A Ordem Rosacruz estão disponibilizando estacionamento voltado para bicicletas Além de contribuir com o meio ambiente, a bicicleta proporciona ao ciclista uma excelente forma de exercício físico. Pensando nas pessoas que a utilizam como meio de transporte ou como uma ferramenta para passear naquelas horas de lazer, a Ordem Rosacruz, AMORC disponibilizam em suas sedes dois bicicletários. Um é de uso exclusivo dos colaboradores que utilizam a bicicleta para se deslocarem até o local de trabalho. O outro fica ao lado do prédio do Museu Egípcio e Rosacruz e é destinado a todos os visitantes da instituição.
25 anos Tothmea no Museu Egípcio e Rosacruz
Um caminho
Por IRÈNE BEUSEKAMP-FABERT, SRC Há muitos anos que estou nesse mundo. Tinha cinco anos de idade quando fui à aula pela primeira vez. Aprendi, estudei mais e mais e agora sei tanto que já não sei o que sei. E assim como Montaigne, digo: “Que sei eu?”. Os exegetas de Montaigne por muito tempo pensaram que, através desse questionamento retórico, ele procurava exprimir seu ceticismo e suas desilusões. Ele ainda era um rapazinho imberbe e falava latim fluentemente. Mais tarde, estudará filosofia e direito. Viajou muito e ocupou cargos públicos. Contudo, é o fenômeno “ser humano” que absorverá cada vez mais o seu interesse. Foi assim que ele se recolheu ao seu castelo e se consagrou ao estudo do homem. Como vivia sozinho, tornou-se ele próprio o objeto de suas observações, as quais depositou em seus Ensaios. Era no silêncio que ele encontrava aquilo que para ele era o mais importante: seu Eu interior, ao qual chamava “fundo da loja”. Produziu muitos escritos sobre o homem na forma de ensaios e no entanto jamais soube quem ou o que é o homem: “Que sei eu?”. Apesar dos muitos anos de estudos, o homem permanecia para ele um mistério. Quanto às eventuais experiências espirituais no mais profundo de si mesmo, ele sempre preservou o silêncio. Se me permitirem, regressarei agora às minhas próprias experiências. De tudo aquilo que aprendi (por vezes eu ficava com a cabeça “recheada”), adquiri um saber consideravelmente extenso, mas aquilo que sei de verdade não vem daquilo que acumulei no meu cérebro, mas do mais profundo de mim mesmo, durante curtos ou longos momentos de silêncio puro – momentos em que tudo em nós se cala e nos quais parece que somos recobertos por um véu etéreo e quando, subitamente, nosso Mestre Interior se manifesta e confirma aquilo que um mestre disse há tanto tempo: “O Reino dos Céus está em vós”. O Mestre, o Mestre Interior, Deus. Há alguns meses escrevi uma meditação de palavras, expressões e frases que eu lia ou ouvia e que ficaram gravadas em meu coração. Ei-la: O Reino dos Céus está em vós. Adeptos da Senda, permiti-me vos saudar com essa perene afirmação. A ilusão atual do homem é superestimar o intelecto que tanto lhe acresceu e que tornou possível, graças a maravilhas tecnológicas, uma mudança total de suas condições de vida. A humanidade se encontra sob a empresa de um desenvolvimento tecnológico que parece não se deter. Novas descobertas são feitas em todos os domínios. O universo revela seus segredos à ciência e todas as riquezas e recursos de nossa Mãe Terra são usados e esgotados. O mundo já não está mais em equilíbrio. Ao passo que os países ocidentais, ávidos por Ter (já não se sabe mais conjugar o verbo “Ser”) são cada vez mais levados a adquirir produtos completamente inúteis, a outra parte do mundo sofre com a fome e permanece privada daquilo que há de mais essencial para a vida. Já é mais do que urgente que tomemos consciência da armadilha de nossa evolução intelectual e nos engajemos em novas veredas – veredas que se revelam cada vez mais e que foram indicadas em todos os tempos por sábios de todas as civilizações no âmbito de uma única ciência – a ciência da alma. Não é insueto que sábios conheçam tudo a respeito do menor dos insetos, que nem sequer podem ver a olho nu, e não saibam o porquê e o como de sua própria existência? Ou que geneticistas saibam tudo a respeito das plantas, animais e seres humanos e não se empenhem no mistério de seu próprio ser e nas particularidades de sua pessoa? Ou ainda que o homem atravesse o universo em todos os sentidos, pouse na Lua e, ainda