Geometria Sagrada Prof. Dr. Celso Pessanha Machado Doutorado em Educação em Ciências e Matemática pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Possui graduação em Matemática pela Universidade Luterana do Brasil (2008), e Mestrado em Educação em Ciências e Matemática pela PUC-RS (2011). É astrônomo amador, além de membro do grupo “Ambassadors” da NASA, que está mapeando e catalogando o Universo próximo. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/5553934957238112 EMENTA DO CURSO: Prepare-se para uma jornada fascinante pelo simbolismo das formas, proporções e padrões que moldam nossa percepção do sagrado. Este curso está estruturado em 6 aulas, e revela como a geometria se entrelaça com o misticismo, a filosofia e a religiosidade ao longo dos séculos, atravessando diversas culturas e tradições. Aula 1 – “Os símbolos e o sagrado” – Nesta aula vamos iniciar o nosso curso analisando diversas tradições religiosas para conhecer como elas se relacionaram com a geometria, e como expressaram essa relação na construção de seus edifícios sagrados. Também iremos investigar alguns símbolos sagrados, descobrindo o significado que está registrado nas suas formas geométricas. Aula 2 – “As estruturas megalíticas” – Vamos estudar juntos a partir de agora as estruturas megalíticas e suas relações com nosso tema, a geometria sagrada. Tais construções foram erguidas há milhares de anos, e ainda fascinam nossa imaginação pela sua imponência e mistérios que guardam na sua elaboração e construção. Aula 3 – “A geometria dos zigurates e das construções do antigo Egito” – Continuando nossa viagem por alguns povos antigos e a relação de sua matemática e arquitetura com o sagrado, vamos conhecer dois exemplos de construção de prédios magníficos e muito grandes: os povos da Mesopotâmia e seus Zigurates e os antigos egípcios, aos quais daremos ênfase às suas pirâmides. Aula 04 – “Hebreus e Gregos” – Esses dois povos estão entre os que mais influenciaram o pensamento universal, a ponto de alguns autores afirmarem que a cultura europeia é fruto de séculos de filosofia e cristianismo, que têm suas raízes, respectivamente, na Grécia Clássica e no Judaísmo, religião do povo hebreu. Nesta aula você vai estudar um pouco da relação de gregos antigos e hebreus com a geometria sagrada. Aula 05 – “Os mestres construtores das catedrais / Islã e sua geometria” – As catedrais são um tipo de construção que historicamente marcou a essência da loja simbólica, e por isso mesmo guarda segredos na sua estrutura que tem os signos da transmutação do profano para o sagrado. No Islã a decisão de evitar imagens de figuras vivas leva à criação de incríveis padrões geométricos, cuja essência você conhecerá nesta aula. Aula 06 – “O budismo / A geometria da natureza” – Chegamos à última aula do nosso curso, e ela será dedicada ao estudo do Budismo e dos fractais. O budismo influenciou a cultura mundial após sua expansão asiática, e hoje é fácil encontrar um dos seus adeptos em qualquer cidade grande do mundo. Os fractais são conhecidos por ser a geometria da natureza, talvez a forma mais evidente da geometria sagrada, aquela utilizada para projetar e construir todas as coisas. Não deixe de escutar os podcasts complementares e mergulhar nas apostilas teóricas, que expandem os conteúdos de maneira envolvente. Ao completar 100% das videoaulas, você receberá seu certificado de conclusão. INSCREVA-SE
Curso: O problema do conhecimento na Filosofia Moderna
