“Senhor, de Tuas mãos flui todo o bem. Todas as bênçãos e graças nos chegam de Ti. Com Teus dedos escreveste a letra da Natureza que ninguém pode ler, a menos que seja ensinado em Tua escola.“Senhor, de Tuas mãos flui todo o bem. Todas as bênçãos e graças nos chegam de Ti. Com Teus dedos escreveste a letra da Natureza que ninguém pode ler, a menos que seja ensinado em Tua escola. Deixa‑nos, portanto, erguer nossos olhos a Ti, ó Senhor, da forma como os servos olham para as mãos de seu senhor e as servas para as de sua senhora, para que Tu possas nos ajudar! O Senhor, nosso Deus, quem não Te louvaria, quem não Te glorificaria, a Ti, Rei da Glória?! Pois tudo vem de Ti e tudo Te obedece e a Ti deve voltar novamente, sendo recebido no Teu amor ou em Tua ira. Nada pode Te escapar, tudo deve servir Tua honra e glória. Só Tu, e ninguém mais, és o Senhor. Fazes o que queres com Teu berço poderoso, nada pode Te escapar. Só Tu ajudas o humilde, o brando, o pobre, os que a Ti são devotados com todo o seu coração, em sua hora de necessidade; os que se humilham no pó perante a Ti, para esses, és dadivoso. Quem não deve a Ti louvar, a Ti, Rei de toda a Glória? Ninguém há como Tu, cuja morada está no céu e num santo, virtuoso e aflito coração. Ó Grande Deus, Tu és tudo em tudo! Ó Natureza! Tu que és tudo do nada, que mais posso dizer?! Nada sou, por mim só, mas sou tudo em Ti, e em Teu tudo eu vivo do nada então, vive Tu em mim! E assim, traz‑me ao Tudo, em Ti! Amém.”* * SÍMBOLOS SECRETOS DOS ROSACRUZES dos séculos X VI e XVII, Biblioteca Rosacruz, AMORC, Volume Especial, Editora Renes Ltda, 1978, pág. 66, Rio de Janeiro, Brasil.
Deus
Você conhece a Biblioteca Alexandria – AMORC?
Aberta aos Rosacruzes e ao público em geral para leitura e pesquisa, a Biblioteca Alexandria AMORC oferece um excelente acervo abrangendo cultura geral, porém o esoterismo é sua especialidade. É possível consultar o acervo da Biblioteca Alexandria – AMORC clicando aqui!
A História não contada dos construtores das Pirâmides
Você sabia que com a morte de Akhenaton, seu filho Tutankhamon subiu ao trono para restaurar o deus Amon-Ra e devolver a capital para Tebas, na sua antiga posição? Muitas coisas aconteceram no reinado do Menino de Ouro e você poderá saber mais sobre esse assunto assistindo a esta inédita palestra aqui na Ordem Rosacruz. E se você não está em Curitiba, saiba que a palestra será transmitida virtualmente. Não perca esta oportunidade única! Palestra O Rei Menino de Ouro: Tutankhamon Data: 06 de setembro às 19h Local: Auditório H. Spencer Lewis – Ordem Rosacruz, AMORC – Rua Nicarágua, 2620 – Bacacheri – 82515-260 – Curitiba, Paraná. Investimento: Segundo Lote – Julho: R$ 170,00; Meia R$ 85,00 Terceiro Lote – Agosto: R$ 200,00; Meia R$ 100,00 Transmissão On-line: R$ 50,00 INSCREVA-SE!
Podcast: Espiritualidade E Psicologia Positiva
Ordem Rosacruz AMORC · Espiritualidade E Psicologia Positiva – Programa Presença e Harmonia O tema deste podcast é “Saúde Mental, Psicologia Positiva e Espiritualidade” com a psicóloga Lucélia Michalizen. Em tempos de incertezas onde o medo, a ansiedade, a solidão e a suspensão temporária de compromissos e atividades se tornaram comum, muitas pessoas se viram diante de situações adversas, pois as ocupações habituais mudaram. A falta de perspectivas para o amanhã tem provocado abalos na saúde, na economia e nas relações interpessoais, podendo interferir na saúde mental do indivíduo. Nesta entrevista, a Psicóloga e Coaching, Lucelia Michalizen, traz uma reflexão sobre o tema Saúde Mental e Espiritualidade ressaltando como a espiritualidade deve fazer parte na vida das pessoas para lidar melhor com a saúde emocional prevenindo doenças psíquicas.
