Sabendo da importância e dos benefícios da meditação, a Ordem Guias do Graal – OGG disponibiliza conteúdo para meditação guiada para crianças.
A existência da alma
A existência da alma O ser humano não se limita a um corpo material mantido em vida por um conjunto de processos físico-químicos. Ele possui também uma faculdade extraordinária: a consciência. Ora, ao contrário do que pensam os ateus, ela não é produto apenas do cérebro. Do ponto de vista espiritualista, ela é um atributo da alma. É isso o que explica por que uma pessoa privada de suas funções cerebrais por causa de um gravíssimo acidente ou de uma doença degenerativa continua, além das aparências, a pensar e a sentir emoções. O fato de seu eletroencefalograma não acusar nada não significa que ela não tenha mais nenhuma consciência, mas apenas que ela está privada de sua fase objetiva, a qual depende efetivamente da atividade cerebral. Outro fato notável em todo ser humano: ele não tem consciência apenas de si mesmo, dos outros e do seu meio. Ele também tem consciência do bem e do mal, o que explica por que ele sente a consciência leve e a consciência pesada conforme aquilo que pensa, diz ou faz. Certamente, as noções de bem e mal são um tanto arbitrárias e podem variar de uma cultura a outra, mas sabemos em nossa alma e em nossa consciência” que alguns comportamentos são fundamentalmente bons, ao passo que outros são fundamentalmente maus a ponto de termos vergonha deles. O fato de sermos capazes de discernir uns dos outros e de nos conformarmos a uns mais do que a outros nos traz toda a problemática do livre-arbítrio e dá uma dimensão particular à nossa vida. Será possível provar a existência da alma? A priori, é impossível. Todavia, ao se considerar aquilo que o ser humano criou de mais belo e mais útil em âmbitos tão diversos tais como a arquitetura, a literatura, as artes, a ciência, a tecnologia etc., como pensar que ele tenha conseguido isso unicamente por meio de sua inteligência cerebral? Melhor ainda, ao se pensar nas emoções mais belas e nos sentimentos mais nobres que ele é capaz de sentir e expressar, como o maravilhamento, a compaixão, a fraternidade, a amizade e o amor, como não ver em tudo isso a presença de alguma coisa sublime e divina? Mas então: o que é a alma? Do ponto de vista rosacruz, é a energia espiritual que anima o ser humano, no sentido de que lhe dá vida e consciência. Como tal, ela impregna todas as células de nosso corpo, assim como o ar que preenche todos os cômodos de uma casa. Ao contrário do que ensina a maior parte das religiões, a alma não se situa num órgão específico, como o cérebro ou o coração, e nem tampouco no sangue. A ciência é atualmente incapaz de evidenciar essa energia ou mensurá-la, mas eu não me surpreenderia se ela um dia lograsse fazê-lo e que assim provasse a existência, em cada um de nós, de um corpo etéreo constituído de partículas espirituais. Outra questão se apresenta relativamente ao assunto da alma humana: de onde ela provém? Aos olhos da ontologia rosacruz, ela é uma emanação da Alma Universal, ou seja, da Alma que impregna o universo desde suas origens. Para retomarmos o que havíamos dito anteriormente, isso quer dizer que todo ser humano é um filho das estrelas, não apenas por causa dos elementos que constituem seu corpo físico, mas também pela essência espiritual que o anima. Esta é a razão pela qual em muitos escritos religiosos e também míticos está dito que o homem é uma alma vivente. Cada um de nós é, pois, um ser duplo e pertencente a dois mundos – não opostos, mas complementares: o visível e o invisível; tangível e intangível; material e imaterial. É precisamente essa dualidade que confere à nossa existência um objetivo transcendental. Para compreender o objetivo de nossa presença na Terra não devemos considerar agora a origem da alma humana, mas sua natureza como tal: ela é perfeita em essência, a exemplo da Alma Universal, designada pelos hinduístas e por alguns budistas pelo nome de Atman (pronunciado Atma em sânscrito). De fato, é nela que reside aquilo a que chamamos qualidades, ou, para retomarmos o termo caro a Sócrates, virtudes, tais como a humildade, a integridade, a generosidade, a tolerância, a benevolência etc. Se vivemos na Terra, é para nos conscientizarmos dessas virtudes e exprimi-las através de nosso comportamento, no contato com os outros. Em outras palavras, é para evoluirmos espiritualmente e atingirmos algum dia o estado de Sabedoria. É o que ademais ensinaram todos os Mestres e todos os Iniciados do passado, independentemente das épocas e dos lugares em que viveram. Certamente, a julgar pelo comportamento atual da maior parte dos indivíduos, seria possível duvidar de que o ser humano é perfeito em essência. É por isso que muitas pessoas, dentre as quais “filósofos”, estão convencidas de que, ao contrário, ele é imperfeito por natureza. Contudo, elas não podem negar que ele é capaz de se aprimorar. Isto pressupõe que haja nele “alguma coisa” que o incita a se tornar melhor, o que nos lembra as proposições de René Descartes: Como poderia eu saber que não sou perfeito se eu não tivesse em mim nenhuma ideia de um Ser mais perfeito que o meu, e através de cuja comparação eu posso conhecer os defeitos da minha natureza?