assim, não possa encontrar o caminho que o conduz a si mesmo? “O Reino dos Céus está em vós”. Adeptos da Senda, permiti-me repetir essa mensagem secular. É a mensagem do sorriso infinito da Esfinge que se eleva calma e serena da areia do Egito; é a mensagem formulada em diferentes termos pelo místico alemão dos séculos XIII e XIV, Mestre Eckhart: “Deus está no centro do homem”. Tomás de Aquino e Jacob Boehme exprimiram a mesma coisa em longos escritos que nem sempre são fáceis de ler e que se baseiam na experiência verdadeira – uma experiência que também é possível para o homem desse novo século. Nossa época é justamente aquela em que os valores divinos ganham em clareza e em que a vida espiritual se torna tão marcante e tão real quanto à vida material. É a época em que o termo “iniciação” reencontra seu significado primordial: um começo, um novo começo. E assim deveria ser, uma vez que toda criatura é uma parte do Espírito original que está na origem de nosso mundo – o Espírito em que habitam o Amor eterno, a Sabedoria infinita e uma Paz indestrutível. Nas escolas de Mistérios dos países de civilização pré-cristã, a iniciação era considerada como um ato extremamente importante. No fim das cerimônias dos mistérios de Elêusis, na Grécia antiga, as últimas palavras que o iniciado ouvia eram: “Que a Paz esteja em ti”, e então ele retomava seu caminho, tendo a alma apaziguada e o coração em júbilo. A iniciação era para ele apenas um profundo despertar para aquilo que ele era na realidade; era a conquista de sua vida espiritual e aquele que não tivesse esta experiência não era um ser completo. Se esta experiência interior era possível dois mil anos antes de Cristo, também o é dois mil anos depois. Durante esses quatro mil anos a natureza fundamental do homem não mudou, nem tampouco sua busca a si mesmo, assim como acontece com o Adepto na Senda, que aspira ao reencontro com o Divino. Em sua verdadeira realidade, tal como ele foi e será para sempre, o homem é um ser espiritual, ainda que habite um corpo material. Nossos sentidos, que de alguma forma riem-se de nós, são a razão
O impacto do coronavírus
O mundo se une contra a pandemia provocada pelo novo coronavírus e sua consequência, a doença respiratória COVID19. Em um cenário quase apocalíptico, fronteiras são fechadas, Estados declararam estado de emergência, pessoas foram impedidas de circular livremente em muitos lugares, hospitais estão repletos e com carência de leitos e materiais. Não repetirei os cuidados e precauções, devidamente emanados pelas autoridades da Saúde, para minimizar as contaminações – escrevo este texto próximo de comemorarmos o Ano Novo Rosacruz com o intuito de colaborar para uma reflexão a respeito de fraquezas e grandiosidades da espécie humana na relação com o planeta Terra. Os vírus não são considerados por alguns cientistas como “seres vivos” pois eles não produzem energia metabólica (não se alimentam, não respiram), são acelulares e só se reproduzem no interior de uma célula. Os que os consideram “seres vivos” usam como argumento o fato deles efetuarem atividades complexas: transmitirem características aos seus descendentes e evoluírem, sofrendo alterações de acordo com o meio. Quando estão fora de um ambiente celular os vírus estão “inertes”, mas, tão logo infectam uma célula, injetam na mesma seu material genético e este se replica rapidamente – rompendo ou brotando da célula hospedeira e infectando tantas outras – a infecção se espalha. Os vírus não são tratados com antibióticos, destinados às infecções causadas por bactérias. Cada vírus deve ser tratado de maneira a impedir a ação das enzimas produzidas pelo material genético para se replicarem nas células. O problema é que as drogas antivirais são, geralmente, tóxicas para as células humanas. E o vírus, como um mecanismo que busca se autoperpetuar, desenvolve rapidamente resistência às drogas que o combatem. O que são os coronavírus humanos (CoV)? Esta família viral é composta de sete cepas que são conhecidas desde a década de 1960 mas a ciência já conseguiu determinar quando exatamente cada uma surgiu à humanidade – cada uma delas teve origem em animais. É importante frisar que a maioria dos seres humanos em algum momento de nossas