O Problema do Conhecimento na Filosofia Moderna Prof. Dr. João Carlos L. Caputo Doutor em filosofia pela Universidade Federal do Paraná, instituição na qual fez seu mestrado e graduação na mesma área. Possui como principais interesses ética e metafísica no século XVIII, em especial na obra de Voltaire. Possui magistério pelo CEFAM SP. É membro do grupo de estudos das luzes da UFPR. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/4948154988918778 EMENTA DO CURSO Neste curso, composto por 6 aulas, você vai explorar as principais questões que emergiram com o advento da Filosofia Moderna, bem como os conceitos desenvolvidos nesse período e sua influência decisiva sobre o pensamento científico e a cultura ocidental contemporânea. Aula 1 — A presente aula tem por objetivo introduzir o tema do curso em geral e da problemática estudada especificamente. Veremos nesta aula em que consiste o problema do conhecimento na filosofia moderna, como ele se divide e iremos sugerir três principais questões através das quais poderemos compreender toda a abrangência da questão. Além disso, ponto fundamental para nosso percurso, veremos nesta aula o que é idealismo e o que é empirismo, compreendendo como eles se inserem em nossa discussão e quais seus fundamentos. Aula 2 — Em nossa segunda aula, estudaremos a filosofia cartesiana, contextualizando-a no problema do conhecimento, ou seja, buscaremos entender como René Descartes tenta responder ao problema da epistemologia abordado nas questões como conheço? O que conheço? E em que medida o que eu conheço se relaciona com o mundo que me cerca? Para isso, iremos estudar seu método e sua aplicação na obra Meditações Metafísicas, analisando também seus argumentos, objetivos e conclusões. Aula 3 — A teoria de Malebranche representa uma radicalização do cartesianismo e, nesta aula, iremos entender qual a razão de considerá-la desta forma. Seguiremos com o autor da Busca da Verdade desde a colocação do problema, que diz respeito à incomunicabilidade das duas substâncias, até a sua resposta a este problema. Neste percurso, veremos como a teoria de Malebranche nos oferece uma solução para o problema do conhecimento na filosofia moderna. Aula 4 — Nesta aula estudaremos a teoria de Berkeley que, como veremos, se apresenta como uma teoria híbrida. Iremos compreender o que nos possibilita classificar esta teoria deste modo, quais as razões do autor para desenvolver tal teoria, bem como seus argumentos e conclusões. Seguindo os passos do filósofo, esta aula nos permitirá entender os fundamentos do imaterialismo e as possibilidades de relacionar idealismo e empirismo. Aula 5 — Nesta aula veremos uma teoria puramente empirista. Seguiremos com Hume na investigação sobre a formação de nossas ideias e sobre as formas pelas quais elas se relacionam. Investigaremos qual o papel dos sentidos no processo de conhecer e veremos, com isso, alguns limites do conhecimento proposto pelo filósofo. Aula 6 — Em nossa última aula, iremos investigar a filosofia de Kant, um filósofo que representa um marco de fechamento da filosofia moderna. Nosso objetivo aqui será, portanto, compreender qual o processo de conhecimento e formalização de ideias propostos pelo autor e qual a sua terminologia específica. Neste percurso, entenderemos qual o papel do sujeito em sua teoria e como isso faz com que suas hipóteses representem uma nova abordagem ao problema da epistemologia. Não se esqueça de ouvir os podcasts que aprofundam os temas abordados e explorar as apostilas teóricas — seu mapa para navegar pelas imagens e ideias. O certificado será liberado após a visualização de 100% das videoaulas. INSCREVA-SE
Curso: Religião e Moral no Iluminismo: uma investigação sobre Deus
Religião e Moral no Iluminismo: uma investigação sobre Deus – Prof. Dr. João Carlos L. Caputo Doutor em filosofia pela Universidade Federal do Paraná, instituição na qual fez seu mestrado e graduação na mesma área. Possui como principais interesses ética e metafísica no século XVIII, em especial na obra de Voltaire. Possui magistério pelo CEFAM SP. É membro do grupo de estudos das luzes da UFPR. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/4948154988918778 EMENTA DO CURSO Explore os debates que marcaram o período do Iluminismo. Neste curso, com 6 aulas você será aprenderá sobre como esse movimento filosófico influenciou profundamente a construção dos valores modernos. Aula 1 — A presente aula tem por objetivo compreender, de forma geral, o método de investigação e a forma de se fazer filosofia no século XVIII, período conhecido por Iluminismo. Nesta aula, o aluno irá compreender as mudanças formal e intelectual que foram realizadas no período das luzes e como isso reflete nas próprias teorias dos autores, ou seja, pretenderemos nesta aula apresentar o que significa fazer filosofia no Iluminismo francês e como isso se refletirá nos temas e nas propostas da época, em especial em Voltaire. Aula 2 — Nesta aula iremos entender as razões pelas quais uma investigação sobre a existência de Deus é desenvolvida no século XVIII e em que contexto tal investigação se insere no pensamento de Voltaire. Veremos as provas que o autor utiliza para garantir a existência do Ser supremo e as características de tais provas. O objetivo será fazer com que o aluno compreenda a questão e seu papel, bem como seu uso pelo filósofo, capacitando o estudante a compreender os mecanismos argumentativos usados para provar Deus. Aula 3 — Nesta aula nosso assunto será Deus e seus atributos. Veremos como Voltaire chega a estes atributos, como eles são apresentados e por quais meios o filósofo se utiliza para argumentar a favor deles. Com esta investigação, o objetivo é que o estudante compreenda melhor a caracterização feita pelo autor iluminista da figura divina, em especial no contexto teórico e metodológico que está sendo proposto, ou seja, no método das luzes. Aula 4 — Nesta aula nosso tema será o problema do mal. Entenderemos em que consiste e como ele é elaborado, bem como mostraremos como tal problema se relaciona com a estruturação dos atributos divinos, em especial com os atributos morais. Neste sentido, nosso objetivo será fazer com que o estudante compreenda esta relação e entenda como a moralidade divina pode ser utilizada para solucionar o problema do mal. Aula 5 — Qual o papel da religião na obra de Voltaire? Em especial, na investigação sobre Deus e seus atributos, qual seria a função de uma postura religiosa? Nesta aula investigaremos estas perguntas e analisaremos como o pensamento religioso pode servir de fundamento para a moral, e como tal pensamento se relaciona com a questão dos atributos divinos. Nosso objetivo será fazer com que o estudante compreenda de forma crítica o papel da religião, objeto que não é meramente especulativo, mas que permanece prático e efetivo na contemporaneidade. Aula 6 — Apresentar a religião como alternativa de resposta para algum problema na obra de Voltaire pode parecer uma posição errada ou contraditória. Como coadunar uma postura religiosa e inseri-la na obra de um autor que é um crítico ferrenho das religiões tradicionais? Veremos nesta aula como entender este impasse e em que medida a proposta de uma reforma religiosa baseada no teísmo servirá para isso. Nosso objetivo é fazer com que o aluno compreenda um sentido mais profundo presente nos textos do filósofo e seja capaz de articular moral, religião e Deus no contexto do pensamento iluminista de Voltaire. Para enriquecer sua experiência, aproveite os podcasts e as apostilas teóricas que aprofundam cada tema. Ao assistir 100% das videoaulas, você receberá seu certificado de conclusão. INSCREVA-SE
Jornada Mística: Castelos Interiores – Morada do Silêncio
GALERIA DE FOTOS Jornada Mística: Castelos Interiores De 22 a 24 de agosto, a primeira edição da Jornada Mística: Castelos Interiores foi realizada na Morada do Silêncio, reunindo Fratres e Sorores de diversas regiões do Brasil. O encontro proporcionou reflexões, aprendizados e trocas fraternas, promovendo a confraternização entre estudantes rosacruzes dos mais diversos graus. A Ordem Rosacruz AMORC agradece a todos que participaram desta linda estreia. Esperamos que as vivências da Jornada permaneçam no coração de cada estudante rosacruz e os inspirem a seguir caminhando na Senda. Que possamos ter a alegria de reencontrá-los em nossas próximas atividades, compartilhando juntos de novos momentos de luz, aprendizado e fraternidade, fortalecendo cada vez mais nossa Egrégora. Com votos de Paz Profunda, Ordem Rosacruz AMORC – Grande Loja da Jurisdição da Língua Portuguesa
