Na qualidade de autor deste Manifesto, e antes que você tome conhecimento dele, eu gostaria de me apresentar. No passado, fui conhecido pelo nome de Christian Rosenkreutz, fundador mítico da Ordem Rosacruz, sociedade secreta cujas origens os historiadores do esoterismo situam no começo do século XVII, mas cuja Tradição é muito mais antiga, pois remonta às Escolas de Mistérios do Egito antigo. No Fama Fraternitatis, publicado em 1614, está explicado detalhadamente por que e como, após ter percorrido o mundo em busca dos maiores eruditos da época, eu criei a Ordem Rosacruz. Formada originalmente por alguns membros versados em hermetismo, alquimia e cabala, ela então se desenvolveu e perdurou até os nossos dias. Como seu fundador, continuei a velar por seu destino, tanto a partir do plano espiritual quanto encarnado neste plano. Um segundo Manifesto foi publicado no ano seguinte, 1615: o Confessio Fraternitatis. Sem entrar em detalhes, direi que este se constitui no prolongamento do Fama e o completa ao dar detalhes sobre as regras e o funcionamento da Fraternidade Rosacruz tal como eu os havia estabelecido. Nele encontram-se também revelações sobre o Liber Mundi (o Livro do Mundo), sobre o verdadeiro objetivo da alquimia e sobre a Ciência que os rosacruzes possuem para levar a cabo a regeneração espiritual da humanidade. ACESSE O CONTEÚDO
Manifesto – Positio Fraternitatis Rosae Crucis
Esta obra é a continuidade dos Manifestos Rosacruzes publicados no século XVII em que a Ordem Rosacruz torna pública sua posição diante do estado atual do mundo, e constitui um elo de ligação entre os rosacruzes do passado, do presente e do futuro. Assim sendo, este Manifesto não é destinado unicamente aos Rosacruzes, mas deve ser difundido amplamente para que sua mensagem seja conhecida pelo maior número de pessoas possível. Por isso, a Ordem Rosacruz, AMORC autoriza a sua reprodução e divulgação pedindo apenas que lhe seja creditada a autoria. Acessar conteúdo
Sementeira – Bosque Rosacruz
Visando beneficiar a sociedade e o meio ambiente através da campanha da Ecologia Espiritual, em 2012 foi inaugurada pelo frater Christian Bernard, uma sementeira no Bosque Rosacruz com a finalidade de produzir mudas de árvores nativas da região para doação à comunidade.
Museu Egípcio e R+C – Certificado de Excelência TripAdvisor
Em 2018 o Museu Egípcio e Rosacruz também conquistou o Certificado de Excelência TripAdvisor Essa aquisição é o resultado que o Museu Egípcio e Rosacruz teve ao receber invariavelmente ótimas avaliações no maior site de viagens do mundo. O prêmio é resultado do trabalho contínuo desenvolvido pela Ordem Rosacruz, AMORC e seus profissionais no mais alto padrão de prestação de serviços. Ficamos honrados com mais esta certificação atribuída ao Museu Egípcio e Rosacruz. Além de difundir conhecimento, nosso museu preserva a história do Egito Antigo, bem como oferece uma explicação por escrito para cada peça ali exposta acrescentando assim algo a mais à educação da sociedade. Em nome do Museu Egípcio e Rosacruz agradecemos a todos que nos avaliaram positivamente.
Cerimônia In Memoriam
No dia 23, na data mais próxima possível do equinócio da primavera (no hemisfério sul), a Ordem Rosacruz realiza a Cerimônia In Memoriam, uma atividade aberta a não-rosacruzes em que se é comemorada a construção da Grande Pirâmide de Quéops, no Egito. Os Rosacruzes consideram que a Grande Pirâmide foi um Templo consagrado às Iniciações místicas praticadas pelas Escolas de Mistério egípcias, não tendo sido erigida para servir de mero túmulo. Esta Cerimônia homenageia a Tradição Rosacruz como um todo através das eras.