Compensar a Natureza
Ronaldo Navarro Diniz, FRC Ao lançarmos um olhar para algumas décadas passadas, chegamos à conclusão de que hoje há, sem dúvida, um despertar de consciência para os problemas do meio-ambiente que antes não havia. Mas é possível viver na nossa atual sociedade sem agredir de maneira alguma o meio-ambiente? Pode-se dizer que isso é praticamente impossível, ainda. Digamos ainda, porque com o desenvolvimento da consciência humana, muita coisa está em vias de melhorar. Entretanto, apesar de não ser possível no nosso cotidiano ter somente hábitos que não agravem ainda mais a situação já bastante crítica do meio-ambiente, é certo que o Ser Humano pode se reeducar e aprender a fazer muito para diminuir consideravelmente essa agressão. E esse fazer muito às vezes é mais fácil do que se imagina. Óbvio que primeiramente é necessário ter a vontade de fazer algo. Nunca podemos esquecer a importância da Natureza na nossa vida. Somos todos interligados. Sem a Natureza nós não existiríamos. E se ela corre algum risco de desequilibrar-se, conseqüentemente acontecerá o mesmo com todos os seres vivos, a começar pelos humanos. Está mais do que claro que a nossa saúde depende da qualidade do ar que respiramos, da água que bebemos e dos alimentos que ingerimos. Ou seja, sem a Natureza não há sobrevivência humana possível no nosso planeta. Além da sobrevivência no que se refere à parte fisiológica do nosso ser, a Natureza exerce também uma forte influência no nosso psíquico. Quem não admira a Natureza? Diga-me uma única pessoa. Não há. Não há quem não admire um pôr-do-sol no oceano. Não há quem não se encante com uma paisagem natural de um lago tranqüilo e cristalino cercado por montanhas. Que dizer da exuberante vegetação das florestas, das cascatas, da variedade de flores e plantas? Dos pássaros? Dos animais? E quanto à beleza do mundo submerso? Dos mais variados peixes e corais? O ser humano ama a natureza porque ele é procedente dela e vive integrado com ela, tenha ele consciência disso ou não. Mas não basta somente amar a Natureza e cuidar das áreas naturais mais belas, cercando cada vez mais reservas ecológicas e incentivando o eco-turismo. Isso já é um grande passo, mas não o suficiente. A preocupação ambiental da atualidade vai muito além disso. Para citar apenas um exemplo, as reservas de água doce do planeta correm riscos graves devido ao desperdício e à acelerada contaminação por parte de indústrias descuidadas. Sendo assim, não há tempo suficiente para que a água se regenere e se purifique. Está na hora do ser humano mudar seu relacionamento com a água e passar a vê-la como um líquido preciosíssimo, pois na realidade, é exatamente isso o que ela é. Apesar de ter consciência que sua vida depende da Natureza, infelizmente não são ainda todas as pessoas que têm a vontade de fazer algo para cuidar dela, protegê-la de agressões, ameaças e extinções. Em alguns, essa vontade é nata. Em outros, precisa ser despertada. Depois de se ter a vontade de fazer algo é preciso informar-se de como fazer. Aqui entra o importantíssimo papel de publicações e eventos ecológicos, além das organizações protetoras do meio-ambiente, como por exemplo, o Greenpeace, não somente com seu valioso trabalho de informação, como também de ação. Mas não basta contribuir com uma parcela de dinheiro para essas organizações, o que na verdade já seria uma grande ajuda! Importante é também modificar algo no nosso dia-a-dia que possa estar direta ou indiretamente prejudicando o equilíbrio do meio-ambiente. De acordo nosso hábito comum de passar a culpa aos outros e não assumir responsabilidades, é muito fácil dizermos que quem deve tomar alguma providência a favor do meio-ambiente são os governos e as grandes empresas, as multinacionais poluidoras, que são quase sempre as maiores culpadas pelas catástrofes ambientais. Mas quem se encontra dentro das multinacionais? Seres humanos. E se o ser humano despertar seu interesse e sua vontade de fazer o mínimo pelo meio-ambiente já na sua própria casa, no seu cotidiano, ao invés de esperar que outros o façam? Como foi dito acima, é praticamente impossível que a forma de vida da atual sociedade seja cem por cento de acordo com a proteção ambiental. Para que assim fosse, deveríamos retornar para a o Período Paleolítico, retomando