Nova linha de Incensos Rosacruzes
Os incensos são benéficos para energizar e purificar um ambiente. O ato de acendê-los diariamente atrai boas vibrações, auxilia na meditação, além de ajudar a aliviar o estresse agindo diretamente no bem-estar físico e emocional, proporcionado elevação espiritual. A nova linha de Incensos Rosacruzes traz aromas variados com componentes de óleos essenciais e bambu que não deixa resíduos de queima. Cada aroma traz em sua essência componentes que estimulam os centros psíquicos e agem diretamente auxiliando a elevação da consciência. Escolha o seu! Estão disponíveis nas na versão varetas e cones. “ADQUIRIR AGORA”
ERIN Martinista – realizado de 23 a 27 de maio de 2018
Nos dias 23 a 27 de maio de 2018 foi realizado na Morada do Silêncio o ERIN GLP MARTINISTA: A Revelação das Câmaras Secretas do Castelo Interior, cujo tema simboliza a alma humana, no interior do ser humano, onde ocorre o encontro com o si mesmo. O Castelo é um arquétipo cristão muito poderoso de beleza, força, resistência, e proteção. Foi elaborado com base em obra de Santa Teresa de Jesus, uma Mestra Espiritual, cujo magistério foi reconhecido como autêntico e seguro, tanto que o Papa Paulo VI concedeu o título de Doutora da Igreja. Teresa nascida em Ávila, conhecida como a “A cidade dos cavaleiros e dos santos”. O uso da visão de um castelo interior no processo de meditação deste ERIN GLP representou um símbolo forte de ascensão, o elo entre a Terra e o Céu, expressando o desejo de aproximação com Deus e de canalização do poder divino para a Terra. Cada martinista participante se esforçou para construir o seu próprio Castelo Interior ao percorrer, passo a passo, as suas sete câmaras até a íntima e secreta habitação do Altíssimo dentro de si mesmo, constituindo-se numa viagem da alma pelos sete níveis das esferas espirituais (Moradas Celestiais), num trabalho real do mundo interior até os mais profundos estados de consciência.
Entrevista Especial com o Imperator Emérito frater Christian Bernard
Entrevista inédita Convidamos nossos prezados Fratres e Sorores a prestigiarem uma entrevista histórica com os dois Imperatores, o Frater Christian Bernard como Imperator Emérito e o nosso Imperator Frater Claudio Mazzucco. Nesta entrevista especial gravada no dia 25 de novembro, data do aniversário do frater Harvey Spencer Lewis, primeiro Imperator do atual ciclo de atividades da Ordem Rosacruz – AMORC, o Imperator Emérito, frater Christian Bernard, fala sobre a sua experiência na função, lições aprendidas, e deixa belas mensagens ao seu sucessor, frater Claudio Mazzuco e aos membros rosacruzes de Língua Portuguesa. Acompanhe no AMORC Play – CCR e na Área do Afiliado. É possível assistir ao vídeo no AMORC Play – CCR e na Área do Afiliado.
ERIN GLP: O RESGATE DE SEU ENCONTRO COM DEUS – 14 a 18/10/2018 – Inscrições Encerradas!
