[vc_row][vc_column][vc_empty_space height=”15px”][vc_column_text]QUEM PODE PARTICIPAR: Estudante Rosacruz com no mínimo 6 meses de afiliação (lote 2) Início das atividades – DOMINGO 14/10/2018 16h – Saída do transporte da GLP (chegar à GLP com pelo menos 1h de antecedência) 17h – Chegada do transporte da GLP na Morada do Silêncio 17h30 – Início das atividades 19h30 – Jantar. Encerramento das atividades – QUINTA-FEIRA 18/10/2018 13h30 – Almoço de Confraternização 14h30 – Saída do transporte para GLP, Terminal Rodoviário e Aeroporto. A Criação resulta do Amor divino incondicional e eterno. O Humano é criado para louvar, reverenciar e servir ao Deus de seu coração e, mediante isso, aperfeiçoar-se. As outras coisas sobre a face da Terra são criadas para auxiliar na consecução do fim para o qual Deus criou o ser humano. Os filósofos gregos distinguiam três tipos de Amor: Eros, Philos, e Ágape. O Amor Eros é o amor fundamental para a Natureza, pois é a força primitiva da procriação e preservação da espécie. O Amor Philos é o amor fraternal, que envolve lealdade, igualdade e mútuo benefício, além de dedicação ao objeto amado, como amor pela sabedoria, que pode ser um meio de crescimento mental, intelectual e cultural. Amor Ágape é o Amor divino, o Amor em estado puro. É também o Amor de Deus por nós, e o nosso amor por Deus. É o amor fundamentado na espiritualidade e no Amor Universal, fonte da Luz divina e dos aspectos mais elevados dos seres humanos. Pela contemplação ad amorem “EU e o PAI somos UM”, estamos plenamente realizados no Amor Divino. É o Ágape! E ao conquistarmos esse grau, voltamos para a Natureza, e contemplamos a Criação. Para isso devemos ouvir os apelos do Ego e também do EU, e na síntese criativa encontrar o necessário para que possamos conscientemente trilhar a senda rumo ao objetivo maior, que é a nossa Missão Individual. Descubra quem realmente você é na vida humana! Descubra como você exerce a sua humildade! Qual é o seu propósito? Como você exercita o seu livre arbítrio? O seu a sua Filosofia de Vida! O Amor Ágape nasce da nossa disponibilidade para ir ao encontro do próximo e demonstrar-lhe Amor. Nesse Amor é que experimentamos o modo de Amar de Deus, e tudo o que Ele faz por nós, individualmente, pela Humanidade, e por toda a Criação. Ao longo de quatro dias profundamente inspiradores, e cercado do mais sábio dos conselheiros: o sanctum silencium, venha preparar-se para resgatar o seu encontro com Deus, e para preparar-se para a plena realização no Amor Divino.[/vc_column_text][vc_separator border_width=”3″][vc_column_text]INSCRIÇÕES: As inscrições a todos os ERIN GLP deverão ser feitas exclusivamente através do portal da AMORC no endereço: https://amorc.org.br/erin-glp/ Valores: R$ 1.100,00 (ou 10x R$110,00) R$ 1.160,00 ( 10x R$116,00) * Inscrição com Transporte Só será considerada válida a inscrição do participante que enviar o pagamento e preencher o formulário de inscrição na internet. Dificuldades no preenchimento da inscrição por internet, entrar em contato com a divisão de atendimento aos membros nos telefones (041) 3351-3063 / 3351-3064 ou pelo e-mail: atendimento@amorc.org.br Informações sobre pagamento: (041) 3351-3060 ou por e-mail nelsonrr@amorc.org.br Cada ERIN GLP deve atingir o limite mínimo de 15 inscrições para se efetivar. Vagas disponíveis: 40[/vc_column_text][vc_separator border_width=”3″][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]AGENDA ERIN GLP 2018 DATA ERIN GLP Quem pode participar 21 a 25 de fevereiro O Retorno da Alma Estudante Rosacruz com no mínimo 6 meses de afiliação (lote 2) 23 a 27 de maio A Revelação das Câmaras Secretas do Castelo Interior Membros ativos da AMORC e da TOM que tenham realizado a Iniciação ao Grau Associado em Heptada Martinista. 14 a 18 de outubro O Resgate de seu Encontro com Deus Estudante Rosacruz com no mínimo 6 meses de afiliação (lote 2) 28 de novembro a 02 de dezembro Lumen Christi II Rosacruzes ativos que já participaram do ERIN GLP AlQUÍMICO Lumen Christi [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
Atlântida -Programa Presença e Harmonia
O tema deste podcast é “Atlântida” com a soror Lucia Rodrigues Alves. Uma lenda, um mito ou uma civilização? O que se sabe sobre Atlântida? Mencionada por muitos autores com características próprias, ela encanta a todos que se dedicam a estudá-la. Nesta cativante entrevista soro Lucia discorre sobre a narrativa muito antiga e fascinante que envolve a Atlântida. Entenda quais são as semelhanças entre civilizações Maia, Inca, Asteca e Egípcia com esse contexto. Ordem Rosacruz AMORC · Atlântida -Programa Presença e Harmonia
Sede da Grande Loja – Edifício Administrativo
Este edifício foi projetado e construído com uma área de 3.090m2 , distribuída em quatro pisos e um belo jardim interno. A imponente obra, em estilo egípcio, foi inaugurada em 18 de abril de 1980 pelo então Imperator da AMORC, Frater Ralph Maxwell Lewis e pela então Grande Mestre da Grande Loja, Soror Maria A. Moura. Hoje trabalham nele a maioria dos funcionários da Grande Loja e nele fica o gabinete do Grande Mestre, com seu secretariado.
