator da Ordem Rosacruz, AMORC Frater Claudio Mazzucco nasceu em 11 de maio de 1960 em Vicenza, Itália. Quando tinha seis anos, sua família se mudou para o Brasil, onde ele viveu por mais de vinte anos. Foi lá, em 1977, que ele foi apresentado à Ordem Rosacruz. Mais tarde, ele retornou à Itália. Frater Mazzucco se formou e recebeu um diploma em Engenharia Química. Ele é casado e tem duas filhas. Ele ocupou várias posições ritualísticas e administrativas, incluindo Mestre de Capítulo, Monitor Regional, Grande Conselheiro e Orador. Em 18 de agosto de 2019, Frater Claudio Mazzucco foi instalado como Imperator da Ordem Rosacruz AMORC durante a Convenção Mundial da AMORC em Roma, Itália. Presidente da Suprema Grande Loja da AMORC e Soberano Grande Mestre da Ordem Martinista Tradicional.
Somos Todos Um: uma exposição fotográfica
Nesta quinta-feira entrou em cartaz no Espaço de Arte Francis Bacon a Exposição Somos Todos Um, da fotógrafa Cida Demarchi, que apresenta a imagem da caveira representando a vida, a natureza dos ciclos e o quanto que esse símbolo nos remete ao pensar na vida. A mostra fica aberta até o dia 29 deste mês e a entrada é gratuita. O trabalho autoral de Cida gira entorno da questão do preconceito e para esta mostra ela traz homens de gênero, profissão, raça e credo diferentes, maquiados como caveiras, transferindo a ideia de que o esqueleto nos iguala enquanto espécie. Apenas a roupa social difere um do outro, mas a essência é a mesma. “São 15 obras que passam pela carta XIII do tarot (A Morte) até as diferenças socioculturais, simbolizando uma visão espiritualista sobre a fraternidade, a morte e a vida”, explica a fotógrafa que também vai expor uma ação interativa com um livro unindo as imagens à narrativa “Se a Morte falasse”. Este livro poderá ser lido entre almofadas que trarão pequenas mensagens para fazer o visitante refletir sobre a temática proposta nesta exposição. Os movimentos artísticos sempre estiveram à frente dos contextos históricos, muitas vezes recebendo críticas. Uma expressão artística que surgiu a partir da segunda metade do século XX e se mantém até os dias de hoje é a arte contemporânea, que se caracteriza pela liberdade de criação, pela experimentação de novas técnicas e materiais, pela quebra de paradigmas estéticos e pela reflexão crítica sobre a sociedade e o mundo em que vivemos. E essa é a referência que Cida Demarchi quer expressar com esse trabalho. “Percebo um processo de individualização que a era tecnológica trouxe e que, de certa forma, acirrou as diferenças sociais, mudando fundamentalmente hábitos de vida e consumo. E quando falo de consumo, chamo para esta discussão um filósofo contemporâneo, Gilles Lipovetsky, que trata do homem enquanto produto. Trazer um questionamento sobre isto é a minha contribuição para essa reflexão”, finaliza Cida. Sobre a Fotógrafa: Cida Demarchi é curadora e artista da International Zarco Academy of Arts; artista da United Photo Press; Cientista Social formada pela UFPR; Pós-graduada em Comunicação na Web pela PUC-PR e Fotografia pela Universidade Tuiuti do Paraná. Ingressou na área de comunicação e atuou com direção de criação publicitária e como designer gráfica por 19 anos onde recebeu vários prêmios. Paralelo à sua carreira profissional, mantém viva a arte da dança se especializando em danças orientais e, posteriormente, ministrando aulas de dança terapia para mulheres com baixa autoestima. Atua na fotografia comercial desde 2008 com imagens de pessoas e palco. Esta ênfase dada ao trabalho comercial, que busca a emoção e o drama da alma, bem como sua experiência com a dança, são as bases que sustentam o seu trabalho autoral pautado na sensibilização das questões humanas. Sua proposta de trabalho tem por intenção o resgate da dignidade do “Ser”, reiterando sua diversidade, beleza e complexidade. Serviço Exposição Somos Todos Um Local: Espaço de Arte Francis Bacon – Ordem Rosacruz (AMORC) Endereço: Rua Nicarágua, 2620 – Bacacheri – 82515-260 – Curitiba, Paraná. Entrada: Franca Data: de 02 a 29 de março de 2023. Horário: de terça a sexta-feira das 13h30 às 17h. O Espaço não abre nos feriados. Redes Sociais: Facebook: @espacodeartefrancisbacon Instagram: @espacodeartefrancisbacon