[vc_row][vc_column][vc_empty_space height=”15px”][vc_column_text]QUEM PODE PARTICIPAR: Estudante Rosacruz com no mínimo 6 meses de afiliação (lote 2) Início das atividades – DOMINGO 14/10/2018 16h – Saída do transporte da GLP (chegar à GLP com pelo menos 1h de antecedência) 17h – Chegada do transporte da GLP na Morada do Silêncio 17h30 – Início das atividades 19h30 – Jantar. Encerramento das atividades – QUINTA-FEIRA 18/10/2018 13h30 – Almoço de Confraternização 14h30 – Saída do transporte para GLP, Terminal Rodoviário e Aeroporto. A Criação resulta do Amor divino incondicional e eterno. O Humano é criado para louvar, reverenciar e servir ao Deus de seu coração e, mediante isso, aperfeiçoar-se. As outras coisas sobre a face da Terra são criadas para auxiliar na consecução do fim para o qual Deus criou o ser humano. Os filósofos gregos distinguiam três tipos de Amor: Eros, Philos, e Ágape. O Amor Eros é o amor fundamental para a Natureza, pois é a força primitiva da procriação e preservação da espécie. O Amor Philos é o amor fraternal, que envolve lealdade, igualdade e mútuo benefício, além de dedicação ao objeto amado, como amor pela sabedoria, que pode ser um meio de crescimento mental, intelectual e cultural. Amor Ágape é o Amor divino, o Amor em estado puro. É também o Amor de Deus por nós, e o nosso amor por Deus. É o amor fundamentado na espiritualidade e no Amor Universal, fonte da Luz divina e dos aspectos mais elevados dos seres humanos. Pela contemplação ad amorem “EU e o PAI somos UM”, estamos plenamente realizados no Amor Divino. É o Ágape! E ao conquistarmos esse grau, voltamos para a Natureza, e contemplamos a Criação. Para isso devemos ouvir os apelos do Ego e também do EU, e na síntese criativa encontrar o necessário para que possamos conscientemente trilhar a senda rumo ao objetivo maior, que é a nossa Missão Individual. Descubra quem realmente você é na vida humana! Descubra como você exerce a sua humildade! Qual é o seu propósito? Como você exercita o seu livre arbítrio? O seu a sua Filosofia de Vida! O Amor Ágape nasce da nossa disponibilidade para ir ao encontro do próximo e demonstrar-lhe Amor. Nesse Amor é que experimentamos o modo de Amar de Deus, e tudo o que Ele faz por nós, individualmente, pela Humanidade, e por toda a Criação. Ao longo de quatro dias profundamente inspiradores, e cercado do mais sábio dos conselheiros: o sanctum silencium, venha preparar-se para resgatar o seu encontro com Deus, e para preparar-se para a plena realização no Amor Divino.[/vc_column_text][vc_separator border_width=”3″][vc_column_text]INSCRIÇÕES: As inscrições a todos os ERIN GLP deverão ser feitas exclusivamente através do portal da AMORC no endereço: https://amorc.org.br/erin-glp/ Valores: R$ 1.100,00 (ou 10x R$110,00) R$ 1.160,00 ( 10x R$116,00) * Inscrição com Transporte Só será considerada válida a inscrição do participante que enviar o pagamento e preencher o formulário de inscrição na internet. Dificuldades no preenchimento da inscrição por internet, entrar em contato com a divisão de atendimento aos membros nos telefones (041) 3351-3063 / 3351-3064 ou pelo e-mail: atendimento@amorc.org.br Informações sobre pagamento: (041) 3351-3060 ou por e-mail nelsonrr@amorc.org.br Cada ERIN GLP deve atingir o limite mínimo de 15 inscrições para se efetivar. Vagas disponíveis: 40[/vc_column_text][vc_separator border_width=”3″][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]AGENDA ERIN GLP 2018 DATA ERIN GLP Quem pode participar 21 a 25 de fevereiro O Retorno da Alma Estudante Rosacruz com no mínimo 6 meses de afiliação (lote 2) 23 a 27 de maio A Revelação das Câmaras Secretas do Castelo Interior Membros ativos da AMORC e da TOM que tenham realizado a Iniciação ao Grau Associado em Heptada Martinista. 14 a 18 de outubro O Resgate de seu Encontro com Deus Estudante Rosacruz com no mínimo 6 meses de afiliação (lote 2) 28 de novembro a 02 de dezembro Lumen Christi II Rosacruzes ativos que já participaram do ERIN GLP AlQUÍMICO Lumen Christi [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
Atlântida -Programa Presença e Harmonia
O tema deste podcast é “Atlântida” com a soror Lucia Rodrigues Alves. Uma lenda, um mito ou uma civilização? O que se sabe sobre Atlântida? Mencionada por muitos autores com características próprias, ela encanta a todos que se dedicam a estudá-la. Nesta cativante entrevista soro Lucia discorre sobre a narrativa muito antiga e fascinante que envolve a Atlântida. Entenda quais são as semelhanças entre civilizações Maia, Inca, Asteca e Egípcia com esse contexto. Ordem Rosacruz AMORC · Atlântida -Programa Presença e Harmonia
Sede da Grande Loja – Edifício Administrativo
Este edifício foi projetado e construído com uma área de 3.090m2 , distribuída em quatro pisos e um belo jardim interno. A imponente obra, em estilo egípcio, foi inaugurada em 18 de abril de 1980 pelo então Imperator da AMORC, Frater Ralph Maxwell Lewis e pela então Grande Mestre da Grande Loja, Soror Maria A. Moura. Hoje trabalham nele a maioria dos funcionários da Grande Loja e nele fica o gabinete do Grande Mestre, com seu secretariado.