Os Cavaleiros Templários
Os Cavaleiros Templários Os Cavaleiros Templários tiveram origem nas Cruzadas da Idade Média. Como é de conhecimento geral, as Cruzadas foram uma série de expedições à Síria e à Palestina, esta última denominada Terra Santa. Consistiam de “devotos e intrépidos reis cavaleiros”, bem como clérigos, soldados e simples camponeses. Seu intuito era libertar ou recuperar a Terra Santa, a terra natal de Cristo, daqueles que os cruzados chamavam de “turcos infiéis”. Nesse período em particular, o cristianismo ocidental significava a Igreja Católica Romana; não havia outras igrejas cristãs conhecidas. Todas as religiões ou crenças não-cristãs, em conformidade com a intolerância que então prevalecia, eram consideradas pagãs e, seus seguidores, infiéis. No sentido literal, pagão é o indivíduo que não reconhece o Deus da revelação. Todavia, um pagão não é necessariamente ateu. Mas, na opinião dos cristãos daquela época uma pessoa devota que concebe Deus no sentido panteísta, ou como consciência universal, é pagã. Com toda certeza, todos os não-cristãos eram assim considerados. Parecia uma irreverência, um sacrilégio, para os cristãos, que locais relacionados com o nascimento do Cristo estivessem sob o domínio de alguma autoridade não-cristã. Pequenos bandos de peregrinos, durante anos antes das Cruzadas, haviam viajado para a Palestina, com o fim de visitar os santuários. Em sua devoção e primitiva crença, imaginavam que tais visitas lhes trariam uma graça espiritual, assegurando-lhes bênçãos especiais no outro mundo. Atravessaram eles regiões agrestes, onde praticamente não havia lei e ordem. E punham em risco a sua segurança, viajando principalmente a pé. Em conseqüência , eram assaltados, roubados, mortos por bandidos que os atacavam. Esses fatos, chegaram ao conhecimento da Europa Ocidental e da cristandade e tornaram-se incentivo para as cruzadas. Durante os séculos doze e treze, cada geração formou pelo menos um grande exército de cruzados. Além desses enormes exércitos, que às vezes chegavam a trezentos mil homens, haviam “pequenos bandos de peregrinos ou Soldados da Cruz”. Durante aproximadamente duzentos anos, houve um fluxo quase contínuo de reis, príncipes, nobres, cavaleiros, clérigos, e gente do povo da Inglaterra, da França, da Alemanha, da Espanha, e da Itália para a Ásia menor. Ostensivamente, essas migrações tinham fins religiosos, levando consigo, como já dissemos, muitos aventureiros, cujo objetivo era de explorar. Assassinos e ladrões viajavam para a Terra Santa e roubavam, pilhavam e violavam mulheres. Os muçulmanos, devotos e respeitadores da lei, cuja cultura era muito superior a da Europa na época, ficavam chocados com a conduta desses “cristãos”. Era de se esperar que protegessem suas famílias e propriedades desses saqueadores religiosos. Assim, por sua vez, matavam os peregrinos ou os expulsavam. Sem dúvida, muitos peregrinos inocentes perderam a vida por causa da reputação criada pela conduta de alguns de seus companheiros. Os povos não-cristãos do Oriente Próximo não podiam distinguir os peregrinos que tinham nobres propósitos daqueles cujos objetivos eram perversos. A Primeira Cruzada Tomando conhecimento desta situação, Papa Urbano II, em 1095, em Clemont, França, exortou o povo a iniciar a primeira grande Cruzada. Conclamou os cavaleiros e nobres feudais a cessarem a guerra que travavam entre si e socorressem os cristãos que viviam no oriente. “Tomai a estrada para o Santo Sepulcro; arrebatai a região à raça perversa e sujeitai-a ao vosso domínio”. Consta que, quando o Papa terminou de falar, a vasta multidão que o escutava clamou quase uníssono: “É a Vontade de Deus!”