Conventículo Geral e visita do Mestre Provincial da Grande Heptada – SP
No sábado, dia 11 de fevereiro, a Heptada Martinista de São Paulo recebeu a visita do Mestre Provincial da Grande Heptada, irmão Rudy Klass, que, acompanhado da Mestre Provincial da Heptada Martinista de SP, irmã Odete Cardozo e do Mestre da Heptada, irmão Fábio Lopes Soares, conduziu um Conventículo Geral com uma emocionante e belíssima mensagem intitulada ”A Busca – In Memoriam”. Foi um momento especial e muito reflexivo onde estiveram presentes cerca de 60 membros das quatro classes da Heptada São Paulo e convidados de outras Heptadas, por conta das comemorações dos 30 anos do Martinismo no Brasil e também para divulgar a Luz Martinista. Foi uma ocasião de conhecimento e aprendizado magníficos, onde os Irmãos e as Irmãs da TOM puderam pensar sobre o tema proposto. Desejamos que progresso na caminhada mística na Tradicional Ordem Martinista possa ser constante na jornada destes irmãos e irmãs. Agradecemos ao Cósmico a oportunidade de contar com o “servir” de nossos amados membros!
Maat: a Ordenação Cósmica
Egito: um país para além de se ver… sobretudo senti-lo. E Curitiba oferece algo para se viver uma experiência inesquecível! Estamos falando sobre o Complexo Egípcio da Ordem Rosacruz, AMORC. Está aberta a XVII Exposição de Longa Duração no Museu Egípcio e Rosacruz Tutankhamon que apresenta ao público o tema “Maat: ordem e equilíbrio no Egito Antigo” com a exibição de 150 peças que levam o visitante a entender a importância de Maat para os egípcios, além de alguns objetos que estão sendo expostos pela primeira vez, como as estátuas do faraó Tothmés III e da deusa Sekhmet. Não há como compreender a sociedade egípcia antiga sem o conceito de ordem, verdade, justiça e equilíbrio. Estes eram personificados pela deusa Maat, filha do deus criador do mundo, Rá. Assim, a ideia é que quando o demiurgo passou a criar o mundo, este não poderia ocorrer sem Maat que também pode ser compreendida como a ordenação cósmica. “Pela sua importância na sociedade egípcia, Maat foi sempre citada nas nossas exposições e dessa vez decidimos organizar uma dedicada especificamente a esta deusa”, explica Vivian Tedardi, Supervisora Cultural da Ordem Rosacruz em Curitiba. Em destaque nesta mostra está uma peça que é muito querida do público e que não era exposta a algum tempo: o busto da rainha Nefertiti, cujo original está no Museu de Berlim. Nefertiti foi esposa do faraó Akhenaton e sua imagem é um ícone do Egito Antigo. Vivian destaca que sua relação com a exposição é a de que as grandes esposas reais ajudavam seus maridos na manutenção da Ordem, desempenhando um importante papel junto da representação da monarquia egípcia. A novidade desta mostra foi a produção de vídeos explicativos específicos. “Na sala 1A temos um que apresenta a deusa Maat e suas formas. Na sala 3 há dois vídeos: um relacionado ao Conto do Camponês Eloquente, sobre a importância de uma vida correta para a manutenção da ordem e da justiça e outro associado ao Livro dos Portões e a relação com Maat”, conta Vivian explicando que, no contexto do novo tema, a visita monitorada para escolas tem um roteiro que segue a organização temática da mostra, “nesse sentido os alunos vão aprender sobre o significado da deusa, a função dos faraós, a natureza e organização social, assim como a concepção de vida-além túmulo dos egípcios antigos”. Responsável pelo Museu Egípcio, o historiador Ewerson Thiago da Silva Dubiela esclarece que, nesta exposição de longa duração, o visitante tem a oportunidade de conhecer Maat. “Sendo uma deusa e ao mesmo tempo um conceito, tivemos a oportunidade de trabalhar com o tangível para o egípcio antigo, ou seja, aquilo que podia ser observado e tocado, como os relevos, estátuas e amuletos; e ainda o intangível, que trata do conceito e da ideia do que era Maat e como ela deveria ser sentida e vivenciada todos os dias pelo povo do Nilo. Com essa exposição que mescla estes dois elementos, queremos