Os Cavaleiros Templários
Os Cavaleiros Templários Os Cavaleiros Templários tiveram origem nas Cruzadas da Idade Média. Como é de conhecimento geral, as Cruzadas foram uma série de expedições à Síria e à Palestina, esta última denominada Terra Santa. Consistiam de “devotos e intrépidos reis cavaleiros”, bem como clérigos, soldados e simples camponeses. Seu intuito era libertar ou recuperar a Terra Santa, a terra natal de Cristo, daqueles que os cruzados chamavam de “turcos infiéis”. Nesse período em particular, o cristianismo ocidental significava a Igreja Católica Romana; não havia outras igrejas cristãs conhecidas. Todas as religiões ou crenças não-cristãs, em conformidade com a intolerância que então prevalecia, eram consideradas pagãs e, seus seguidores, infiéis. No sentido literal, pagão é o indivíduo que não reconhece o Deus da revelação. Todavia, um pagão não é necessariamente ateu. Mas, na opinião dos cristãos daquela época uma pessoa devota que concebe Deus no sentido panteísta, ou como consciência universal, é pagã. Com toda certeza, todos os não-cristãos eram assim considerados. Parecia uma irreverência, um sacrilégio, para os cristãos, que locais relacionados com o nascimento do Cristo estivessem sob o domínio de alguma autoridade não-cristã. Pequenos bandos de peregrinos, durante anos antes das Cruzadas, haviam viajado para a Palestina, com o fim de visitar os santuários. Em sua devoção e primitiva crença, imaginavam que tais visitas lhes trariam uma graça espiritual, assegurando-lhes bênçãos especiais no outro mundo. Atravessaram eles regiões agrestes, onde praticamente não havia lei e ordem. E punham em risco a sua segurança, viajando principalmente a pé. Em conseqüência , eram assaltados, roubados, mortos por bandidos que os atacavam. Esses fatos, chegaram ao conhecimento da Europa Ocidental e da cristandade e tornaram-se incentivo para as cruzadas. Durante os séculos doze e treze, cada geração formou pelo menos um grande exército de cruzados. Além desses enormes exércitos, que às vezes chegavam a trezentos mil homens, haviam “pequenos bandos de peregrinos ou Soldados da Cruz”. Durante aproximadamente duzentos anos, houve um fluxo quase contínuo de reis, príncipes, nobres, cavaleiros, clérigos, e gente do povo da Inglaterra, da França, da Alemanha, da Espanha, e da Itália para a Ásia menor. Ostensivamente, essas migrações tinham fins religiosos, levando consigo, como já dissemos, muitos aventureiros, cujo objetivo era de explorar. Assassinos e ladrões viajavam para a Terra Santa e roubavam, pilhavam e violavam mulheres. Os muçulmanos, devotos e respeitadores da lei, cuja cultura era muito superior a da Europa na época, ficavam chocados com a conduta desses “cristãos”. Era de se esperar que protegessem suas famílias e propriedades desses saqueadores religiosos. Assim, por sua vez, matavam os peregrinos ou os expulsavam. Sem dúvida, muitos peregrinos inocentes perderam a vida por causa da reputação criada pela conduta de alguns de seus companheiros. Os povos não-cristãos do Oriente Próximo não podiam distinguir os peregrinos que tinham nobres propósitos daqueles cujos objetivos eram perversos. A Primeira Cruzada Tomando conhecimento desta situação, Papa Urbano II, em 1095, em Clemont, França, exortou o povo a iniciar a primeira grande Cruzada. Conclamou os cavaleiros e nobres feudais a cessarem a guerra que travavam entre si e socorressem os cristãos que viviam no oriente. “Tomai a estrada para o Santo Sepulcro; arrebatai a região à raça perversa e sujeitai-a ao vosso domínio”. Consta que, quando o Papa terminou de falar, a vasta multidão que o escutava clamou quase uníssono: “É a Vontade de Deus!”