Gráfica Rosacruz José de Oliveira Paulo
No início da história da Grande Loja foi necessário fundar uma Gráfica própria, para atender a crescente demanda de impressos rosacruzes. Na Convenção de 1972, a Grande Loja apesentou aos Rosacruzes convencionais presentes a instalação da gráfica. Em 2001, o parque Gráfico, bastante ampliado e modernizado, foi batizado com o nome do Frater José de Oliveira Paulo, um dos fundadores da Grande Loja. O atual parque gráfico garante que as monografias rosacruzes, bem como todo o material impresso, estejam dentro do mais alto padrão de qualidade, a serviço de todos os Rosacruzes de Língua Portuguesa.
Criando o nosso futuro
Por H. Spencer Lewis, FRC
Ser um Místico Pensante, Atuante e Responsável
Na nobre escola rosacruz não há mestre e discípulo. Há apenas homens e mulheres que partilham um mesmo ideal e que se empenham em abrir a porta e avançar. Não se diz que a união faz a força? Pelo seu próprio percurso, você pode se definir como místico, pois um ser místico é alguém que vive em harmonia com sua consciência objetiva, com sua intuição e com seus sentimentos. Ser místico não significa ser perfeito, mas simplesmente, num primeiro momento, ter consciência daquilo que seria necessário fazer para sê-lo. Ser místico é saber, além da utilização de nossos sentidos objetivos – a visão, a audição, o olfato, o paladar e o tato –, utilizar outras forças, explorar outras possibilidades e permanecer à escuta de nossos sentidos interiores. Como pode uma pessoa unir-se aos místicos? Como ela vem a se interessar pela espiritualidade? Quais foram os seus questionamentos ou as razões que a levaram a um diálogo com Deus? Isso pode ter ocorrido após circunstâncias particulares que podem ter sido felizes e agradáveis, mas no mais das vezes acontece após provações penosas, ou mesmo dramáticas, que produziram nela uma mudança de estado de espírito e de atitude. O medo, a pena, a dor, a doença e a angústia são, assim como o amor, estímulos que moldam o ser humano e ocultam temporariamente sua consciência objetiva. É então que o milagre pode se produzir e um fogo – o fogo sagrado – pode surgir do mais profundo de nosso ser, libertando o nosso ardor – nosso poder criativo e nossa vontade de mais e de melhor. É mais ou menos como um parto, pois após a gestação vem a vida – a realização. É nesse sentido que se diz que “o Verbo se fez carne”. Nosso espírito se tornou criador e nossos pensamentos se concretizaram numa obra que reflete nossas aspirações mais profundas – nosso verdadeiro eu reunido com a consciência universal. O acionamento dessas leis naturais e universais é o desfecho de atos e processos simples acrescidos uns aos outros, como para a construção de um edifício que é erigido pedra por pedra. Basta conhecer as leis e suas aplicações. Texto extraído da publicação “Ser um Místico Pensante, Atuante e Responsável” – Autor Christian Bernard – Imperator Émerito da AMORC Acesse a publicação!