vidas, somos infectados pelas formas mais brandas dessas cepas virais. As mais simples são: a) HCoV-229E – descoberto em 1960, tendo se originado do coronavírus da alpaca, em data indeterminada; b) HCoV-OC43 – descoberto em 2004, origem bovina em 1890; c) HCoV-NL63 – descoberto em 2004, originado do coronavírus de morcego cerca de 800 anos atrás e d) HCoV-HKU1 – descoberto em 2005 e também originado dos morcegos. As cepas mais perigosas são três: a) SARS-CoV – descoberta em 2002, originada do contato com morcegos em 1986; b) MERS-CoV – descoberto em 2012, originada do coronavírus de morcegos e transmitida aos seres humanos pelos camelos e c) SARS-CoV-2 – nossa pandemia atual, descoberto em 2019 e há três pesquisas sobre a origem – uma que se originou de cobras, outra que veio do vírus que parasita morcegos mas não se sabe qual animal transmitiu ao ser humano e a teoria mais aceita atualmente pelos cientistas: originou-se no coronavírus que parasita um mamífero carnívoro asiático denominado “pangolim” e que é degustado na China como especiaria gastronômica. Vemos que o vírus se comporta perante a célula humana de uma maneira que podemos comparar ao comportamento da espécie humana perante o planeta Terra. Analisemos nosso último Manifesto, o Appellatio Fraternitatis Rosae Crucis. Nosso então Imperator escreveu um capítulo denominado “Chamado à ecologia” e ali ressaltou a necessidade de nos preocuparmos com a preservação do planeta. Para que se entenda a questão ecológica, é necessário retornarmos às civilizações antigas onde a relação do ser humano com a Terra era de tamanho respeito que diversas maneiras de cultuarmos nossa ligação com nosso planeta foram desenvolvidas e sistematizadas. O que os antigos entendiam por “saúde” estava profundamente relacionado com a natureza e seus ciclos – as forças vitais que a tudo permeiam e animam. Desde que a ciência se impulsionou com o Iluminismo e, especificamente a partir do início do século XX, em cada geração que se sucede menos se preza e cultiva uma relação respeitosa com o planeta. As cidades crescem de maneira desordenada e não garantem os cuidados básicos com saneamento, moradia e alimentação que permitam viver harmônica e saudavelmente. Por outro lado, as pessoas que residem no campo na maior parte das vezes adquirem necessidades típicas de quem mora nas regiões urbanas e, vivendo em função de produzir para as cidades, perdem sua própria relação com o campo e com o que produzem. Com a velocidade que a epidemia do COVID19 se transformou em pandemia, os detentores do poder político e econômico no mundo tiveram que decidir por ações rápidas, difíceis, envolvendo vários aspectos da vida cotidiana e do planejamento a curto prazo. Isso no raiar de uma década onde a temperatura média vem aumentando consideravelmente com fortes impactos nos oceanos, nas regiões polares e, em consequência, no clima. Uma poderosa rede que é ao mesmo tempo resultado da evolução das espécies e da interferência delas no ecossistema que partilham está sendo constantemente tensionada em quase todos os seus pontos. A ciência nunca procurou ser fantasiosa ou alarmista – ela apenas tenta decifrar o mundo em suas manifestações e apontar os riscos que estamos conscientemente ou não assumindo quando mantemos um estilo de vida que exaure os recursos da natureza. E a ação humana ao transformar tais recursos em bens e produtos nem ao menos garante que essas riquezas sejam igualmente partilhadas pelos povos e vemos, então, nações pobres destruindo seus solos, fauna e flora para que sejam fornecedores do consumo em países ricos. Apenas para facilitar que visualizemos a importância de mensurarmos e entendermos a importância da nossa interferência no ambiente, cidadãos de Veneza, Itália, declararam que as medidas de quarentena para frear a propagação do COID19, impedindo o turismo e minimizando movimentações na cidade, em pouco tempo – dez dias – deixaram seus famosos canais com águas cristalinas e uma fauna que nunca fora observada. A natureza possui alto poder de adaptação e de readaptação – quando impermeabilizamos o solo com asfalto ela buscará outras maneiras de escoar suas
Harmonização Rosacruz – Mensagem para reflexão e exercício prático de harmonização.