que os visitantes se relacionem com o Egito Antigo por meio desse conceito fundamental.” E Vivian Tedardi complementa: “Quando falamos sobre os deuses egípcios poucos conhecem Maat. Essa exposição do Museu Egípcio permite que o visitante se familiarize com a deusa e reflita sobre sua importância, afinal a deusa reflete um conceito fundamental para a existência do mundo tal como os egípcios o concebiam.” A mostra “Maat: Ordem e Equilíbrio no Antigo Egito” está organizada da seguinte maneira: Sala 1 – Estela de Roseta. Este tem sido um objeto fixo da exposição, pois a partir dela é possível contar sobre a decifração da escrita hieroglífica. Porém, para essa mostra foi realizada algumas modificações no ambiente com um novo texto explicativo, banner ilustrativo sobre o decifrador Jean François Champollion e buscou-se criar uma interação com o público a partir dos primeiros nomes de reis que foram traduzidos. Sala 1A – É um espaço que foi incorporado para esta exposição. Nele encontra-se texto e vídeo de apresentação da exposição, além de telas do artista plástico Eduardo D’Ávila Vilela. Nestas o artista recriou cenas da vida no Egito Antigo. Sala 2 – Aqui é apresentada a deusa Maat, o que ela significa, como é representada e sua mitologia. Também encontram-se explicações sobre a relação do faraó com Maat, afinal uma das principais funções reais era manter a ordem e a justiça no Egito. Sala 3 – Neste ambiente dois temas foram explorados: a natureza e a sociedade. Se Maat é a ordenação cósmica, a natureza é sua expressão. O correto funcionamento da natureza é a ideia de que Maat impera. Por outro lado, socialmente todos têm uma função e devem exercê-la para que Maat continue existindo. Comportamentos que ferissem a moral egípcia eram vistos como momentos que podiam trazer o caos e afastar a ordenação essencial para a existência de tudo o que existia. Sala 4 – Aqui está exposto o outro lado, Isfet, ou seja, o caos. Este podia chegar a qualquer momento. Há divindades que podiam ajudar a afastar o caos, como é o caso de Taweret, Bes e Sekhmet. Por fim, a mostra apresenta a relação da crença na vida além-túmulo e Maat. Logo após encontra-se a casa da eternidade da Múmia Tothmea. A história egípcia é uma verdadeira obra de arte, uma narrativa de busca e descoberta com conceitos únicos e reveladores. Que tal conferir a XVII Exposição de Longa Duração “Maat: ordem e equilíbrio no Egito Antigo” e aproveitar a visita para rever a peça de maior destaque do museu? Serviço: Exposição: Maat: ordem e equilíbrio no Egito Antigo Local: Museu Egípcio e Rosacruz Tutankhamon Endereço: Rua Nicarágua, 2620 – Bacacheri – 82515-260 – Curitiba, Paraná. Período para visitação: até outubro de 2024. Dias, horários e valores para visitação nos espaços culturais da Ordem Rosacruz, AMORC. Terça à sexta-feira das 10h:00 às 16h:30 – com permanência nas exposições até às 17h:30. Sábados, domingos e feriados (exceto às segundas-feiras) das 10h:00 às 16h:00 – com permanência nas exposições até às 17h:00. Nas segundas-feiras os espaços estão fechados. Museu Egípcio (XVII Exposição de Longa Duração) e Complexo Luxor (museu a céu aberto) Entrada: R$ 10,00
Encontro da Hierarquia Esotérica – Agenda 2023
Prezados membros da Hierarquia Esotérica: No dia 16 de fevereiro, às 20h:00, será realizado o primeiro Encontro da Hierarquia Esotérica de 2023. Já está disponível na aba “Revistas e Boletins” o formulário do relatório da Hierarquia Esotérica. Acesse! Fraternalmente, AMORC GLP
Jean Baptiste Willermoz – Presença & Harmonia
Nesta entrevista com a Estudante Rosacruz e Martinista, soror Odete Julio da Silva Cardozo, é possível conhecer um pouco da história de Jean Baptiste Willermoz e como ele chegou na ordem dos Elus Cohen de Pasqually. Algumas simbologias místicas trazem muito sentido no legado que Willermoz deixou para todos nós, pois ele era admirado pela consistência de seus conhecimentos transmitidos para outros esoteristas. *A abordagem apresentada neste vídeo se refere ao estudo e pesquisa do(a) entrevistado(a) e não representa a palavra oficial da Ordem Rosacruz, AMORC.