Cinema Mudo em 3 Atos
Cinema Mudo em 3 Atos Prof. Everton Luis Sanches Gradução (1996-1999), Mestrado (2001-2003) e Doutorado (2004-2008) em História pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Concluiu pós-doutorado em 2016, também na Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Possui experiência na área de História, com ênfase em História Moderna e Contemporânea, atuando principalmente nos seguintes temas: história cultural, visão sistêmica, educação, cinema, teatro, comportamento e significado histórico da obra de Charles Chaplin. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/5607825921049936 EMENTA DO CURSO Muito além da ausência de som, o cinema mudo é uma linguagem pulsante que moldou o imaginário do século XX. Neste curso, com 6 aulas você será guiado por três grandes atos: nascimento, expansão e profundidade artística de uma era de ouro da sétima arte. Aula 1 — Descubra como o cinema emergiu a partir da fotografia, em diálogo com as artes e tecnologias do seu tempo. Investigamos seu alcance sociocultural e as diferentes lentes pelas quais ele é analisado, especialmente sua relação com o teatro. Aula 2 — Nessa aula, vemos o momento em que o cinema deixa de ser sombra das artes cênicas e assume protagonismo como forma artística independente. Refletimos sobre como o cinema mudo foi compreendido pela teoria e consolidado como linguagem singular. Aula 3 — Viaje ao coração do gênero terror/suspense no cinema mudo alemão e suas construções estéticas. Vamos entender o cinema como fenômeno global, que reflete e tensiona o contexto histórico do país de origem. Aula 4 — Explore a relação entre o cinema mudo alemão e a República de Weimar. Analisamos como o expressionismo cinematográfico expressou traços psicossociais da Alemanha do pós-guerra e antecipou tensões que culminariam na ascensão de Hitler. Aula 5 — Adentre a trajetória de Buster Keaton, do palco ao set, e descubra seu estilo inconfundível. Investigamos os limites da comédia mecânica e por que sua ousadia permanece como um capítulo único do cinema mudo. Aula 6 — Charles Chaplin. Vamos conhecer sua origem teatral, seu amadurecimento artístico e sua intensa defesa da linguagem silenciosa. A aula mergulha também no caráter autobiográfico de suas obras e seu impacto social duradouro. Para enriquecer sua experiência, aproveite os podcasts e as apostilas teóricas que aprofundam cada tema. Ao assistir 100% das videoaulas, você receberá seu certificado de conclusão. INSCREVA-SE
Curso: Cinema e Religião
PROFESSOR: Ms. Robert Rautmann Doutor em Ciência da Religião pela PUC – SP, na linha de Estudos Empíricos da Religião. Mestre em Teologia pela PUC – PR, com a temática prevalente da Espiritualidade Contemporânea. Especialização em Espiritualidade pela Faculdade Vicentina (FAVI). Possui graduação em Ciências da Religião – Licenciatura (UNICAP), graduação em Teologia (PUC-PR) e graduação em Teologia (Studium Theologicum). Professor conteudista para diversas instituições de ensino superior. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/1491557551742798 EMENTA DO CURSO Neste curso composto por 6 aulas, você vai explorar como o cinema dialoga com os universos religiosos, espiritualidade e expressões seculares. Aula 1 — Abrimos com um breve panorama histórico do cinema: de suas origens à sua evolução como arte. Ao mesmo tempo, mergulhamos nas raízes muito mais antigas da religião, com uma revisão dos conceitos fundamentais que moldam essa dimensão humana. É o início de uma travessia entre luz, símbolo e transcendência — onde o(a) aluno(a) começa a navegar pelo vocabulário que une cinema e religião. Aula 2 — Como as tradições religiosas