os hábitos dos homens das cavernas. Entretanto isso não estaria de acordo com a as leis cósmicas que regem nosso processo evolutivo. Para citar alguns pequenos exemplos, há pessoas que, por motivos profissionais e também particulares fazem várias viagens áreas no decorrer do ano. Todos sabem que a aviação é uma das inimigas do meio-ambiente por inúmeras razões. Entretanto, algumas dessas pessoas por não possuírem automóveis e utilizarem o transporte público e também bicicleta, já estão compensando um ato pelo outro. Alguns talvez sejam muito conscientes na utilização moderada de energia elétrica e água dentro de casa. outra importante atitude a favor do meio-ambiente. Há pessoas que talvez não possam abdicar do carro para ir trabalhar e mesmo para o lazer. Entretanto, raramente fazem uma viagem aérea e talvez sejam pessoas muito cuidadosas e atentas para evitar desperdícios desnecessários dentro de casa, procurando reaproveitar tudo o que seja possível ao invés de jogar facilmente no lixo. Talvez haja outros que precisam utilizar muita energia elétrica, mas por outro lado, evitam usar o carro sem necessidade e ainda por cima não comem carne bovina, ou a comem raramente apenas. A criação e manutenção do gado para corte exigem valores altíssimos de recursos ambientais. Outros são disciplinados na forma de separar lixo para ser reciclado, um hábito imprescindível que todo o mundo deveria fazer, além disso dão preferência para alimentos frescos provenientes da redondeza, procuram sempre que possível comprar artigos sem embalagens desnecessárias, informam-se quais produtos agridem o meio-ambiente e o evitam, procurando assim, com todos esses seus hábitos “verdes” compensar as viagens aéreas que fazem esporadicamente. Há quem trabalha em escritório de uma forma muito cuidadosa para não desperdiçar papel, sempre reutilizando o que for possível, além de usar papel reciclado
Eu Sou no Ser Cósmico
Eu Sou no Ser Cósmico -Por Zaneli Ramos, FRC EU… que é? O corpo? Não. Evidentemente, ele é meu, mas não é eu. Por isso digo, “meu corpo”. Então, tenho de procurar a natureza desse EU em alguma “coisa” imaterial que consiga sentir ou perceber em mim mesmo. Se não sou o corpo, que sou no corpo que uso? O pensamento? Também não. Pensar é algo que EU faço, algo que se produz em mim. Evidentemente, o pensamento é meu, mas não é eu. Por isso digo, “meu pensamento”. Então, tenho de procurar a natureza desse EU em alguma outra “coisa”… imaterial? Se não sou o corpo, nem o pensamento, que sou no corpo que uso e no pensamento que produzo? Emoção. É isso que sou? Também não. EU me emociono. Emoção é algo que ocorre em mim, ou comigo. Por isso digo “minha emoção”. Então, tenho de procurar a natureza desse EU em alguma outra “coisa”… imaterial? Se não sou o corpo, nem o pensamento, nem emoção, que sou no corpo que uso, no pensamento que produzo e na emoção que sinto? Percepção. É isso que sou? Ainda não. Percepção é algo que resulta da minha interação com aquilo que percebo. Por isso digo, “EU percebo”. Então, tenho de procurar a natureza desse EU em alguma outra “coisa”… imaterial? Se não sou o corpo, nem o pensamento, nem emoção, nem percepção, que sou no corpo que uso, no pensamento que produzo, na emoção que sinto e na percepção que tenho? Sentimento. Um evento emocional? Então não adianta. Já pensei isso no caso da emoção. Uma sensação… sem caráter emocional, como uma espécie de “fato técnico”? Também não adianta. Já pensei isso no caso da percepção. Por isso digo, “EU sinto”. Então, tenho de procurar a natureza desse EU em alguma outra “coisa”… imaterial? Se não sou o corpo, nem o pensamento, nem emoção, nem percepção, nem sentimento, nem sensação, que sou no corpo que uso, no pensamento que produzo, na emoção que sinto e na percepção e na sensação que tenho? Outra “coisa”? Que mais posso observar e constatar em mim, nesse EU que digo que sou? Imaterial? Como posso observar e constatar isso? É… curioso… intrigante… perturbador? Se me perguntam, “quem é você?”, posso responder muita coisa. Se me perguntam “que é você?”… engasgo; ou respondo: “EU, ora!” Mas há uma saída. Respondo: “um ser humano”. Melhorou. O problema é que então me perguntam: “que é um ser humano?”