. Esta frase tornou-se depois o grito de guerra da heterogênea massa que formou o exército da Cruzada. Aqueles homens estavam convictos de que estavam obedecendo à vontade de Deus, de modo que brutalidade, assassínio, estupro e pilhagem, nas terras do Oriente, estavam justificados por sua missão. Era impossível aqueles milhares de homens levarem consigo alimento suficiente para a viagem, visto que esta durava vários meses, em condições muito difíceis. Portanto, eram eles obrigados a buscar sustento nas terras que invadiam. Muitas pessoas inocentes do Oriente, não-cristãs, eram assassinadas, seu gado lhes era tomado e suas casas saqueadas, para o sustento dos cruzados, que sobre elas se abatiam como nuvem de devoradores gafanhotos. Naturalmente, a retaliação vinha rápida e violenta. Muitos cruzados foram mortos pelos húngaros, que reagiram para se proteger contra a depredação causada pelas hordas que passavam por sua região. O espírito de avareza ou cobiça aproveitou-se das circunstâncias. Muitos cruzados procuravam seguir para a Palestina e a Síria por mar, a fim de evitar a viagem mais longa, toda feita por terra. Ricos mercadores das prósperas cidades de Veneza e Gênova tramaram conceder aos cruzados “livre’ passagem para a Síria e a Palestina. Mas exigiam dos peregrinos o compromisso de exclusividade de comércio em qualquer cidade por eles conquistadas. Isto permitiria a esses mercadores ocidentais manter centros comerciais no Oriente, obtendo então excelentes produtos do seu artesanato. As jóias, a cerâmica, a seda. A especiaria, mobília e os bordados do Oriente eram superiores a tudo o que se produzia na Europa Ocidental da época. Das cruzadas emergiam muitas curiosas ordens religiosas e militares. Duas das mais importantes foram os Hospitalários e os Templários. Essas ordens “combinavam dois interesses dominantes da época, o monge e o soldado”. Durante a primeira Cruzada foi formada, de uma associação monástica, a ordem conhecida como os Hospitalários. Seu objetivo era de socorrer os pobres e enfermos dentre os peregrinos que viajavam para o Oriente. Cruz de Malta: o emblema Posteriormente, a Ordem admitia cavaleiros, além dos monges, e depois se tornou uma ordem militar. Os monges usavam uma cruz em sua veste e andavam com uma espada à cinta. Lutavam, quando necessário, embora se dedicassem principalmente em socorrer os peregrinos doentes. Receberam doações de terras, nos países do Ocidente. Também construíram e controlaram mosteiros fortificados, na terra Santa. No século treze, quando a Síria, principalmente, foi evacuada pelos cristãos, os Hospitalários mudaram sua sede para a ilha de Rodes e, mais tarde, para Malta. Esta Ordem ainda existe e seu emblema é a Cruz de Malta. A outra ordem tinha o nome de Cavaleiros Templários, ou “Cavaleiros Pobres de Cristo e do Templo de Salomão”. Esta ordem
Meditação Rosacruz – Em Tempos Difíceis
A mensagem “Em Tempos Difíceis” desta Meditação Rosacruz é um acalento para a alma e o coração, pois ela ressalta a importância do trabalho místico, além de proporcionar ficar por alguns instantes em reflexão nesse momento tão difícil. Ela também serve como um apoio para unir forças para passar e se recuperar por essa mudança drástica que a vida nos colocou. Apreciem em silêncio essa meditação para enxergar a positividade da vida e conquistar uma nova perspectiva para o futuro.