Lançamento do livro “De longe vi a sua luz…
O nosso amado Imperator, frater Claudio Mazzucco, lançou na XXVI Convenção Nacional Rosacruz seu livro “De longe vi a sua luz…” Com uma coletânea de mensagens que escreveu durante os anos em que serviu como Grande Mestre na Jurisdição de Língua Italiana, frater Claudio expressa neste livro que não há fórmulas mágicas ou respostas definitivas sobre a razão pela qual estamos aqui, qual é o significado da dor e do sofrimento no mundo, ou qual é significado do Amor como lei universal. Nesta obra os leitores encontrarão as reflexões de um “estudante rosacruz”, como gostamos de nos definir dentro da Ordem. “Refletir” significa pensar sobre o pensamento que está em nós num determinado momento. Com muitos anos dedicados ao trabalho na AMORC, frater Claudio Mazzucco soube entrelaçar nessas palavras conceitos transformadores sobre o sentido da vida, contribuindo assim para resgatar o sentimento de confiança nas Leis Divinas. Você vai se surpreender! Saiba mais em www.ordemrosacruz.org.br
Programa da XXIII Viagem Místico-Iniciática Rosacruz ao Egito
04 a 24 de Fevereiro de 2023 Se você está iniciado ao 1º Grau de Templo, você está convidado(a) para participar desta excepcional jornada na Terra dos Faraós. INSCRIÇÕES ENCERRADAS para o Grupo de Fevereiro 2023 Novo Grupo para a 2ª turma para a Viagem Místico-Iniciática Rosacruz ao Egito. Clique aqui e preencha o Formulário. *Data a confirmar 04/02/23 – SÁBADO – 1º DIA – SAÍDA DE SÃO PAULO Comparecimento ao Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, para embarque no voo Emirates 262 às 01:25h, com jantar e cinema a bordo. Chegar ao aeroporto 4 horas antes, ou seja, às 21:00h do dia 03-02-23. 05/02/23 – DOMINGO – 2º DIA – DUBAI – CAIRO Chegada as 22:35h em Dubai. Embarque no voo Emirates 923 de conexão para o Cairo às 15:00h. Chegada prevista às 17:15h. Recepção no aeroporto, traslado ao Hotel Marriott, categoria cinco estrelas ou similar. Jantar. Noite livre. 06/02/23 – SEGUNDA-FEIRA – 3º DIA – SAQQARA – MÊNFIS Café da manhã. Saída para visitarmos Saqqara com a Pirâmide Escalonada do Rei Zozer, da terceira Dinastia, construída em 2630 a.C. pelo arquiteto Imhotep. Pela primeira vez adentraremos ao subsolo da pirâmide aberto ao público recentemente. Visitaremos também a Mastaba e o Museu de Hermes Trimegisto. Durante seus mais de 3000 anos de história, Mênfis foi um importante centro político-religioso e lugar de veneração do deus Ptah, além de ser a cidade de coroação dos faraós. Atualmente Mênfis é considerada um museu a céu aberto, onde se encontram diversas relíquias do país, destacando-se duas das estátuas mais importantes do Egito; o Colosso de Ramsés II, que apesar da falta de duas pernas, mede 10 metros de altura e, a Esfinge de Alabastro, esculpida a partir de uma única pedra de alabastro, medindo 4 metros de altura e 7 de largura; devido às suas feições e detalhes, acredita-se que representa a rainha Hatshepsut. 07/02/23 – TERÇA-FEIRA – 4º DIA – DASHOUR Após o café da manhã sairemos para visitar Dashour, área onde estão localizadas as Pirâmides Branca, Preta e Vermelha, onde será realizada a cerimônia Rosacruz. Esta área esteve fechada para visitantes por 25 anos e foi reaberta recentemente. Retorno ao hotel. 