receberam o cinema? Vamos analisar essa relação, especialmente no contexto ocidental entre o cinema e a Igreja Católica. A aula também explora se — e como — as religiões influenciam a produção e exibição de filmes, incluindo uma análise especial sobre a produção cinematográfica de um grupo religioso. Aula 3 — Três pilares universais das religiões — o mito, o rito e o símbolo — são desvendados com profundidade. Através de exemplos cinematográficos, revelamos como essas estruturas aparecem e ganham novas formas na linguagem audiovisual. Aula 4 — Vamos entender os termos “seita”, “denominação”, “igreja” e os Novos Movimentos Religiosos com senso crítico e rigor conceitual. A aula também observa como esses grupos são representados no cinema — entre estereótipos, narrativas alternativas e olhares provocativos. Aula 5 — O conceito de espiritualidade, especialmente em seu contexto contemporâneo, ganha destaque aqui. A proposta é refletir sobre como essa dimensão aparece e se manifesta em produções cinematográficas — muitas vezes longe das instituições religiosas. Aula 6 — Encerramos com uma perspectiva instigante: é possível identificar religiosidade nas ideologias, movimentos seculares ou expressões culturais? O cinema torna-se chave para investigar fenômenos religiosos além dos muros institucionais. Não se esqueça de ouvir os podcasts que aprofundam os temas abordados e explorar as apostilas teóricas — seu mapa para navegar pelas imagens e ideias. O certificado será liberado após a visualização de 100% das videoaulas. INSCREVA-SE
Cinema e Misticismo
Cinema e Misticismo Prof. Dr. Adílio Jorge Marques Professor universitário, bacharel e licenciado em Física (UERJ, 1995/1999) e em História (UERJ, 2011; UCAM, 2012). Bacharel em Filosofia (UERJ, 2023). Mestre em Astrofísica Estelar pelo Observatório Nacional (ON, 1998). Doutor em História e Epistemologia das Ciências (UFRJ, 2009). Pós-Doutor em História das Ciências no Brasil (UERJ, 2011) e em Políticas Públicas, Educação e Filosofia (UFF, 2024). Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/7617994755277783 EMENTA DO CURSO Prepare-se para uma imersão cinematográfica! Este curso está estruturado em 3 aulas, onde o misticismo encontra a sétima arte em diálogos surpreendentes. Aula 1 — Começamos explorando a relação entre o Cinema e o Misticismo, traçando um panorama histórico da linguagem cinematográfica. Entre os filmes que abrem essa jornada estão o clássico expressionista O Golem (1920) e o enigmático O Horizonte Perdido (1973). Aula 2 — Nesta etapa, mergulhamos nas camadas ocultas de narrativas ficcionais e documentais, revelando a presença do sagrado e do simbólico. Analisamos obras como O Homem que Queria Ser Rei (1975), Encontros com Homens Notáveis (1979) e História do Ocultismo Nazista (1978). Aula 3 — Encerramos o curso com reflexões visuais sobre espiritualidade e transformação em Samsara (2011) e Awake: A Vida de Yogananda (2014). Não deixe de escutar os podcasts complementares e mergulhar nas apostilas teóricas, que expandem os conteúdos de maneira envolvente. Ao completar 100% das videoaulas, você receberá seu certificado de conclusão. ✨ Bons estudos e uma excelente viagem cinematística! INSCREVA-SE
SAINT- GERMAIN, Fato e Ficção
SAINT- GERMAIN, Fato e Ficção De tempos a tempos surgem indivíduos que, pela força de personalidade e singularidade de caráter, tornam-se lendas em sua própria época e além. O renomado Conde de Saint-Germain pode ter sido um desses indivíduos. Mas será que o nome e as lendas, passadas e presentes, pertencem ao mesmo homem? Em outras palavras, o que é que sabemos verdadeiramente sobre o homem que portava o nome de Saint-Germain? Em seu livro O Conde de S. Germain, Isabel Cooper-Oakley revela que ele poderia ter sido filho natural de duas personagens da realeza: a viúva de Carlos II, da Espanha, ou do próprio Rei de Portugal. Entretanto, afirma-se que ele seria filho dum português, dum