Mensagem para reflexão e exercício prático de harmonização. A metodologia rosacruz propõe uma técnica especial, desenvolvida através dos séculos, pela qual o Eu é preparado para alcançar a completa harmonização e identificação com a Consciência Interior. Durante as nossas meditações poderemos ser inspirados com ideias e soluções para as questões importantes da nossa vida, bem como experimentaremos paz e harmonia. A prática regular proporcionar-nos-á estímulo, coragem e energia, não apenas para nós mesmos, mas ajudando assim todos aqueles com quem nos relacionamos.
Meditação guiada para crianças
Sabendo da importância e dos benefícios da meditação, a Ordem Guias do Graal – OGG disponibiliza conteúdo para meditação guiada para crianças.
A existência da alma
A existência da alma O ser humano não se limita a um corpo material mantido em vida por um conjunto de processos físico-químicos. Ele possui também uma faculdade extraordinária: a consciência. Ora, ao contrário do que pensam os ateus, ela não é produto apenas do cérebro. Do ponto de vista espiritualista, ela é um atributo da alma. É isso o que explica por que uma pessoa privada de suas funções cerebrais por causa de um gravíssimo acidente ou de uma doença degenerativa continua, além das aparências, a pensar e a sentir emoções. O fato de seu eletroencefalograma não acusar nada não significa que ela não tenha mais nenhuma consciência, mas apenas que ela está privada de sua fase objetiva, a qual depende efetivamente da atividade cerebral. Outro fato notável em todo ser humano: ele não tem consciência apenas de si mesmo, dos outros e do seu meio. Ele também tem consciência do bem e do mal, o que explica por que ele sente a consciência leve e a consciência pesada conforme aquilo que pensa, diz ou faz. Certamente, as noções de bem e mal são um tanto arbitrárias e podem variar de uma cultura a outra, mas sabemos em nossa alma e em nossa consciência” que alguns comportamentos são fundamentalmente bons, ao passo que outros são fundamentalmente maus a ponto de termos vergonha deles. O fato de sermos capazes de discernir uns dos outros e de nos conformarmos a uns mais do que a outros nos traz toda a problemática do livre-arbítrio e dá uma dimensão particular à nossa vida. Será possível provar a existência da alma? A priori, é impossível. Todavia, ao se considerar aquilo que o ser humano criou de mais belo e mais útil em âmbitos tão diversos tais como a arquitetura, a literatura, as artes, a ciência, a tecnologia etc., como pensar que ele tenha conseguido isso unicamente por meio de sua inteligência cerebral? Melhor ainda, ao se pensar nas emoções mais belas e nos sentimentos mais nobres que ele é capaz de sentir e expressar, como o maravilhamento, a compaixão, a fraternidade, a amizade e o amor, como não ver em tudo isso a presença de alguma coisa sublime e divina? Mas então: o que é a alma? Do ponto de vista rosacruz, é a energia espiritual que anima o ser humano, no sentido de que lhe dá vida e consciência. Como tal, ela impregna todas as células de nosso corpo, assim como o ar que preenche todos os cômodos de uma casa. Ao contrário do que ensina a maior parte das religiões, a alma não se situa num órgão específico, como o cérebro ou o coração, e nem tampouco no sangue. A ciência é atualmente incapaz de evidenciar essa energia ou mensurá-la, mas eu não me surpreenderia se ela um dia lograsse fazê-lo e que assim provasse a existência, em cada um de nós, de um corpo etéreo constituído de partículas espirituais. Outra questão se apresenta relativamente ao assunto da alma humana: de onde ela provém? Aos olhos da ontologia rosacruz, ela é uma emanação da Alma Universal, ou seja, da Alma que impregna o universo desde suas origens. Para retomarmos o que havíamos dito anteriormente, isso quer dizer que todo ser humano é um filho das estrelas, não apenas por causa dos elementos que constituem seu corpo físico, mas também pela essência espiritual que o anima. Esta é a razão pela qual em muitos escritos religiosos e também míticos está dito que o homem é uma alma vivente. Cada um de nós é, pois, um ser duplo e pertencente a dois mundos – não opostos, mas complementares: o visível e o invisível; tangível e intangível; material e imaterial. É precisamente essa dualidade que confere à nossa existência um objetivo