08/02/23 – QUARTA-FEIRA – 5º DIA – CAIRO – ASWAN – ABU SIMBEL (ÔNIBUS) Após o café da manhã, traslado ao aeroporto para embarque com destino a Aswan, onde faremos uma conexão com destino a Abu Simbel, que está localizada a 280 km ao sul de Aswan. Chegada. Check-in no Seti Abu Simbel Hotel. Após o jantar sairemos para assistir ao show de som e luzes no Templo de Abu Simbel. 09/02/23 – QUINTA-FEIRA – 6º DIA – ABU SIMBEL (ÔNIBUS) – ASWAN Café da manhã. Saída para visitar o famoso Templo de Abu Simbel que foi salvo das águas do Nilo quando da construção da represa de Aswan. Pedra a pedra ele foi reconstruído em um novo local, sendo o mais completo, gigantesco e artístico templo existente na região. Após a visita, almoço no hotel e em seguida iniciaremos a viagem em ônibus de volta a Aswan. Chegada. Traslado ao Hotel Movenpick. À tarde passeio de Felucca no Nilo, passando pelo Mausoléu de Agha Khan, a Ilha de Elefantina e assistir ao pôr-do-sol. Lindo! Retorno ao hotel. 10/02/23 – SEXTA-FEIRA – 7º DIA – TEMPLO PHILAE – CRUZEIRO NO NILO De manhã cedo, saída para visita ao templo de Philae consagrado a deusa Isis, que é considerada a Mãe Divina do Egito, onde haverá a cerimônia Rosacruz. No trajeto de volta, visita à represa de Aswan. Check in no navio-hotel cinco estrelas Sonesta St. George ou similar. Prosseguiremos navegando em direção a Kom Ombo. 11/02/23 – SÁBADO – 8º DIA – KOM OMBO – EDFU – ESNA Desembarque para visita ao Templo dedicado aos deuses Hórus e Sebek, onde faremos um período de meditação. Em Edfu, visitaremos o templo cuja arquitetura é a mais conservada em todo o Egito, o qual é dedicado ao deus Hórus, onde acontecerá outra cerimônia Rosacruz. Retorno ao Navio. Ao longo da rota do cruzeiro teremos oportunidade para observar alguns dos aspectos da vida rural às margens do Rio Nilo que, em determinadas áreas, dá a impressão de que estamos vendo o Egito de milhares de anos atrás. Passaremos também pelas eclusas de Esna que foram construídas em 1906, com o objetivo de melhorar a navegação no rio Nilo. Chegada a Luxor. Noite livre. 12/02/23 – DOMINGO – 9º DIA – MUSEU DE LUXOR – TEMPLO DE LUXOR – AVENIDA DAS ESFINGES Após o café da manhã saída para visitar o Museu de Luxor um dos melhores museus de todo o Egito, expõe uma grande coleção de itens funerários do Egito Antigo e estátuas encontradas em áreas de Luxor. Tempo livre. Almoço. A tarde, visita ao Templo de Luxor com seu famoso obelisco cujo par se encontra na Praça da Concórdia em Paris e finalmente uma caminhada pela avenida das Esfinges iluminadas. Retorno ao hotel. Noite livre. 13/02/23 – SEGUNDA-FEIRA – 10º DIA – VALE DOS REIS Após o café da manhã, desembarque para visitar o Vale dos Reis com entrada em algumas das mais famosas tumbas, onde teremos a oportunidade de meditar à entrada da Tumba de Tutmés III, precursor da Tradição Rosacruz. Os gigantescos Colossos de Memnon, com seus vinte metros de altura, esculpidos em um monolito cada, os quais delimitavam a entrada do Templo de Amenóphis III, Deir El Bahari, Templo da Rainha Hatshepsut, a única mulher que governou o Egito e Medinet Habu, com o templo dedicado a Ramsés III. Check-in no Sonesta St. George Luxor hotel 5* Jantar. Noite Livre. 14/02/23 – TERÇA-FEIRA – 11º DIA – KARNAK – DENDERAH Saída pela manhã para visitar o Templo de Karnak com suas fileiras de esfinges e colunas monumentais, onde será realizada cerimônia Rosacruz. Retorno ao hotel. Após o café da manhã, sairemos para visitar o Templo de Dendarah dedicado a Hathor, a Deusa do Amor, onde haverá cerimônia rosacruz. 15/02/23 – QUARTA-FEIRA – 12º DIA – LUXOR –