. Respondo: “um ser que usa um organismo físico ou sistema biológico – um corpo – para pensar, ter emoções, percepções e sensações. Percebo então que andei em círculo. O problema persiste, porque EU é um caso particular de “um ser”. O problema que existia para definir a natureza do indivíduo – EU – existe para definir a natureza da espécie. Pensar e ter emoções, percepções e sensações – e, mais obviamente ainda, agir – são funções do ser humano e não aquilo que ele é. Como fico então? Bem, como não tenho mais onde nem como procurar a natureza do EU, ou do ser humano, sou obrigado a concluir que essa natureza é transcendente. Que significa isto? Que não posso pensá-la nem conhecê-la por emoção, percepção, ou sensação. Sou. Mas não posso conhecer o que sou, não posso saber o que sou; só posso ser o que sou. No entanto, isso que sou não pode ser nada; tem de ser algo. Se fosse nada, não existiria – e EU existo. Não sei o que sou, mas sei que sou… porque penso, tenho emoções, percepções e sensações, e ajo. Concluo então que EU é algo que usa um sistema biológico para pensar, etc. Algo… o quê? Um “buraco”. Visualizo a figura: Esse EU, então, é algo transcendente, um “não-nada” que não posso conhecer, que só posso ser! Eu sou no Ser Cósmico… Sou… que é ser? Existir? Só? Sinto que há mais. A caneta existe; só. Eu também existo; mas há mais: sou. Existir é a idéia nuclear de ser, porém, há mais. Ser é existir e ter percepção disto – consciência! Não sei o que sou, mas sei que sou – um “não-nada” transcendente. Sou… Ser, aqui, é verbo. E verbo, que é? Ação, manifestação, fenômeno. Sou fenômeno de ser! E nisso tive começo e vou ter fim! Mas, naquilo em que sou um “não-nada” transcendente… Eu sou no Ser Cósmico… Que é Ser Cósmico? Ser, aqui, é substantivo. Um ente, algo, uma “coisa” e não manifestação, ação, ou fenômeno. E esse ente ou SER substantivo é necessariamente infinito e eterno. Único e a essência de tudo. Cósmico indica isto. Com efeito, se ele tivesse começo e fim, que existiria antes e depois dele? Nada? Absurdo! Nada, não pode existir. Se existe, não é nada; é algo. Se é nada, não existe. Ser Cósmico, portanto, é O Ser – um só, único e uno – que é essência, fonte e sede de tudo. O único ser substantivo; todos os outros seres são verbos – fenômenos de ser. Todo e qualquer outro ente, toda e qualquer outra “coisa”, só pode ser fenômeno de ser – verbo – desse Ser único, infinito e eterno – cósmico. Então, nele – e somente nele – tudo é UM, infinita e eternamente! Em si mesmo, todo e qualquer “outro ser” é fenômeno, verbo, teve começo e vai ter fim, é finito e temporal. Por isso sinto e penso e creio: Eu sou no Ser Cósmico… e do Ser Cósmico… manifestação. Sou fenômeno de ser no Ser Cósmico, no SER, único, infinito e eterno. Nele sou substantivo; em mim mesmo, sou verbo. Nele sou infinito; em mim mesmo, sou finito – acabo, no Ser que não acaba. Nele sou eterno; em mim mesmo sou temporal – passo, no Ser que não passa. Visualizo a figura: O SER, sem começo nem fim, infinito e eterno. Glorioso! Eu? Em mim mesmo – no meu ego – finito e temporal. Inglório. Em mim mesmo, não posso ter
Humanidade – Christian Bernard, Imperator Emérito da AMORC
Sejamos uma luz e uma voz a serviço da humanidade! Unidos num só coração, aceitemos nossa condição humana e, quando chegar o momento de partirmos, não reneguemos nossa humanidade, não partamos descontentes com a vida e o façamos de forma que nosso último olhar pouse em rostos sorridentes.
A emoção como fonte de saúde – Presença & Harmonia
A sociedade moderna nos faz acreditar que somos seres racionais, mas na verdade somos muito mais emocionais do que pensamos e a emoção não é um tema incluído no processo formativo escolar. O programa Presença & Harmonia conversa com o professor frater Julio Cesar Luchmann, que é formado em Filosofia e História pela PUC-PR, Pós-graduado em Habilidades Gerenciais e em Psicopedagogia e Mestre em Educação, com o intuito de fornecer aos espectadores uma noção mais aprofundada sobre a emoção e de que maneira ela pode se tornar uma fonte de saúde.
Martinès de Pasqually
« Sou apenas um falível instrumento do qual Deus quis, por mais indigno que eu seja, se servir para lembrar aos homens, meus semelhantes, o seu primeiro estado de construtores, a fim de lhes fazer ver de verdade que eles são de fato homens-Deus, sendo criados à imagem e à semelhança desse Ser todo-poderoso. »