transcendental. Para compreender o objetivo de nossa presença na Terra não devemos considerar agora a origem da alma humana, mas sua natureza como tal: ela é perfeita em essência, a exemplo da Alma Universal, designada pelos hinduístas e por alguns budistas pelo nome de Atman (pronunciado Atma em sânscrito). De fato, é nela que reside aquilo a que chamamos qualidades, ou, para retomarmos o termo caro a Sócrates, virtudes, tais como a humildade, a integridade, a generosidade, a tolerância, a benevolência etc. Se vivemos na Terra, é para nos conscientizarmos dessas virtudes e exprimi-las através de nosso comportamento, no contato com os outros. Em outras palavras, é para evoluirmos espiritualmente e atingirmos algum dia o estado de Sabedoria. É o que ademais ensinaram todos os Mestres e todos os Iniciados do passado, independentemente das épocas e dos lugares em que viveram. Certamente, a julgar pelo comportamento atual da maior parte dos indivíduos, seria possível duvidar de que o ser humano é perfeito em essência. É por isso que muitas pessoas, dentre as quais “filósofos”, estão convencidas de que, ao contrário, ele é imperfeito por natureza. Contudo, elas não podem negar que ele é capaz de se aprimorar. Isto pressupõe que haja nele “alguma coisa” que o incita a se tornar melhor, o que nos lembra as proposições de René Descartes: Como poderia eu saber que não sou perfeito se eu não tivesse em mim nenhuma ideia de um Ser mais perfeito que o meu, e através de cuja comparação eu posso conhecer os defeitos da minha natureza?
Nova linha de Incensos Rosacruzes
Os incensos são benéficos para energizar e purificar um ambiente. O ato de acendê-los diariamente atrai boas vibrações, auxilia na meditação, além de ajudar a aliviar o estresse agindo diretamente no bem-estar físico e emocional, proporcionado elevação espiritual. A nova linha de Incensos Rosacruzes traz aromas variados com componentes de óleos essenciais e bambu que não deixa resíduos de queima. Cada aroma traz em sua essência componentes que estimulam os centros psíquicos e agem diretamente auxiliando a elevação da consciência. Escolha o seu! Estão disponíveis nas na versão varetas e cones. “ADQUIRIR AGORA”
ERIN Martinista – realizado de 23 a 27 de maio de 2018
Nos dias 23 a 27 de maio de 2018 foi realizado na Morada do Silêncio o ERIN GLP MARTINISTA: A Revelação das Câmaras Secretas do Castelo Interior, cujo tema simboliza a alma humana, no interior do ser humano, onde ocorre o encontro com o si mesmo. O Castelo é um arquétipo cristão muito poderoso de beleza, força, resistência, e proteção. Foi elaborado com base em obra de Santa Teresa de Jesus, uma Mestra Espiritual, cujo magistério foi reconhecido como autêntico e seguro, tanto que o Papa Paulo VI concedeu o título de Doutora da Igreja. Teresa nascida em Ávila, conhecida como a “A cidade dos cavaleiros e dos santos”. O uso da visão de um castelo interior no processo de meditação deste ERIN GLP representou um símbolo forte de ascensão, o elo entre a Terra e o Céu, expressando o desejo de aproximação com Deus e de canalização do poder divino para a Terra. Cada martinista participante se esforçou para construir o seu próprio Castelo Interior ao percorrer, passo a passo, as suas sete câmaras até a íntima e secreta habitação do Altíssimo dentro de si mesmo, constituindo-se numa viagem da alma pelos sete níveis das esferas espirituais (Moradas Celestiais), num trabalho real do mundo interior até os mais profundos estados de consciência.
Entrevista Especial com o Imperator Emérito frater Christian Bernard
Entrevista inédita Convidamos nossos prezados Fratres e Sorores a prestigiarem uma entrevista histórica com os dois Imperatores, o Frater Christian Bernard como Imperator Emérito e o nosso Imperator Frater Claudio Mazzucco. Nesta entrevista especial gravada no dia 25 de novembro, data do aniversário do frater Harvey Spencer Lewis, primeiro Imperator do atual ciclo de atividades da Ordem Rosacruz – AMORC, o Imperator Emérito, frater Christian Bernard, fala sobre a sua experiência na função, lições aprendidas, e deixa belas mensagens ao seu sucessor, frater Claudio Mazzuco e aos membros rosacruzes de Língua Portuguesa. Acompanhe no AMORC Play – CCR e na Área do Afiliado. É possível assistir ao vídeo no AMORC Play – CCR e na Área do Afiliado.