Carta da Terra
A Grande Loja aderiu recentemente à iniciativa da Carta da Terra que é uma declaração de princípios éticos fundamentais para a construção, no século XXI, de uma sociedade global justa, sustentável e pacífica. A Carta da Terra busca inspirar todos os povos a um novo sentido de interdependência global e responsabilidade compartilhada, voltado para o bem-estar de toda a família humana, da grande comunidade da vida e das futuras gerações. É uma visão de esperança e um chamado à ação. Princípios Para se atingir uma visão compartilhada de valores básicos que proporcione um fundamento ético à comunidade mundial emergente, a Carta da Terra está estruturada em quatro grandes princípios. Estes princípios são interdependentes e visam a um modo de vida sustentável como padrão comum. Espera-se que através deles a conduta de todos os indivíduos, organizações, empresas, governos e instituições transnacionais seja dirigida e avaliada adequadamente. Respeitar e cuidar da comunidade de vida Integridade ecológica Justiça social e econômica Democracia, não-violência e paz “… O meio ambiente global com seus recursos finitos é uma preocupação comum de todos os povos. A proteção da vitalidade, diversidade e beleza da Terra é um dever sagrado. ” Carta da Terra Saiba mais: www.cartadaterrabrasil.com.br
Movimento Rosacruz para uma Ecologia Espiritual
Ecologia Espiritual A Antiga e Mística Ordem Rosae Crucis, AMORC esteve, ao longo da história, atenta, sensível e atuante nas sociedades onde participou, como uma Organização místico-filosófica em busca do bem-estar das pessoas e das nações. No início do século XVII o velho mundo atravessava um momento muito peculiar marcado por guerras religiosas, doenças, explorações marítimas, o Renascimento em curso permeado de Humanismo e o advento de uma nova forma de fazer ciência. Os recém descobrimentos da pólvora, da bússola, do tipo para impressão moldavam um cenário que ainda tinha muito do que chamamos de medieval. No início da idade moderna havia um aspecto que exercia uma influência fundamental no progresso e desdobramento de todos os outros que viriam a seguir, e que os Rosacruzes da época, notadamente Francis Bacon, René Descartes, John Dee e Johann Valentim Andreae se empenharam para alterar: o paradigma religioso centrado em um modelo construído desde o século V da nossa era, a partir da queda do Império Romano. Baseado na sociedade feudal esse modo de vida se acentuou nos séculos seguintes fundamentado em valores anacrônicos cuja ética paternalista viria a ser tão bem criticada por Max Weber no século XIX, em sua célebre obra “A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo”. Havia a necessidade de mudança e de se lançar um novo olhar para o mundo e a sociedade. Neste momento, importante para o lado ocidental do planeta com intervalos breves os Rosacruzes anunciaram a sua volta através de três Manifestos – o Fama Fraternitatis, o Confessio Fraternitatis e o Bodas Alquímicas de Christian Rosenkreuz. Eles representaram para muitos uma luz no final do túnel, sendo chamados por alguns historiadores como verdadeiras tábuas para náufragos. Esses Rosacruzes se empenharam em alterar o status quo vigente através de um conjunto de medidas e ações que historicamente foi denominado de Movimento Rosacruz. O intento foi vitorioso na medida em que as tábulas de Bacon, o método cartesiano, a humanização da arte, o advento de um novo paradigma científico, o Iluminismo e até o Positivismo surgiram em decorrência deste Movimento. Hoje, os Rosacruzes se ocupam em perpetuar esta milenar Tradição e se empenham em torná-la o mais conhecida possível a um número cada vez maior de homens e mulheres de boa vontade. Entretanto, tal qual os Rosacruzes do Século XVII há um aspecto que não quer calar e que tem sido uma preocupação constante desde a edição do mais novo Manifesto Rosacruz, o IV Manifesto – chamado mui apropriadamente de Positio Fraternitatis Rosae Crucis, editado no 1º dia do Terceiro Milênio. Trata-se da questão ambiental. A saúde do planeta vem recebendo uma atenção muito especial por parte do nosso Imperator e Presidente da Suprema Grande Loja, Frater Christian Bernard que tem defendido um posicionamento ético em relação ao meio ambiente, visando a preservação e a conscientização dos nossos membros e até mesmo da sociedade em geral. Como um Manifesto contemporâneo a favor do meio ambiente e suas imbricações, os Rosacruzes têm, através do seu presidente mundial, uma posição clara na manutenção do bem estar das pessoas, povos e nações. Esta posição foi resumida num convite para uma tomada de consciência, séria, ética, responsável e mística sobre a Terra e à humanidade. Ela está resumida no documento que ele mesmo denominou “Exortação Rosacruz para uma Ecologia Espiritual”. Este documento, mais do que lido e meditado deve ser praticado através de pequenas e grandes ações que certamente no futuro poderão fazer muita diferença para o nosso mundo. Convidamos a ler e praticar o convite do nosso Imperator Émerito para uma nova Consciência a nosso respeito e de nossa relação com a Mãe-Terra. DOWNLOAD LITERATURA