A Trilogia dos Rosacruzes
De toda a história conhecida da Ordem Rosacruz, um episódio ainda hoje desconcerta, fascina e surpreende historiadores e público: o lançamento, no século XVII, de três Manifestos anunciando à Europa a existência da Ordem, seus propósitos e projeto de regeneração para o mundo todo. Os Irmãos da Rosacruz de então resolveram quebrar o silêncio e com a ajuda da imprensa, uma técnica relativamente nova, propagar tão longe quanto possível o seu chamado, o seu convite a todos os homens e mulheres de boa vontade. A Rosacruz anunciava-se ao velho mundo assolado por crises, guerras religiosas e dividido por facções contrárias com uma proposta unificadora. Ainda hoje muitos historiadores veem nessas três publicações o nascimento da Ordem Rosacruz. Contudo, a Antiga e Mística Ordem Rosae Crucis, AMORC, representante legítima dos antigos rosacruzes, sempre afirmou que os três Manifestos do século XVII nunca marcaram o nascimento da Ordem, apenas um ressurgimento, para uma nova fase de trabalhos. A Ordem, como instituição, é muito mais antiga… Em 2001 e 2014, respectivamente, a AMORC, dando continuidade aos seus antepassados, publicou mundialmente mais dois Manifestos, a saber: Positio Fraternitatis Rosae Crucis e Appellatio Fraternitatis Rosae Crucis. O primeiro revelou a posição dos modernos rosacruzes em relação a uma série de áreas que balizam a vida contemporânea; o segundo surgiu em comemoração aos 400 anos de Fama Fraternitastis (1614-2014), ecoando um novo apelo da Ordem em favor de todos os seres humanos. Contudo, os três Manifestos do século XVII são para sempre marcos fundamentais na história da Ordem. E é esta a razão deste livro, A Trilogia dos Rosacruzes, trazer os textos de Fama Fraternitatis, Confessio Fraternitatis e Casamento Alquímico de Christian Rosenkreutz na íntegra, mais comentários autorizados da AMORC, ajudando o leitor a melhor interpretar e situar os textos. Nesta obra é revelada a participação de Francis Bacon, como Imperator europeu da Ordem Rosacruz de então, se não na confecção dos Manifestos, ao menos no projeto e divulgação dos mesmos. Entendemos melhor a gênese de cada um deles e somos confrontados com os mistérios que ainda perduram em relação aos mesmos. Inúmeras “chaves” são dadas ao leitor neste livro, que, se meditadas, o ajudarão a penetrar mais profundamente no cerne desses Manifestos tão célebres, cuja leitura pode representar o levantar de um Véu de Isis. Se você já é estudante rosacruz, mais Luz será conseguida pelo estudo desta obra. Caso você ainda não faça parte desta Venerável Fraternidade, uma surpresa maravilhosa poderá estar reservada neste livro. Nós, da AMORC, sentimo-nos felizes de manter acesa a chama Rosa+Cruz através das eras, e prosseguir com este chamado. Conheça a biblioteca rosacruz e vivencie emoções diferentes através da leitura! Clique aqui