A nova face de Tothmea – a múmia do Museu Egípcio e Rosacruz
Deus
“Senhor, de Tuas mãos flui todo o bem. Todas as bênçãos e graças nos chegam de Ti. Com Teus dedos escreveste a letra da Natureza que ninguém pode ler, a menos que seja ensinado em Tua escola.“Senhor, de Tuas mãos flui todo o bem. Todas as bênçãos e graças nos chegam de Ti. Com Teus dedos escreveste a letra da Natureza que ninguém pode ler, a menos que seja ensinado em Tua escola. Deixa‑nos, portanto, erguer nossos olhos a Ti, ó Senhor, da forma como os servos olham para as mãos de seu senhor e as servas para as de sua senhora, para que Tu possas nos ajudar! O Senhor, nosso Deus, quem não Te louvaria, quem não Te glorificaria, a Ti, Rei da Glória?! Pois tudo vem de Ti e tudo Te obedece e a Ti deve voltar novamente, sendo recebido no Teu amor ou em Tua ira. Nada pode Te escapar, tudo deve servir Tua honra e glória. Só Tu, e ninguém mais, és o Senhor. Fazes o que queres com Teu berço poderoso, nada pode Te escapar. Só Tu ajudas o humilde, o brando, o pobre, os que a Ti são devotados com todo o seu coração, em sua hora de necessidade; os que se humilham no pó perante a Ti, para esses, és dadivoso. Quem não deve a Ti louvar, a Ti, Rei de toda a Glória? Ninguém há como Tu, cuja morada está no céu e num santo, virtuoso e aflito coração. Ó Grande Deus, Tu és tudo em tudo! Ó Natureza! Tu que és tudo do nada, que mais posso dizer?! Nada sou, por mim só, mas sou tudo em Ti, e em Teu tudo eu vivo do nada então, vive Tu em mim! E assim, traz‑me ao Tudo, em Ti! Amém.”* * SÍMBOLOS SECRETOS DOS ROSACRUZES dos séculos X VI e XVII, Biblioteca Rosacruz, AMORC, Volume Especial, Editora Renes Ltda, 1978, pág. 66, Rio de Janeiro, Brasil.
Você conhece a Biblioteca Alexandria – AMORC?
Aberta aos Rosacruzes e ao público em geral para leitura e pesquisa, a Biblioteca Alexandria AMORC oferece um excelente acervo abrangendo cultura geral, porém o esoterismo é sua especialidade. É possível consultar o acervo da Biblioteca Alexandria – AMORC clicando aqui!
A História não contada dos construtores das Pirâmides
Você sabia que com a morte de Akhenaton, seu filho Tutankhamon subiu ao trono para restaurar o deus Amon-Ra e devolver a capital para Tebas, na sua antiga posição? Muitas coisas aconteceram no reinado do Menino de Ouro e você poderá saber mais sobre esse assunto assistindo a esta inédita palestra aqui na Ordem Rosacruz. E se você não está em Curitiba, saiba que a palestra será transmitida virtualmente. Não perca esta oportunidade única! Palestra O Rei Menino de Ouro: Tutankhamon Data: 06 de setembro às 19h Local: Auditório H. Spencer Lewis – Ordem Rosacruz, AMORC – Rua Nicarágua, 2620 – Bacacheri – 82515-260 – Curitiba, Paraná. Investimento: Segundo Lote – Julho: R$ 170,00; Meia R$ 85,00 Terceiro Lote – Agosto: R$ 200,00; Meia R$ 100,00 Transmissão On-line: R$ 50,00 INSCREVA-SE!
Podcast: Espiritualidade E Psicologia Positiva
Ordem Rosacruz AMORC · Espiritualidade E Psicologia Positiva – Programa Presença e Harmonia O tema deste podcast é “Saúde Mental, Psicologia Positiva e Espiritualidade” com a psicóloga Lucélia Michalizen. Em tempos de incertezas onde o medo, a ansiedade, a solidão e a suspensão temporária de compromissos e atividades se tornaram comum, muitas pessoas se viram diante de situações adversas, pois as ocupações habituais mudaram. A falta de perspectivas para o amanhã tem provocado abalos na saúde, na economia e nas relações interpessoais, podendo interferir na saúde mental do indivíduo. Nesta entrevista, a Psicóloga e Coaching, Lucelia Michalizen, traz uma reflexão sobre o tema Saúde Mental e Espiritualidade ressaltando como a espiritualidade deve fazer parte na vida das pessoas para lidar melhor com a saúde emocional prevenindo doenças psíquicas.