judeu alsaciano ou dum coletor de impostos de Rodondo. A Sra. Cooper-Oakley favorece a opinião de que Saint-Germain era o filho do Príncipe Ragoczy da Transilvânia, em função da confiabilidade das fontes e outras informações a que teve acesso. O livro Mistérios Históricos, de Andrew Lang, é uma fonte à qual recorrem as enciclopédias Britânica e Americana. Estas revelam Saint-Germain num papel de der Wundermann (“o homem prodigioso”), um célebre aventureiro que obteve sua considerável fortuna agindo como espião de vários governantes da Europa. Seus poderes alquímicos teriam sido tão extraordinários que atraíram a atenção de Luís XV, que, tornando-se o protetor de Saint-Germain, ordenara a construção dum cômodo especial e um laboratório anexo para o uso de Saint-Germain. Embora inúmeros rumores, especulações e possíveis equívocos formassem o imenso volume de informações e lendas correntes no Século Dezoito ao redor do nome de Saint-Germain, não há nenhuma evidência que indique ter sido ele um santo no sentido eclesiástico. Nem há evidência de que ele foi canonizado pela Igreja Católica Romana. A supo sição atual da “canonização” talvez se deva em parte pela omissão intencional do hífen entre Saint e Germain. Entretanto, Saint é parte desse nome, como no nome de Antoine de Saint-Exupéry, autor de O Pequeno Príncipe, e Louis S. Saint-Laurent, ex-Primeiro-Ministro do Canadá. Ninguém supõe que esses homens sejam literalmente santos no sentido religioso. Muito pouco se conhece a respeito da família de Saint-Germain. Informações disponíveis de contemporâneos seus indicam sua extrema reticência em falar de sua vida pessoal. Existem indicações de que o homem que usava o nome do Conde de Saint-Germain, enquanto na França ou durante missões francesas, usava nomes e títulos diferentes em outros lugares, causando suspeita e confusão a seu respeito, então e agora. Entretanto, no Século Dezoito, membros da realeza e personagens importantes costumavam viajar incógnitos. Alguns dos mistérios que cercam Saint-Germain talvez se devam ao seu modo de vida dramático e singular, surgindo daí um fator principal por trás de muitas das fantasias ou noções infundadas mantidas por seus pares e também por vários cultos que surgem em seu nome atualmente. Com base em suas pesquisas, a Sra. Cooper-Oakley revela que o serviço militar e certos acontecimentos vergonhosos na vida dum conde francês, Claude Louis de Saint-Germain, muitas vezes são atribuídos ao Conde M. de Saint-Germain, que falava francês, embora com certo sotaque. Na opinião dela, muito do mistério que cerca Saint-Germain deve-se à sua “liberdade principesca” e ao extravagante uso de diamantes. Muitos afirmavam que ele era um charlatão porque dizia-se que ele podia fazer diamantes e deles eliminar imperfeições. Mas a mais notável das “descobertas” que lhe imputavam, que deu origem à maioria das superstições de então e de agora, foi a dum misterioso “líquido” que prolongaria a vida e pelo qual ele teria vivido 2.000 anos! Laços místicos Aparentemente existe pouca documentação a respeito da sua extraordinária personalidade. O que conhecemos sobre ele provém de muitas cartas, diários e memórias pessoais de outras pessoas da época. Por exemplo, sabemos que Saint-Germain destaca-se na correspondência de Grimm e Voltaire. A Sra. Cooper-Oakley, embora conheça a informação conflitante, ecoa o Príncipe de Hesse apresentando Saint-Germain como um grande místico e filósofo. Existem boas razões para esse parecer, porque existem documentos oficiais que mostram a assinatura do Conde de Saint-Germain junto com as de Saint-Martin, Cagliostro, Mesmer e outros personagens ilustres dos movimentos Rosacruzes, Maçônico e Templário da Europa. Com base no material disponível podemos seguramente supor que Saint-Germain apoiou muitos movimentos místicos do Século Dezoito. Não há nenhuma evidência ou menção, porém, de que ele tenha estabelecido, ou desejado