. Esta frase tornou-se depois o grito de guerra da heterogênea massa que formou o exército da Cruzada. Aqueles homens estavam convictos de que estavam obedecendo à vontade de Deus, de modo que brutalidade, assassínio, estupro e pilhagem, nas terras do Oriente, estavam justificados por sua missão. Era impossível aqueles milhares de homens levarem consigo alimento suficiente para a viagem, visto que esta durava vários meses, em condições muito difíceis. Portanto, eram eles obrigados a buscar sustento nas terras que invadiam. Muitas pessoas inocentes do Oriente, não-cristãs, eram assassinadas, seu gado lhes era tomado e suas casas saqueadas, para o sustento dos cruzados, que sobre elas se abatiam como nuvem de devoradores gafanhotos. Naturalmente, a retaliação vinha rápida e violenta. Muitos cruzados foram mortos pelos húngaros, que reagiram para se proteger contra a depredação causada pelas hordas que passavam por sua região. O espírito de avareza ou cobiça aproveitou-se das circunstâncias. Muitos cruzados procuravam seguir para a Palestina e a Síria por mar, a fim de evitar a viagem mais longa, toda feita por terra. Ricos mercadores das prósperas cidades de Veneza e Gênova tramaram conceder aos cruzados “livre’ passagem para a Síria e a Palestina. Mas exigiam dos peregrinos o compromisso de exclusividade de comércio em qualquer cidade por eles conquistadas. Isto permitiria a esses mercadores ocidentais manter centros comerciais no Oriente, obtendo então excelentes produtos do seu artesanato. As jóias, a cerâmica, a seda. A especiaria, mobília e os bordados do Oriente eram superiores a tudo o que se produzia na Europa Ocidental da época. Das cruzadas emergiam muitas curiosas ordens religiosas e militares. Duas das mais importantes foram os Hospitalários e os Templários. Essas ordens “combinavam dois interesses dominantes da época, o monge e o soldado”. Durante a primeira Cruzada foi formada, de uma associação monástica, a ordem conhecida como os Hospitalários. Seu objetivo era de socorrer os pobres e enfermos dentre os peregrinos que viajavam para o Oriente. Cruz de Malta: o emblema Posteriormente, a Ordem admitia cavaleiros, além dos monges, e depois se tornou uma ordem militar. Os monges usavam uma cruz em sua veste e andavam com uma espada à cinta. Lutavam, quando necessário, embora se dedicassem principalmente em socorrer os peregrinos doentes. Receberam doações de terras, nos países do Ocidente. Também construíram e controlaram mosteiros fortificados, na terra Santa. No século treze, quando a Síria, principalmente, foi evacuada pelos cristãos, os Hospitalários mudaram sua sede para a ilha de Rodes e, mais tarde, para Malta. Esta Ordem ainda existe e seu emblema é a Cruz de Malta. A outra ordem tinha o nome de Cavaleiros Templários, ou “Cavaleiros Pobres de Cristo e do Templo de Salomão”. Esta ordem
Meditação Rosacruz – Em Tempos Difíceis
A mensagem “Em Tempos Difíceis” desta Meditação Rosacruz é um acalento para a alma e o coração, pois ela ressalta a importância do trabalho místico, além de proporcionar ficar por alguns instantes em reflexão nesse momento tão difícil. Ela também serve como um apoio para unir forças para passar e se recuperar por essa mudança drástica que a vida nos colocou. Apreciem em silêncio essa meditação para enxergar a positividade da vida e conquistar uma nova perspectiva para o futuro.