que outros estabelecessem, um movimento para perpetuar seus ensinamentos ou seu nome. Um artigo do Rosicrucian Forum de mais de quarenta anos nos oferece algumas explicações quase desconhecidas dos feitos miraculosos atribuídos a essa figura lendária. Informa-nos que Cagliostro, também um alquimista Rosacruz muito conhecido, estava intimamente ligado a Saint-Germain, e que ambos iniciaram muitas pessoas aos “ritos egípcios de mistérios da Ordem Rosae Crucis” e aos aspectos simbólicos e práticos da alquimia. Como exemplo, a habilidade que Cagliostro tinha de fazer diamantes artificiais, um feito miraculoso para a época, não tem nenhum mistério hoje em dia. Lendas de imortalidade Mas a lenda mais surpreendente a respeito de Saint-Germain gira em torno de sua suposta imortalidade física. Alguns de seus contemporâneos, e algumas pessoas atuais, atribuíam o segredo de sua longevidade a um “líquido misterioso” chamado o “elixir da longa vida”. Entretanto, existe também uma razão alegórica que explica a lenda a respeito do “elixir da vida”. O excerto seguinte é do artigo mencionado anteriormente: “Espalhou-se uma história entre a multidão de pessoas de que Saint-Germain teria vivido no mesmo corpo durante séculos, e que teria 1.500 anos de idade aproximadamente. Essas histórias fantásticas devem-se à compreensão equivocada de certos ritos místicos e iniciáticos e a certos costumes da época. Os Rosacruzes costumavam relacionar sua idade com o grau alcançado na Ordem. Essa idade, à qual referiam-se eles, não indicava o tempo real que tivessem vivido neste plano e corpo físico, mas, repito, tinha a ver com significados ritualísticos e alegóricos. Assim, (um indivíduo) no Primeiro Grau da Ordem teria três anos de idade, … no Segundo Grau, cinco anos de idade, no Oitavo Grau, cem anos de idade, e assim por diante. Os
Exposição Via Coeli – O Caminho do Céu – De 29 de agosto a 25 de setembro
Egrégora
Egrégora “Egrégora (do grego agrêgorein=vigiar) é uma palavra que no livro de Enoch designa os anjos que juraram vigiar e proteger o Monte Hermon. O termo pode ser traduzido por “entidade vigilante”. Assim, a Egrégora (egrégore) é uma entidade, um ser vigilante coletivo produzido por uma assembleia (…) que o alimenta.” – Jules Boucher (1933-1999). Nós, rosacruzes e martinistas da AMORC, nos familiarizamos com o termo já no início de nossa jornada; aprendemos que “egrégora” é a essência da “Consciência Cósmica”. Ela foi, é e sempre será. Não é algo do qual estamos separados; como rosacruzes e martinistas, somos parte integrante dessa poderosa união de mentes. Quando nos colocamos em sintonia com as Sagradas Vibrações que dela são emanadas, temos acesso aos seus mais elevados planos, tornando-nos agentes da Divindade. E como podemos chegar a essa Comunhão? O recolhimento em nosso “Sanctum Sanctorum” e em nosso Oratório, as Convocações Ritualísticas, os Conventículos e as Iniciações são exemplos muito próximos de como podemos, a qualquer momento, buscar auxílio e conforto para situações do dia a dia e agradecer pelas graças recebidas. Em seu princípio místico, a “egrégora” está associada também à consciência de grupo, mas ela é, ao mesmo tempo, algo mais que isso. Para compreendermos as implicações maiores, é importante lembrarmos o axioma rosacruz: os pensamentos são coisas.Definida também como uma Assembleia de personalidades terrestres e supraterrestres, constituindo uma unidade hierarquizada e movida por um certo ideal, a egrégora está em permanente atividade, dia e noite, por anos e séculos desde o início. “Assim como é em cima, é em baixo”. Ela ocorre em todos os planos de consciência; porém, quanto mais nobre e puro for o seu propósito, mais conscientes estaremos dessa Comunhão. Fratres e Sorores, Irmãos e Irmãs, a mente é o limite de nossas possibilidades. Somos primeiro o que pensamos ser, depois aquilo que sentimos, e isso se completa como agimos em nossa vida. – SI










